Questões de Concurso
Sobre história, estética e crítica das artes visuais em artes visuais
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I- Arte como testemunha e colaboradora do processo da construção de uma identidade cultural nacional.
II- A heroicização, ou seja, a representações de seus heróis e mártires tornaram-se ícones denotativos do processo de independência.
III- A arte “popular” é compreendida como a verdadeira manifestação da cultura mestiça, em oposição à arte “maior”, associada à arte individualista burguesa.
IV- Em busca de revelar a própria independência e diferenças conduziram a reinvenções e transformações do modelo europeu através do contato com uma realidade americana.
V- Ao final do século XVIII, os patriotas mestiços se identificavam com a ideologia indígena e seus valores, representando-as em sua combativa produção artística.
Está correto apenas o que se afirma em
Analise os movimentos artísticos abaixo:
I - Art Nouveau;
II - Op Art;
III - Pós Impressionismo.
A ordem de surgimento das abordagens artísticas acima é:
Considere o trecho a seguir:
O _____ abrange diversas correntes como o cubismo, _____e expressionismo, _____ com as tradições acadêmicas. O Brasileiro, impulsionado pela Semana de Arte Moderna de 1922, é um marco fundamental.
Marque a única alternativa abaixo, que preenche CORRETAMENTE as lacunas acima com as palavras respectivamente.
No transcurso de um projeto interdisciplinar no ensino médio, um professor de Artes propõe a análise de imagens históricas e contemporâneas do espaço urbano. A sequência didática articula:
1. gravuras satíricas do século XIX, que circulavam em jornais e folhetins como crítica social;
2. cartazes modernistas que exploram tipografia, choque visual e circulação pública de ideias;
3. intervenções atuais de arte de rua (grafite, stencil e lambe-lambe), produzidas em muros e mobiliário urbano, com textos curtos, repetição seriada e disputas de visibilidade no território.
No debate em sala, um estudante afirma: “Arte de rua não tem história; é só vandalismo contemporâneo, sem relação com a tradição artística.”
O professor decide responder não apenas conceitualmente, mas por meio de uma mediação pedagógica ancorada na História da Arte. Diante do caso apresentado e a articulação entre História da Arte e Arte de Rua, infere-se que a mediação docente mais consistente é:
Observe a imagem:

A obra A Boba (1915–1916), de Anita Malfatti, insere-se no contexto das experiências inaugurais do modernismo brasileiro, marcadas por tensões formais, estéticas e críticas em relação ao academicismo vigente. Com base na análise formal da pintura e em seu contexto histórico-cultural, examine as proposições a seguir:
I. A deformação expressiva da figura, o uso não naturalista da cor e a instabilidade psicológica sugerida pelo olhar indicam diálogo com vertentes expressionistas, assimiladas de forma crítica pela artista.
II. A obra evidencia uma ruptura com o academicismo vigente no contexto artístico brasileiro das primeiras décadas do século XX, o que contribuiu para reações críticas intensas à produção de Anita Malfatti no período.
III. A composição revela uma tendência à contenção da expressividade em favor do equilíbrio anatômico e da harmonia clássica, aproximando-se de princípios neoclássicos predominantes nas academias europeias.
IV. A pintura pode ser compreendida como marco de um processo de modernização da arte brasileira, no qual referências internacionais são incorporadas de forma tensionada, seletiva e não mimética.
Conforme a leitura formal e historiográfica da obra apresentada, está correto o que se afirma em:
Em um projeto pedagógico, uma escola desenvolve duas ações distintas no campo das artes visuais:
Ação 1: estudantes reúnem artefatos do cotidiano vinculados ao consumo e organizam painéis seriados, explorando repetição, variação mínima e circulação de imagens, problematizando os modos de produção de desejo e de reconhecimento visual na sociedade contemporânea.
Ação 2: estudantes apresentam, diretamente na parede do espaço escolar, a frase “A obra é o enunciado e suas implicações”, partindo do pressuposto de que a materialidade empregada não é determinante, desde que a proposição formulada permaneça conceitualmente operante.
Com base nos princípios dominantes que estruturam cada ação, pode-se afirmar que: