Questões Militares
Para soldado do corpo de bombeiro (superior)
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Acerca da radioatividade, analise as afirmativas a seguir:
I. Possui o dobro da carga de um próton, ou seja, +2.
II. São elétrons emitidos dos núcleos dos átomos.
III. Tem grade poder de penetração, superior até 15 cm no aço.
IV. Tem velocidade igual à da luz.
Corresponde apenas às partículas betas a afirmativa
A afirmativa a seguir contextualiza a questão. Leia‐a atentamente.
“A corrosão é a deterioração de um material, geralmente metálico, por ação química ou eletroquímica do meio ambiente associada ou não a esforços mecânicos.”
(GENTIL, V. corrosão. LTC. 6ª ed. 2012.)
Analise a reação a seguir com seus respectivos sentidos:
• Mn+ + e– → M (sentido 1).
• M → Mn+ + e– (sentido 2).
Considerando o princípio de Le Châtelier, o equilíbrio da reação será influenciado no sentido 1 de acordo com qual
alternativa?
A afirmativa a seguir contextualiza a questão. Leia‐a atentamente.
“A corrosão é a deterioração de um material, geralmente metálico, por ação química ou eletroquímica do meio ambiente associada ou não a esforços mecânicos.”
(GENTIL, V. corrosão. LTC. 6ª ed. 2012.)
Nem sempre é possível, nem de interesse, ter as concentrações iônicas a 1M ou atividade unitária, por isso se utiliza certa equação para poder fazer o cálculo da determinação dos novos potenciais. Esta equação foi desenvolvida por qual cientista?“Solução tampão é uma solução que tem o efeito de manter o pH do meio aproximadamente constante, quando nele são introduzidos íons H+ ou OH– .” Sendo assim, analise as reações a seguir:
I. Solução de HCN + solução de NaCN.
II. Solução de CH3COOH + solução de CH3COONa.
III. Solução de NH4OH + solução NH4Br.
IV. Solução de H2SO4 + solução de CaSO4.
Das reações anteriores, assinale, a seguir, aquela que NÃO é utilizada como solução tampão.
(Considere: √3 = 1,73 e π = 3,14.)

A seguir estão representados um triângulo e um retângulo cujos perímetros são iguais. Observe.

A soma das áreas dessas duas figuras é:
Qual o valor do 14º termo da sequência a seguir sabendo que ela é uma p.g. crescente?
(2x – 2, 3x + 2, 16x, ...)
A vaguidão específica
– Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte.
– Junto com as outras?
– Não ponha junto com as outras, não. Senão pode vir alguém e querer fazer coisa com elas. Ponha no lugar do outro dia.
– Sim senhora. Olha, o homem está aí.
– Aquele de quando choveu?
– Não, o que a senhora foi lá e falou com ele no domingo.
– Que é que você disse a ele?
– Eu disse pra ele continuar.
– Ele já começou?
– Acho que já. Eu disse que podia principiar por onde quisesse.
– É bom?
– Mais ou menos. O outro parece mais capaz.
– Você trouxe tudo pra cima?
– Não senhora, só trouxe as coisas. O resto não trouxe porque a senhora recomendou para deixar até a véspera.
– Mas traga, traga. Na ocasião nós descemos tudo de novo. É melhor, senão atravanca a entrada e ele reclama como na outra noite.
– Está bem, vou ver como.
(Millôr Fernandes. Trinta anos de mim mesmo. Rio de Janeiro: Nórdica, 1974.)
De acordo com a seleção lexical e semântica do texto pode‐se compreender que a
Poema de circunstância
Onde estão os meus verdes?
Os meus azuis?
O Arranha‐Céu comeu!
E ainda falam nos mastodontes,
nos brontossauros, nos tiranossauros
Que mais sei eu...
Os verdadeiros monstros, os Papões,
são eles os arranha‐céus!
Daqui
Do fundo
Das suas goelas,
Só vemos o céu, estreitamente, através de suas
empinadas gargantas ressecadas
Para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
À janela onde trabalho
Há uma grande árvore...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore... Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde... Ah,
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!
(Mario Quintana. In: Literatura comentada. São Paulo: Nova Cultural, 1990.)
“Defronte / à janela onde trabalho”. A ocorrência de crase vista no verso destacado possui a mesma justificativa
observada em:
Poema de circunstância
Onde estão os meus verdes?
Os meus azuis?
O Arranha‐Céu comeu!
E ainda falam nos mastodontes,
nos brontossauros, nos tiranossauros
Que mais sei eu...
Os verdadeiros monstros, os Papões,
são eles os arranha‐céus!
Daqui
Do fundo
Das suas goelas,
Só vemos o céu, estreitamente, através de suas
empinadas gargantas ressecadas
Para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
À janela onde trabalho
Há uma grande árvore...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore... Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde... Ah,
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!
(Mario Quintana. In: Literatura comentada. São Paulo: Nova Cultural, 1990.)
O texto apresenta como núcleo temático:
Poema de circunstância
Onde estão os meus verdes?
Os meus azuis?
O Arranha‐Céu comeu!
E ainda falam nos mastodontes,
nos brontossauros, nos tiranossauros
Que mais sei eu...
Os verdadeiros monstros, os Papões,
são eles os arranha‐céus!
Daqui
Do fundo
Das suas goelas,
Só vemos o céu, estreitamente, através de suas
empinadas gargantas ressecadas
Para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
À janela onde trabalho
Há uma grande árvore...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore... Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde... Ah,
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!
(Mario Quintana. In: Literatura comentada. São Paulo: Nova Cultural, 1990.)
Há dois questionamentos no início do texto que expressam, principalmente,
Poema de circunstância
Onde estão os meus verdes?
Os meus azuis?
O Arranha‐Céu comeu!
E ainda falam nos mastodontes,
nos brontossauros, nos tiranossauros
Que mais sei eu...
Os verdadeiros monstros, os Papões,
são eles os arranha‐céus!
Daqui
Do fundo
Das suas goelas,
Só vemos o céu, estreitamente, através de suas
empinadas gargantas ressecadas
Para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
À janela onde trabalho
Há uma grande árvore...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore... Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde... Ah,
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!
(Mario Quintana. In: Literatura comentada. São Paulo: Nova Cultural, 1990.)
Uma paráfrase possível para o verso “Para que lhes serviu beberem tanta luz?!” está indicada em: