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Q4192058 Geografia
Uma visita às lápides expostas no continente Norte-Americano, desde os Estados Unidos até o Canadá e o Alasca, revela que as taxas de intemperismo, tanto químico quanto físico, variam. Lápides antigas na Flórida (EUA) sofrem intensa alteração química, mas aquelas de mesma idade no Sudoeste Norte-Americano são dificilmente afetadas. Por sua vez, lápides em regiões do ártico mostram bem menos alteração química que aquelas do Sudoeste Norte- -Americano.
(GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a Terra. 6a ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. Adaptado)


De acordo com o texto, as taxas de intemperismo, tanto químico como físico, variam
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Q4192056 Geografia
As categorias analíticas que dão conta da totalidade social em sua espacialização permitem, sem receio de cair no empirismo, iniciar o estudo da organização espacial de uma sociedade em um dado momento de sua história.
(CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1991. Adaptado)

As categorias analíticas mencionadas no texto são:
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Q4192055 Geografia
É necessário apontar e ressaltar que o debate sobre a natureza do conceito inicia-se em um momento em que o mundo, sob a égide do capitalismo industrial, já está simultaneamente unificado e dividido, podendo-se falar em uma economia mundial. A História de cada porção da superfície terrestre não é mais autônoma mas dependente, em maior ou menor grau, de processos gerais, universais. A globalização, etapa superior da espacialidade capitalista, que emergirá a partir do final da Segunda Guerra Mundial, torna mais complexa ainda a fragmentação articulada da superfície terrestre. A fragmentação exprime-se na divisão territorial do trabalho que se caracteriza diretamente por especializações produtivas, mas também por outras características sociais, culturais e políticas espacialmente variáveis. A articulação, por sua vez, exprime-se pelos diversos fluxos materiais e imateriais que percorrem a superfície terrestre, integrando pontos e áreas diversos.
(CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado)

O debate apresentado no texto refere-se ao conceito de
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Q4192054 Geografia
Centrando a sua análise geopolítica na vasta massa terrestre contígua compreendida pela Europa Oriental e a Ásia, o autor identifica, logo de início, um fenômeno para ele fundamental: o evidente contraste entre as dimensões do território russo e dos demais Estados da Europa Ocidental. Relacionando as características climáticas e topográficas com os movimentos de população e incursões dos povos dessa região em direção ao Ocidente, o autor conclui pela existência de um autêntico “domínio terrestre”, relativamente pouco povoado, mas dotado de características que permitiram aos seus povos estenderem a sua influência na Europa Ocidental às demais regiões asiáticas e até mesmo ao norte da África. Essa massa terrestre, com aproximadamente 54,4 milhões de km2 de terras contíguas, possuiria, segundo ele, uma “área core”, um espaço central, por ele chamado de coração continental.

(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2a ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)

Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.

Essa teoria pertence a
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Q4192052 Geografia
O conceito de espaço, em Ratzel, é visto como base indispensável para a vida do homem, encerrando as condições de trabalho, quer naturais, quer aqueles socialmente produzidos. Como tal, o domínio do espaço transforma- -se em elemento crucial na história do Homem. Assim, Ratzel desenvolve dois conceitos fundamentais em sua antropogeografia.
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)


Trata-se do conceito de território e de espaço vital, ambos com fortes raízes na
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Q4192051 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) está organizada com base nos principais conceitos da Geografia contemporânea, diferenciados por níveis de complexidade. Embora o espaço seja o conceito mais amplo e complexo da Geografia, é necessário que os alunos dominem outros conceitos mais operacionais e que expressam aspectos diferentes do espaço geográfico.

(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf. Acesso em 09.04.2026)


Segundo a BNCC, os conceitos mais operacionais que expressam aspectos diferentes do espaço geográfico, pertinentes aos alunos do Ensino Fundamental, são
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Q4192046 Geografia
De sua posição geográfica resultou uma fortíssima entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento quase permanente de massa de ar úmido, de grande estoque de nebulosidade, de baixa amplitude térmica anual e de ausência de estações secas pronunciadas em quase todos os seus subespaços regionais, do golfão Marajoara até a face oriental dos Andes. Enfim, este domínio traz para o homem um clima úmido e cálido, com temperaturas altas porém suportáveis, chuvas rápidas e concentradas, muitos períodos desprovidos de precipitações e raros dias de chuvas consecutivas.
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)

