Questões de Concurso
Sobre história da arte e educação em educação artística
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(https://bit.ly/2s1JYcY)
A pintura A primeira missa no Brasil, de 1860, foi meticulosamente elaborada a partir dos dados presentes na carta de Pero Vaz de Caminha, escrita na chegada dos portugueses ao Brasil. Sua produção está alinhada ao entendimento da pintura histórica que pretendia tornar crível o fato representado, uma característica da pintura acadêmica.
A primeira missa no Brasil foi pintada por
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Por meio dessa ilustração, Guernica (1937) traz a ideia do repúdio aos horrores de uma guerra específica. Uma pessoa que não conheça as intenções conscientes de seu autor pode ver Guernica e sentir ou não impactos marcados pela intenção do artista; pode sentir outros gerados pela relação entre as imagens da obra e os dados de sua experiência pessoal, como o adolescente que, vendo essa imagem, a relaciona a uma explosão nuclear.
(PCN: Arte, 1998)
Seu autor é
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A obra Bandido da Luz Vermelha (1967), de Claudio
Tozzi, é representativa de um momento histórico e movimento artístico no qual, segundo Costa (2004), há uma
contestação à influência da mídia na sociedade contemporânea. Esse movimento é
O excerto refere-se à noção de
E é esse programa inicial que funda o pensamento e a prática das “vanguardas” dos anos 1920: suprimir a arte enquanto atividade separada, devolvê-la ao trabalho, isto é, à vida que elabora seu próprio sentido.
(Adaptado de: RANCIÈRE, Jaques. A partilha do sensível: estética e política)
Considerando o excerto acima, são exemplos de vanguardas dos anos 1920:
Essa artista possui um talento vigoroso, fora do comum. Poucas vezes, através de uma obra torcida em má direção, se notam tantas e tão preciosas qualidades latentes. Percebe-se, de qualquer daqueles quadrinhos, como a sua autora é independente, como é original, como é inventiva, em que alto grau possui umas tantas qualidades inatas, das mais fecundas na construção duma sólida individualidade artística.
Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios de um impressionismo discutibilíssimo, e pôs todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura.
O trecho acima pertence à crítica “Paranóia ou mistificação”, publicada em O Estado de São Paulo em 20/12/1917, escrita por Monteiro Lobato.
A artista autora da exposição à que a crítica se refere é:
Se considerarmos, a título de recorte temático, a apropriação de objetos do cotidiano um procedimento recorrente na produção
da arte do século XX, é possível ordenar uma série de artistas que, por meio deste procedimento, criaram trabalhos relevantes,
principalmente para pensarmos as transformações culturais ocorridas a partir da primeira revolução industrial, visto que boa
parte destes objetos são industrializados e, em um primeiro momento, não eram associados às técnicas ligadas às artes de
modo geral. Um exemplo seria
que cunha o termo ready-made para objetos de arte, cuja denominação e conceituação,
enquanto arte, pode prescindir do fazer manual. A ideia de um conjunto de objetos que recolhidos passam a abrigar novos
significados também está presente na obra de
em que uma espécie de inventário do mundo vai sendo organizado,
segundo ele próprio, para o dia do Juízo Final, por meio não apenas do recolhimento e apropriação de objetos, mas também
pela ordenação das coisas por meio de listas de seus nomes.
Os artistas que correspondem às lacunas I e II são, correta e respectivamente,

As obras de Lygia Clark, Lygia Pape, Hélio Oiticica caracterizam a produção Neoconcreta definida por uma arte