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Q1623318 Português
TV a Serviço da Tecnologia e do Racismo


      Os meios de comunicação, todos eles, têm sido braço direito e esquerdo da propagação das tecnologias da estrutura racista. Isso é uma verdade que se pode confirmar com absoluta facilidade em todos os veículos de comunicação disponíveis, em especial a televisão.
   O poderoso e influente jornalista Assis Chateaubriand foi o responsável pela primeira transmissão televisiva no Brasil, em 18 de setembro de 1950, pela TV Tupi, em São Paulo. No ano seguinte, seria a vez de o Rio de Janeiro ser contemplado com essa novíssima ferramenta, viabilizada por recursos importados dos Estados Unidos. O Brasil, então, passou a ser o quarto país do mundo a operar esse tipo de veículo, ficando atrás apenas da Inglaterra, França e dos próprios Estados Unidos. O país seguia pouco mais de meio século de pós-abolição. Uma pós-abolição que ora tentava se livrar das sobras humanas, cuja exploração explícita já não era mais permitida pela lei, ora se valia da fragilidade dessas sobras vivas para prosseguir com os acúmulos de riqueza construída à custa da exploração histórica e não reparada. [...]


(Joice Beth, Le Monde Diplomatique Brasil, junho/2017, p. 38. Adaptado.)
Com relação à palavra “sobras” citada na última frase do texto, é correto afirmar que refere:
Alternativas
Q1623317 Português
O texto abaixo, uma transcrição da fala em vídeo do youtuber Felipe Castanhari, é referência para a questão.


Olá, meus queridos amigos. Tudo bem com vocês? Eu sou Felipe Castanhari. E vocês devem ouvir falar muito sobre a tal guerra na Síria. Que estamos o tempo todo na tevê e na internet. E eu notei que a grande maioria das pessoas não fazem ideia do que tá rolando. Por que uma galera tá enchendo os barcos com risco de morrer só pra sair de um país? Mano, o que está acontecendo? Basicamente, o que tá rolando ali é uma guerra civil que está devastando o país. São centenas de milhares de pessoas mortas. E tem muita gente desesperada tentando sair desta M. Pessoas que perderam suas casas, perderam suas famílias estão tentando deixar o país a procura de uma vida decente. Mas como assim, a Síria chegou nessa situação de M.? Vamos imaginar que a Síria é um grande colégio, uma grande escola. E esse colégio é governado por um cara chamado Bashar al-Assad, que está comandando esse grande colégio desde 2000. Antes disso, quem comandava esse grande colégio era seu pai, um rapaz chamado Hafez alAssad. Digamos que a democracia não é um conceito muito cultuado nesse colégio, porque é a mesma família que manda naquela P. há 40 anos. Só que aconteceu uma grande M. em 2011 e tudo mudou. Lembra que estamos fazendo de conta que a Síria é um grande colégio, certo? Então temos várias turmas no ensino médio. Cada uma delas com 30 alunos mais ou menos. Ninguém gostava do diretor, do dono da escola. Só que mesmo assim o pessoal ficava meio de boa. Ficava todo mundo meio que passando de ano, sabe? [...] Só que em 2011 a galera de uma das salas resolveu descer pro pátio e protestar contra o diretor. Porque ele dava meio que uns privilégios só pra umas turmas. E o resto do colégio meio que se F., meio que se F. legalmentis. Então, tinha uma galera que tava meio cansada disso e foi lá pro pátio protestar. Eles foram lá e fizeram um protesto pacífico. Ele chegou lá e viu aquela confusão no pátio e resolveu expulsar todo mundo que tava ali protestando. [...] Meteu bala geral. [...] Só que foi aí que começou a virar uma loucura, porque as próprias salas começaram a se dividir. Então ao invés do colégio inteiro partir pra cima do diretor, eles começaram meio que formar panelinhas. E quando as panelinhas se encontravam no pátio, elas começavam a brigar entre elas. [...] Véio, isso é um P. absurdo [...]. Pessoal, vamo entender isso. As pessoas preferem arriscar suas vidas e morrer afogado no mar do que ficar lá na Síria. Olha a M. que tá acontecendo. [...] Além de ter bombardeio, as pessoas de Alepo, a principal cidade do conflito da Síria, elas estão sem água, sem comida, remédios, energia elétrica. Alepo virou um verdadeiro inferno. E a gente pode fazer um pouquinho mais do que ficar indignado. Talvez isso esteja muito longe da gente. Mas a gente aqui no Brasil tem como ajudar. Existem várias entidades como a Unicef que estão fazendo um trabalho de socorro aos civis na Síria, especialmente as crianças, galera. A gente pode fazer doações para essas entidades. E às vezes uma pequena quantia pra você pode fazer uma P. diferença pruma criança lá na guerra. 
A fala do youtuber Felipe Castanhari tem características fortes da oralidade, que são diferentes das características da variante escrita da língua. Assinale a alternativa que apresenta uma comparação correta.
Alternativas
Q1623315 Português
O texto abaixo, uma transcrição da fala em vídeo do youtuber Felipe Castanhari, é referência para a questão.