O excerto se refere ao Domínio
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Q4192034 História
Leia o texto a seguir:

Os vitoriosos de 1930 formavam um grupo bastante heterogêneo, tanto do ponto de vista social como do ponto de vista político. Se o combate às oligarquias tradicionais era o que se poderia chamar de um objetivo em comum, o mesmo não se pode dizer em relação às expectativas dos diferentes atores envolvidos no movimento. Assim, enquanto os setores oligarcas dissidentes mais tradicionais desejavam um maior atendimento à sua área e maior soma de poder, com um mínimo de transformações, os quadros civis mais jovens almejavam a reforma do sistema político, os tenentes defendiam a centralização do poder e a introdução de reformas sociais, e os setores vinculados ao Partido Democrático tinham como meta o controle do governo paulista, além da efetiva adoção de princípios liberais.
(Marieta de Moraes Ferreira e Surama Conde Sá Pinto, “A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930”, em Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado [orgs.], O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico – vol. 1: da Proclamação da República à Revolução de 1930)

O quadro apresentado no excerto, sobre os vitoriosos da Revolução de 1930, explica a constituição de uma forma política entendida como
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Q4192025 Meio Ambiente
Leia o texto a seguir:

Área da crosta terrestre na qual as radiações cósmicas são transformadas em energia elétrica, química, mecânica, térmica etc., todas elas consideradas eficazes para a vida. Essa camada compreende a troposfera, a litosfera e a hidrosfera, constituindo um espaço onde a vida se manifesta, se desenvolve e se reproduz. Caracteriza-se por uma infinidade de habitats e pela imensa variedade de organismos, distribuídos de forma desigual no planeta. Revela-se fundamental para a compreensão das paisagens, dos biomas e das relações entre sociedade e natureza.
(José Bueno Conti e Sueli Angelo Furlan, “Geoecologia: o clima, os solos e a biota”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil)


A que conceito o texto se refere?
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Q4191444 Português
As dificuldades para lidar com o que o destino nos traz


      Não é trivial analisar, ao menos a meus olhos míopes, a complexidade do mundo de hoje, e, menos ainda, ter claro como deveríamos lidar com o que há, e com o que o destino nos traz. Uma provocação interessante seria explorar eventuais conexões entre “fato” (aquilo que foi feito), “fado” (destino, aquilo que foi dito, postulado por alguma transcendência) e “fatalidade”, um acontecimento vivido como destino.

      Quando sentimos a serenidade abalada, vem à memória o torturado solilóquio* de Hamlet: o dilema entre sofrer passivamente as flechas da fortuna**, ou postar-se contra o mar de aflições. O célebre trecho não refletiria uma opção entre coragem e covardia, mas entre duas atitudes diante da fatalidade. Hamlet sabe que “o mar” não pode ser derrotado e hesita, não porque teme agir, mas porque sabe que sua ação não resolverá o mundo. A pergunta dele talvez não seja “o que se deve escolher?”, mas “como viver com o que não escolhemos?”.

     Para os estoicos, o destino não é capricho dos deuses, mas uma necessidade racional do cosmos. A ética consistiria em viver de acordo com a natureza, aceitar o que não depende de nós e agir virtuosamente no que depende. O estoico não se queixa, rejeita o ressentimento e mantém a dignidade sem ilusões; o mundo seria, no fundo, compreensível, e a serenidade, possível.

   Uma terceira via, que seguiria sem rebelar-se ao fado, nem tentar sua “domesticação” via razão, seria a adotada por Nietzsche: o “amor fati”, literalmente “amor ao destino”, amor ao mundo como é, sem buscar desculpas. Em Ecce Homo, ele afirma: “Minha receita para a grandeza do ser humano (amor fati) é não querer nada diferente, nem para frente, nem para trás, por toda a eternidade. Não apenas suportar o necessário, ou justificá-lo, mas amá-lo”. Assumir o destino como fato, e responder por ele, sem a resignação estoica, nem a hesitação hamletiana. Não se questiona se o mundo é justo, racional ou digno; pergunta-se apenas se somos capazes de afirmá-lo. Amor fati – amar o destino – seria a recusa radical ao álibi. Não cabe dizer “tudo acontece por alguma razão”, mas sim afirmar “isto aconteceu – e eu o assumo”. Amar o destino é tratar o fado como se fato fosse, não no sentido de tê-lo causado, mas em responder por ele.

