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Q3864349 Matemática

Considere



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Com base no exposto, é correto afirmar que o produto A. B é igual a

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Q3864348 Matemática
Considerando um grupo formado por 20 bombeiros, entre os quais estão Augusto e Valter, deseja-se organizá-lo aleatoriamente em uma única fila para a realização de uma atividade coletiva. Qual é a probabilidade de que, na formação dessa fila, haja exatamente 10 bombeiros posicionados entre Augusto e Valter? 
Alternativas
Q3864347 Estatística
A tabela a seguir apresenta os valores das pressões médias da água (em psi) e os seus respectivos desvios-padrão para cinco diferentes tipos de mangueiras utilizadas no combate a incêndios:


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Com base nos dados apresentados e considerando o coeficiente de variação como medida de dispersão relativa, o tipo de mangueira que apresenta a maior dispersão em torno da sua respectiva pressão média é a mangueira do tipo
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Q3864346 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
Considerando o seguinte excerto: “Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria.”, é correto afirmar que
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Q3864345 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3864344 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
Considere o trecho a seguir:

“Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.”

A expressão em destaque, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, pelos seguintes conectivos, EXCETO
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Q3864343 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
Em relação ao uso da ortografia oficial, bem como ao uso da vírgula, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) No trecho “Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região.”, as vírgulas foram utilizadas para isolar uma sentença com valor recapitulativo.
( ) Em “[…] relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.”, o hífen empregado na expressão destacada se justifica pela formação de um novo vocábulo composto.
( ) No trecho “O significado original da palavra é ‘templo dedicado às musas’ — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência.”, o travessão foi empregado para isolar uma expressão distributiva.
( ) No trecho “Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%.”, a vírgula empregada em “Em Ciências, 55%.” marca a omissão (elipse) do verbo “são”.
Alternativas
Q3864342 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
Assinale a alternativa cujo conectivo tenha o mesmo valor concessivo da expressão destacada a seguir:

“Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática [...]”.
Alternativas
Q3864341 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
Assinale a alternativa cujo termo em destaque exerce a mesma função do termo destacado a seguir “O significado original da palavra é ‘templo dedicado às musas’ — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência.”. 
Alternativas
Q3864340 Português
A Biblioteca de Alexandria não foi destruída pelo fogo, mas pelo esquecimento

Por Bruno Vaiano


"Há crimes piores do que queimar livros. Não lê-los é um deles." – Ray Bradbury.


    Três séculos antes de Cristo, Alexandre, o Grande, conquistou o Egito e mandou erguer, do zero, uma metrópole no litoral norte do país. Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região. A estética faraônica clichê, dourada e azul, prevaleceu por lá (bem como o hábito egípcio de os nobres se casarem entre irmãos, à moda Cersei em Game of Thrones). Mas esse novo Egito Antigo, assim como o próprio Alexandre, tinha uma pinta grega inegável.

    O sucessor de Alexandre, o Grande, por aquelas bandas, nomeado Ptolomeu I, ordenou a construção de um centro de ensino e pesquisa em Alexandria para atrair a elite intelectual da época. Tipo uma versão helênica e antiquíssima do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde monstros sagrados das exatas como Einstein, Gödel e Neumann trabalharam juntos na década de 1950.

    O nome dessa instituição era Mouseion. Em português, “Museu”. O significado original da palavra é “templo dedicado às musas” — as deusas do panteão grego que, na tradição helênica, inspiravam as artes, a literatura e a ciência. Essa também é a origem etimológica de “música”, diga-se. Compôs uma bela canção? Legal, mas não foi bem você. Tudo que é belo emana dessas divas – artistas são só os meros mortais que, volta e meia, têm o privilégio de receber um download de versos do Olimpo.

    A Biblioteca de Alexandria acabou se tornando o mais famoso dos prédios desse complexo. Bibliotecas não eram novidade. Já existiam na Suméria; são quase tão antigas quanto a escrita em si. Mas essa almejava um passo além: Ptolomeu queria uma cópia de cada obra já escrita na Terra. Por isso, os tripulantes de toda embarcação que aportava em Alexandria eram forçados, por decreto, a fornecer ao Museu os pergaminhos que tivessem a bordo – que então eram copiados por escribas e armazenados na coleção. Deu certo.

