Questões de Concurso
Sobre práticas e mediações educacionais em artes em educação artística
Foram encontradas 1.636 questões
COELHO, M. Inteligência artificial na música: um novo tom para a educação básica. Disponível em: www.agazeta.com.br. Acesso em: 17 jul. 2025.
Um professor de Música do Ensino Médio desafiou os estudantes a utilizarem aplicativos de inteligência artificial na criação musical. Nessa etapa, os estudantes devem utilizar o aplicativo para criar uma canção que exiba as características de uma bossa-nova arquetípica. Para isso, o estudante deve escrever o seguinte prompt:
TEXTO 1
O processo de retomada e valorização da ancestralidade afrodiaspórica precisa ser realizado com criticidade, respeito às diferenças e acolhimento das produções postas à margem do cânone eurocêntrico. É necessário atenção à maneira pela qual acontece esse processo e os seus resultados, principalmente quando tratamos de cultura popular, para evitar a folclorização dessas práticas.
SOUZA, S. S. Arte e pensamento negro como epistemologias críticas.
Revista Música, n. 1, jul. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
Cordeiro de Nanã
Os Tincoãs

Disponível em: www.pedrovieira.com.br. Acesso em: 6 ago. 2025.

TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
Com base nas abordagens teóricas sobre diferentes perspectivas acerca da inteligência musical e seu desenvolvimento, estas perspectivas são referentes aos seguintes pesquisadores:
TEXTO 1
Uma professora do 5º ano do Ensino Fundamental propôs para a turma uma atividade musical com a canção Nagô, de Lia de Itamaracá. Após aprenderem a canção, a professora contextualizou essa manifestação cultural de tradição afro-brasileira, por meio da apreciação de material audiovisual, seguida de vivência corporal e de prática instrumental.
TEXTO 2
Nagô

BEINEKE, V.; FREITAS, P. Lenga la lenga: jogos de mãos
e de copos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2006.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
( ) Saber improvisar e atuar nas situações de jogos, explorando as capacidades do corpo e da voz.
( ) Estar capacitado para criar cenas escritas ou encenadas, reconhecendo e organizando os recursos para a sua estruturação.
( ) Identificar momentos importantes da história do teatro, da dramaturgia local, nacional internacional, refletindo e relacionando os aspectos estéticos e cênicos.
( ) Valorizar as fontes de documentação, os acervos e os arquivos da produção artística teatral.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A perspectiva multicultural defende a adoção de um currículo musical universalista, priorizando repertórios europeus e considerando-os representativos da humanidade.
( ) A etnomusicologia crítica, em diálogo com a educação musical, problematiza as relações de poder implicadas na escolha de repertórios, destacando a necessidade de inclusão de músicas de diferentes grupos sociais e étnicos.
( ) O multiculturalismo musical pressupõe a equivalência absoluta entre todas as manifestações musicais, eliminando a necessidade de critérios pedagógicos ou estéticos na escolha dos repertórios.
( ) Segundo Bennett Reimer, o multiculturalismo em música deve restringir-se a atividades de apreciação auditiva, sem implicar práticas de execução ou criação em sala de aula.
( ) A BNCC veda a inclusão de músicas de origem indígena e afro-brasileira, privilegiando apenas repertórios consagrados na tradição escolar ocidental.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Na perspectiva freireana, a educação musical deve ser dialógica e problematizadora, superando a transmissão mecânica de conteúdos.
II. Segundo Libâneo, a didática escolar organiza-se em planejamento, execução e avaliação, o que implica que a educação musical deve estabelecer objetivos claros, metodologias coerentes e critérios avaliativos consistentes.
III. A pedagogia histórico-crítica de Saviani entende a música como atividade espontânea, desvinculada do processo de apropriação do conhecimento historicamente produzido.
IV. Em uma perspectiva tecnicista, a música foi frequentemente reduzida a instrumento de lazer escolar ou treinamento mecânico, sem vínculo com a formação crítica do aluno.
V. As abordagens críticas da educação musical, de acordo com Penna e Del Ben, defendem a valorização da diversidade cultural, não a preservação exclusiva do repertório erudito europeu.
Quais estão corretas?