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Comentadas sobre gestão de competências em gestão de pessoas
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Em uma organização, uma forma de avaliar o poder relativo de suas competências e seus processos essenciais é por meio do benchmarking, um método objetivo para classificar as atividades em comparação com atividades semelhantes realizadas por organizações reconhecidas por suas melhores práticas.
Entre as características pessoais que compõem o conceito de competência, a teoria da expectativa ou da expectância afeta de forma mais preponderante a habilidade e a capacidade de fazer.
Uma vez mapeadas e validadas as competências individuais, é usual construir, por agregação, as competências coletivas e, a partir delas, as competências essenciais da organização. Essa é uma característica das organizações detentoras de alto nível de maturidade em gestão de pessoas que já estão sedimentadas no mercado.
Embora sejam encontradas na literatura e em planos de ação de consultorias novas roupagens e metodologias para análise e mapeamento de competências, a base para a formação desse constructo foi o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes demonstradas pelos profissionais.
O conceito de competência profissional evoluiu da busca por preditores de alto desempenho para um conjunto de características pessoais que efetivamente agreguem valor social ou econômico à organização.
Para isso, seria necessário que os gestores desenvolvessem certas habilidades, dentre as quais a mais importante é a:
I. Ele funciona com base na diferenciação das competências dos colaboradores com base na opinião subjetiva dos gerentes.
II. A remuneração por competências melhora a distribuição de custos na folha de pagamento, não gerando custos inesperados, além de proporcionar maior transparência.
III. É claro e transparente, permitindo que as pessoas possam planejar melhor seu autoinvestimento em conformidade com a política de procedimentos estabelecida.
IV. Motiva os colaboradores a uma melhor capacitação, de acordo com as necessidades da organização, sendo eles remunerados pelas competências que aplicam no dia-a-dia do seu trabalho.
V. Dificulta a delegação da administração da folha aos líderes de negócios e a promoção da área de RH para uma posição de consultoria interna.
I. As competências essenciais são competências organizacionais que dependem de uma hierarquia de competências funcionais, gerenciais e pessoais.
II. As competências essenciais constituem um arranjo sistêmico e integrado de várias competências pessoais e grupais; são o resultado da sinergia do sistema.
III. As competências essenciais dão a base e a sustentação das quais dependem as competências organizacionais.
IV. Em certos casos, a competência essencial está embasada em uma só pessoa ou em uma única equipe; caracterizando as empresas mais criativas e dinâmicas.
V. São competências essenciais aquelas requeridas de qualquer profissional, independentemente da função ou área de atuação, mas cujo nível de exigência ou necessidade difere de função para função ou entre as distintas áreas de atuação.
I. Por meio do mapeamento, é possível levantar os pontos fortes, que tornam as pessoas aptas para algumas tarefas, e os pontos fracos, que devem ser aperfeiçoados para que o profissional possa autogerenciar sua carreira.
II. Enfatiza os aspectos excepcionais do desempenho, realçando as exceções positivas, que devem ser aplicadas, e negativas, que devem ser corrigidas ou eliminadas.
III. Os modelos de mapeamento são estruturados a partir das competências essenciais previamente levantadas e definidas que comparem os diversos perfis profissionais da organização com aqueles identificados no mercado.
IV. Os indicadores devem ser sistêmicos, visualizando a empresa como um conjunto homogêneo e integrado, decorrente do planejamento estratégico de recursos humanos.
V. A definição do núcleo de competências deve ser estruturada com base nas competências relacionadas como fatores críticos de sucesso em cada unidade de negócios ou grupo de funções.
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