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A “Nova História”, tem por vezes “um desejo de ser a porta-voz de uma visão que seria a do “homem comum, do “homem da rua”", das “massas inarticuladas”, ainda que tal engajamento com frequência prefira enfocar as minorias discriminadas em lugar das maiorias exploradas.”
(CARDOSO, Ciro F. História e Paradigmas Rivais. In: VAINFAS, Ronaldo (org.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 19.)
A "[...] investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo, sobretudo de um indivíduo aparentemente fora do comum, acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa da Europa pré-industrial [...]”.
(GINZBURG, CARLO. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betania Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.p. 10.)
Com base nas informações apresentadas acima, assinale a opção que descreve a relação entre os apontamentos de Ciro Fiamarion Cardoso e de Carlo Ginzburg.
(VAINFAS, Ronaldo. História das Mentalidades e História Cultural. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 133- 134).
Com base no texto de Ronaldo Vainfas, assinale a opção que apresenta a preocupação em que Fernand Brudel se debruçou em sua obra influenciando as pesquisas historiográficas.
“Por que Portugal iniciou pioneiramente a expansão, no começo do século XV, quase cem anos antes que Colombo, enviado pelos espanhóis, chegasse às terras da América?”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP. 2008. p. 21)
Com base no trecho apresentado acima, assinale a opção correta.
"Ambrósio Richshoffer, ainda em abril de 1629, a partir da feira de Frankfurt, desejou se lançar à vida de soldado mercenário, (...) Sua experiéncia atlântica, segundo o mapa de sua viagem, levou-o a Lisboa, Açores, Canárias, Cabo Verde, Fernando de Noronha, Pernambuco, Haiti e Cuba, antes de retornar ao mesmo porto onde partira nos Países Baixos." (NASCIMENTO, Rômulo L. X. Mare clausum e mare liberum: episódios luso-neerlandeses no Atlântico Sul. In: Teixeira da Silva, F. C.; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 124.)
A trajetória de vida de Richshoffer é reveladora dos novos rumos da historiografia sobre o Brasil Holandês e de Pernambuco ocupado, mas também, sobre o peso econômico de uma região brasileira chamada atualmente de Nordeste. Desse modo, assinale a opção que apresenta o possível cenário geopolítico da época.
"A história econômica agoniza. E num paroxismo tal que, parafraseando M.J Daunton, a ninguém lhe espanta de um cínico ouvir: o que é história econômica?”
FLORENTINO, — Manolo. FRAGOSO, Jodo. História Econômica. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Dominios da Historia: Ensaios de Teoria e Metodologia. 52 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 27).
De acordo com Fragoso e Florentino, assinale a opção que NÃO apresenta fatores importantes no declínio do fazer história econômica
“Com a ampliação da crise para uma situação de revolta que acabou levando à Independência em 7 de setembro de 1822, ficou evidente a necessidade de formar rapidamente uma Marinha. Esta Força naval seria o elemento fundamental para assegurar a unidade de um Estado com um litoral de mais de 7.500km, cujas regiões eram majoritariamente interligadas por via maritima, sem a qual não seria possível propagar a Independência para além da região controlada pelo Rio de Janeiro, mantendo a integridade territorial”.
(CASTRO, Pierre P. da C. A organização inicial da Marinha Imperial. In: CASTRO, Pierre P. da C.; PEREIRA, José A, R. (Crgs). Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2020, p. 188).
Nesse sentido, com base nas ideias de Pierre Paulo da Cunha Castro, no livro “Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal’, assinale a opção que apresenta três formas corretas implementadas para a organização inicial da Marinha Brasileira.
A História Oral, como método, pressupõe uso de arquivos sonoros que podem ser classificados como arquivo oral e fonte oral.
(VOLDMAN, Danièli. Definições e usos. In: FIGUEIREDO, Janaina P. A B. de; FERREIRA, Marieta M. Usos & abusos da história oral. 8º ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.p. 36).
Com base no texto de Daniéle Voldman (2008), assinale a opção que relaciona o tipo de arquivo sonoro e sua definição.
Foi a partir de 1960 que estudos sobre a família ocidental se constituíram como área da pesquisa histórica. Para Sheila de Castro Faria, o lugar privilegiado de exploração foi a Europa, principalmente Inglaterra e França a partir do século XVI. Segundo a autora, as transformações ocorridas nos estudos sobre a família aconteceram, sobretudo a partir do momento em que novas fontes surgiam e foram sendo introduzidas nos corpus documentais das pesquisas.
(FARIA, Sheila de Castro. História da Família e demografia histórica. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5° ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 243).
Com bases nas informações, assinale a opção que apresenta tais transformações e consequentemente as fontes que as possibilitaram.
O historiador Francisco Falcon afirmou que “História e poder são como irmãos siameses - separá-los é difícil; olhar para um sem perceber a presença do outro é quase impossível.” (Cardoso; Vainfas: 1997, p. 61).
Segundo o historiador, existem duas maneiras de enxergar a questão das relações entre a história e o poder. Assim, assinale a opção que apresenta essas duas maneiras.