    Essa Harvard ptolomaica prosperou por séculos, e não acabou por causa de um incêndio – nem qualquer outro ato pontual de vandalismo. Júlio César danificou parte da coleção quando sitiou Alexandria e ateou fogo ao porto, em 48 a.C. Mas, nessa época, o Museu já havia perdido prestígio e os acadêmicos preferiam trabalhar em outros lugares.

    Em 297 d.C., quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais: as últimas evidências inequívocas da contratação de funcionários datam de 260 d.C.

    Não era fácil sustentar um exército de bibliotecários e escribas copistas para manter a coleção atualizada, higiênica e catalogada. Bastava um fiapo de desinteresse coletivo para a coisa degringolar. O território egípcio mudou de mãos e crenças muitas vezes ao longo da História – os califados árabes vieram por último e estabeleceram sua capital intelectual em Bagdá, relegando Alexandria à periferia do avanço científico-tecnológico durante a Idade Média.

    O fato é que você não precisa atear fogo a um livro para queimá-lo. O conhecimento não desaparece da noite para o dia só porque seu suporte material foi destruído.

    Hoje, qualquer sebo parrudo contém mais conhecimento do que a Biblioteca de Alexandria. Mesmo assim, 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de conhecimento sobre Matemática que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera mínimo para que se possa exercer a cidadania satisfatoriamente.

    Na avaliação de Leitura, são 50%. Em Ciências, 55%. Mais da metade da população em idade escolar do País, nas palavras dos organizadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tem algum prejuízo na hora de “participar plenamente da vida social, econômica e cívica em um mundo globalizado”.

    Pode soar o alarme: nossa biblioteca está (metaforicamente) em chamas.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/a-biblioteca-dealexandria-nao-foi-destruida-pelo-fogo-mas-pelo-esquecimento/. Acesso em: 28 mai. 2025.  
No trecho “[…] quando Diocleciano incendiou a cidade novamente para conter uma rebelião, é provável que o prédio original da Biblioteca já não existisse mais [...]”, a oração em destaque 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537327 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Assinale a alternativa incorreta no tocante às disposições contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei nº 8.069/90.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537326 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Nenhuma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos poderá viajar para fora da comarca onde reside desacompanhado dos pais ou dos responsáveis sem expressa autorização judicial. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirmar que a autorização não será exigida quando ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537325 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa correta quanto à apresentação dos três elementos que compõem o triângulo do fogo e à interação entre estes três elementos, formando o tetraedro do fogo.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537324 Segurança e Transporte
“Uma das suas características de ação para o combate a incêndios é a de agir em profundidade nos materiais combustíveis e de ser uma ótima absorvedora de energia térmica”. Assinale a alternativa que apresenta qual é a classe extintora e o agente extintor que correspondem a tal característica descrita.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537323 Segurança e Transporte
Em um incêndio numa loja comercial, é possível verificar que dentre os materiais queimando há bastante óleo de motor e alguns equipamentos elétricos energizados espalhados. Assinale a alternativa que apresenta as classes de incêndio para os materiais queimando acima, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537322 Segurança e Transporte
O método de extinção de incêndio em materiais que estão envolvidos em eletricidade deve ser feito com o agente extintor CO2 (Dióxido de Carbono). Assinale a alternativa correta quanto ao método de extinção relacionado a este agente extintor.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537321 Segurança e Transporte
Um incêndio está em sua fase inicial, caracteriza-se por ______. Porém, se não houver ação de combate nesta fase, o incêndio se propagará para todas a edificação por meio das três possíveis formas de propagação do calor, que são ______, ______ e ______. Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537320 Segurança e Transporte
O fogo (combustão) ocorre por meio de uma reação química de ______, ______, que libera ______, calor, fumaça e outros gases. Sobre o conceito da combustão, assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537319 Legislação Estadual
Os recursos de segurança contra incêndio são ferramentas importantes para a preservação da vida e do patrimônio da população, assim, são requisitos mínimos a iluminação de emergência, ______, ______, ______, os sistemas de proteção por extintores. Segundo o decreto vigente de segurança contra incêndio no Paraná, assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537318 Legislação Estadual
Em uma ocupação, é possível se estabelecer a carga de incêndio dentro da edificação quanto ao risco leve, moderado e elevado. Assinale a alternativa correta quanto a carga, em MJ/m², para cada risco citado acima.
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: D
64: A
65: D
66: E
67: A
68: D
69: A
70: C
71: B
72: D
73: A
74: D
75: A
76: C
77: C
78: E
79: D
80: C