Questões de Concurso
Sobre história da arte e educação em educação artística
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Nesse contexto, a autora aponta por parte dos primeiros modernistas, em relação ao ensino da Arte,
Em torno de 1870, na busca de um modelo que estabelecesse a união entre criação e técnica, isto é, entre arte e sua aplicação à indústria, os intelectuais e políticos (especialmente os liberais) brasileiros comprometeram-se profundamente com os modelos de Walter Smith para o ensino da Arte nos Estados Unidos, que passaram a divulgar no Brasil.
(A. M. Barbosa, “Ensino do desenho e da arte no Brasil”, 2018/2019. Adaptado)
Para a autora, um dos principais divulgadores do modelo de Walter Smith no Brasil, a partir dos Pareceres sobre a reforma do ensino primário e secundário, foi
A razão para isso é:
F o n t e : h t t p s : / / c d n - i m g i x . h e a d o u t . c o m / m i c r o b r a n d s - c o n t e n t - i m a g e / i m a g e / 1 c 6 7 9 7 c 2 6 9 c 9 e 2 1 4 6 9 8 f c 6 3 a 4 2 6 4 c a a a - St.%20Peter's%20Basilica.jpg?auto=format&w=1222.3999999999999&h=687.6&q=90&fit=crop&ar=16%3A9&crop=faces Acesso em 14/05/2025.
A partir do exposto, assinale a alternativa abaixo que indica CORRETAMENTE o estilo arquitetônico da Basílica de São Pedro; e o gênero do filme “Conclave”, de 2024:

Foto: Reprodução/ TV Globo. (https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/07/25/imagens-registrammomento-em-que-grupo-coloca-fogo-na-estatua-de-borba-gato-em-sp-veja-video.ghtml)
A figura de Borba Gato, bandeirante cuja atuação esteve intrinsecamente vinculada ao processo de interiorização e expansão territorial no Brasil colonial, permanece como símbolo de uma memória coletiva paradoxal, sendo, ao mesmo tempo, evocada como representação de bravura e criticada por sua participação em práticas violentas e escravistas. Em 2021, durante manifestações populares que evidenciaram a tensão entre os legados coloniais e as lutas contemporâneas por justiça social, sua estátua foi incendiada em São Paulo, reabrindo debates sobre a função dos monumentos na constituição e disputa de narrativas históricas. Nesse contexto, considerando as discussões teóricas sobre memória política e patrimônio histórico-cultural no Brasil, assinale a alternativa correta:
I. O desenho, segundo Piaget (1972), é uma forma de representação que supõe a construção de uma imagem bem distinta de percepção. O que é desenhado não é, então, a reprodução da imagem percebida visualmente, nem a imagem mental que a criança tem do objeto; consiste, sim, na construção gráfica que dá indícios do tipo de estruturação simbólica que a criança tem naquele momento.
II. Com base nos trabalhos de Piaget sobre o desenvolvimento e a natureza do pensamento humano, Gardner (1982) analisa o desenho como simbolização e procura integrar as abordagens cognitiva e afetiva ao apreciar os desenhos da criança. Conforme o autor, as crianças atribuem diferentes papéis ao desenho, por isso é importante considerar as diversas estratégias criadas por crianças de um mesmo estágio de desenvolvimento gráfico.
Está CORRETO o que se afirma.
Segundo Fonterrada (2008), o final desse período histórico e cultural caracteriza-se pelo desenvolvimento da polifonia, de que uma das principais formas é o moteto.
Para a autora, trata-se
Segundo Koudela (2015), uma experiência pioneira no âmbito das políticas públicas é a empreendida por Mario de Andrade, quando assume o Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de São Paulo. Em tal empreendimento, os estudantes tomavam contato com as tradições populares, jogos tradicionais, além de terem acesso ao conhecimento de diversas manifestações artísticas.
A iniciativa descrita refere-se
Tal abordagem artística e cultural surge em 1970 e seu ideário baseia-se na defesa de uma identidade cultural monolítica, calcada nas raízes populares do Brasil e, particularmente, do Nordeste, almejando criar uma Arte brasileira erudita e, ao mesmo tempo, mostrando uma “imagem positiva” da cultura brasileira, conforme seu idealizador. De certo modo, essa abordagem é outra expressão da ideologia do nacional e popular na cultura brasileira, mas em uma perspectiva conservadora e oligárquica.
(Koudela, 2015. Adaptado)
Trata-se, da perspectiva da autora, do
Na Europa, no final do século XVIII e no início do século XIX, momento este em que, com as transformações dos modos de produção e consumo na sociedade, a cultura popular tradicional começa a desaparecer, “o povo” converte-se em tema de interesse e relevância para intelectuais europeus. Nesse período, o quadro geopolítico europeu começa a mudar consideravelmente, surgindo novos Estados nacionais. No plano das ideias e da arte, é o advento de uma nova abordagem ou movimento artístico (que chega ao Brasil no decorrer do século XIX). Entre seus diversos aspectos, expressa a procura de uma identidade nacional, seja por meio da história de um povo, seja por intermédio do resgate de culturas tradicionais, distinguindo uma nação através do que sua cultura tem de exótico e original. Esse processo ocorre tanto na Europa quanto no Brasil. Daí a valorização da cultura popular.
(Koudela, 2015. Adaptado)
Essa abordagem ou movimento é, segundo Koudela, o
O contador de histórias nem sempre teve esse nome. Sua função social pode ser tão informal quanto a das escravas amas de leite que contavam histórias para os filhos dos seus senhores no Brasil colonial. E, no outro extremo, pode ser especializada. Em algumas culturas de tradição oral do oeste africano, por exemplo, os djelis constituem uma casta cuja função social é a de guardar na memória e transmitir por meio da palavra oral as genealogias das famílias, os fatos históricos e os contos de ensinamento, além de serem eles os responsáveis pelas festas da comunidade. São artistas completos.
(Koudela, 2015. Adaptado)
Os djelis também são conhecidos como