      Amenizando, haveria talvez ainda outra resposta, bem menos rebuscada e muito mais conhecida, que veio de um conjunto musical nos anos 70. Ela nos tranquiliza lembrando-nos que, quando estamos em tempos de tribulação, “… a mãe Maria vem a mim e me diz, com palavras de sabedoria, ‘deixa estar’”… Let it be!


(Demi Getschko, “As dificuldades para lidar com o que o destino nos traz”,
O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/
economia/demi-getschko/as-dificuldades-para-lidar-como-que-o-destino-nos-traz/. Adaptado)
Desenvolvendo o tema sinalizado no título, o autor se vale de recursos que respondem pela coerência textual, tais como
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Q4191085 Veterinária
O controle químico de escorpiões em ambientes urbanos é considerado tecnicamente complexo e, muitas vezes, desaconselhado como estratégia isolada.
A eficácia limitada dos inseticidas residuais e os riscos associados à sua aplicação devem-se, primordialmente à
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Q4191084 Veterinária
No planejamento de um programa de Manejo Integrado de Pragas em uma Unidade Militar, o médico veterinário deve distinguir as medidas de caráter preventivo das medidas corretivas, fundamentando-se na biologia das espécies de roedores sinantrópicos mais comuns no Brasil.
Sobre as estratégias de controle e as particularidades biológicas desse grupo, é correto afirmar que
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Q4191083 Veterinária
A erliquiose monocítica canina apresenta uma fase crônica severa que pode resultar em falência medular.
Um achado laboratorial característico dessa fase, decorrente da hipoplasia induzida pelo agente, é a
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Q4191082 Veterinária
Um médico-veterinário prestou assistência regular a um cão e não recebeu os honorários correspondentes, razão pela qual decidiu suspender voluntariamente seus serviços, conforme lhe faculta o Código de Ética. Dias depois, o mesmo cliente retorna com o animal em evidente estado de choque hipovolêmico, caracterizando perigo imediato à vida. O profissional recusa o atendimento e orienta o cliente a buscar outro colega.
Com base no Código de Ética Veterinária, essa conduta é
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Q4191081 Veterinária
Um equino militar é excluído da carga da Organização Militar por meio do ato administrativo de “Reforma”.
De acordo com as normas de remonta, esse processo ocorre prioritariamente quando 
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Q4191080 Veterinária
Considerando a permanência de animais silvestres em Organizações Militares.
Quando uma unidade é autorizada a manter um mantenedouro de fauna ou um criadouro científico, a responsabilidade técnica (RT) perante os órgãos ambientais recai obrigatoriamente sobre
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Q4191079 Veterinária
Em um estudo epidemiológico sobre a eficácia de uma vacina em cães militares, o pesquisador observa que uma terceira variável está associada tanto à exposição (vacina) quanto ao desfecho (doença), podendo distorcer a associação real.
Esse fenômeno técnico é definido como: 
Alternativas
Q4191078 Veterinária
Segundo o Regulamento de Segurança dos Alimentos das Forças Armadas – MD42‑R‑01 (2ª Edição, 2023), no ato do recebimento de carne bovina resfriada entregue por fornecedores, o lote deverá ser rejeitado se a temperatura do produto no centro da massa for superior a
Alternativas
Q4191077 Veterinária
Na anestesia geral intravenosa em equinos, o uso de agonistas alfa-2 adrenérgicos (como a xilazina) na medicação pré-anestésica é frequente.
Um efeito cardiovascular característico e clinicamente esperado após a administração intravenosa rápida de xilazina nesta espécie é:
Alternativas
Q4191076 Veterinária
O Código Nacional de Corridas (CNC), aprovado pela Portaria MAPA nº  526/2022, estabelece a classificação das substâncias dopantes em quatro grupos, considerando sua ação farmacológica predominante.
Com base exclusivamente nesse documento oficial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
61: C
62: A
63: D
64: B
65: E
66: C
67: A
68: A
69: B
70: D
71: D
72: A
73: E
74: E
75: D
76: B
77: E
78: C
79: A
80: D