Olá, meus queridos amigos. Tudo bem com vocês? Eu sou Felipe Castanhari. E vocês devem ouvir falar muito sobre a tal guerra na Síria. Que estamos o tempo todo na tevê e na internet. E eu notei que a grande maioria das pessoas não fazem ideia do que tá rolando. Por que uma galera tá enchendo os barcos com risco de morrer só pra sair de um país? Mano, o que está acontecendo? Basicamente, o que tá rolando ali é uma guerra civil que está devastando o país. São centenas de milhares de pessoas mortas. E tem muita gente desesperada tentando sair desta M. Pessoas que perderam suas casas, perderam suas famílias estão tentando deixar o país a procura de uma vida decente. Mas como assim, a Síria chegou nessa situação de M.? Vamos imaginar que a Síria é um grande colégio, uma grande escola. E esse colégio é governado por um cara chamado Bashar al-Assad, que está comandando esse grande colégio desde 2000. Antes disso, quem comandava esse grande colégio era seu pai, um rapaz chamado Hafez alAssad. Digamos que a democracia não é um conceito muito cultuado nesse colégio, porque é a mesma família que manda naquela P. há 40 anos. Só que aconteceu uma grande M. em 2011 e tudo mudou. Lembra que estamos fazendo de conta que a Síria é um grande colégio, certo? Então temos várias turmas no ensino médio. Cada uma delas com 30 alunos mais ou menos. Ninguém gostava do diretor, do dono da escola. Só que mesmo assim o pessoal ficava meio de boa. Ficava todo mundo meio que passando de ano, sabe? [...] Só que em 2011 a galera de uma das salas resolveu descer pro pátio e protestar contra o diretor. Porque ele dava meio que uns privilégios só pra umas turmas. E o resto do colégio meio que se F., meio que se F. legalmentis. Então, tinha uma galera que tava meio cansada disso e foi lá pro pátio protestar. Eles foram lá e fizeram um protesto pacífico. Ele chegou lá e viu aquela confusão no pátio e resolveu expulsar todo mundo que tava ali protestando. [...] Meteu bala geral. [...] Só que foi aí que começou a virar uma loucura, porque as próprias salas começaram a se dividir. Então ao invés do colégio inteiro partir pra cima do diretor, eles começaram meio que formar panelinhas. E quando as panelinhas se encontravam no pátio, elas começavam a brigar entre elas. [...] Véio, isso é um P. absurdo [...]. Pessoal, vamo entender isso. As pessoas preferem arriscar suas vidas e morrer afogado no mar do que ficar lá na Síria. Olha a M. que tá acontecendo. [...] Além de ter bombardeio, as pessoas de Alepo, a principal cidade do conflito da Síria, elas estão sem água, sem comida, remédios, energia elétrica. Alepo virou um verdadeiro inferno. E a gente pode fazer um pouquinho mais do que ficar indignado. Talvez isso esteja muito longe da gente. Mas a gente aqui no Brasil tem como ajudar. Existem várias entidades como a Unicef que estão fazendo um trabalho de socorro aos civis na Síria, especialmente as crianças, galera. A gente pode fazer doações para essas entidades. E às vezes uma pequena quantia pra você pode fazer uma P. diferença pruma criança lá na guerra. 
Segundo a argumentação do texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) A analogia entre a guerra na Síria e o funcionamento de um colégio expõe o atual estado de conflito interno no país.
( ) Os riscos que os sírios enfrentam, sem condições de infraestrutura básica, sustenta o apelo à ajuda humanitária.
( ) A fragmentação das facções de resistência ao governo é apresentada como a causa da distribuição de privilégios pelo governo sírio entre seus aliados.
( ) Felipe Castanhari explicita seu posicionamento em relação à guerra na Síria com a frase “Véio, isso é um P. absurdo”.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1623314 Português
 O texto abaixo é referência para a questão.

      A crise final da escravidão, no Brasil, deu lugar ao aparecimento de um modelo novo de resistência, a que podemos chamar quilombo abolicionista. No modelo tradicional de resistência à escravidão, o quilombo-rompimento, a tendência dominante era a política do esconderijo e do segredo de guerra. Por isso, esforçavam-se os quilombolas exatamente para proteger seu dia a dia, sua organização interna e suas lideranças de todo tipo de inimigo, curioso ou forasteiro, inclusive, depois, os historiadores.
        Já no modelo novo de resistência, o quilombo abolicionista, as lideranças são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulados politicamente. Não mais os grandes guerreiros do modelo anterior, mas um tipo novo de liderança, uma espécie de instância de intermediação entre a comunidade de fugitivos e a sociedade envolvente. Sabemos hoje que a existência de um quilombo inteiramente isolado foi coisa rara. Mas, no caso dos quilombos abolicionistas, os contatos com a sociedade são tantos e tão essenciais que o quilombo encontra-se já internalizado, parte do jogo político da sociedade mais ampla.


(Quilombo abolicionista – cap. 1; p. 11. SILVA, Eduardo: As Camélias do Leblon e a abolição da escravatura: uma investigação de história cultural. SP: Cia das Letras, 2003.)
Assinale a alternativa em que o ‘se’ apresenta a mesma função que a do termo sublinhado na sequência “Por isso, esforçavam-se os quilombolas exatamente para proteger seu dia a dia [...]”.
Alternativas
Q1623312 Português
 O texto abaixo é referência para a questão.

      A crise final da escravidão, no Brasil, deu lugar ao aparecimento de um modelo novo de resistência, a que podemos chamar quilombo abolicionista. No modelo tradicional de resistência à escravidão, o quilombo-rompimento, a tendência dominante era a política do esconderijo e do segredo de guerra. Por isso, esforçavam-se os quilombolas exatamente para proteger seu dia a dia, sua organização interna e suas lideranças de todo tipo de inimigo, curioso ou forasteiro, inclusive, depois, os historiadores.
        Já no modelo novo de resistência, o quilombo abolicionista, as lideranças são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulados politicamente. Não mais os grandes guerreiros do modelo anterior, mas um tipo novo de liderança, uma espécie de instância de intermediação entre a comunidade de fugitivos e a sociedade envolvente. Sabemos hoje que a existência de um quilombo inteiramente isolado foi coisa rara. Mas, no caso dos quilombos abolicionistas, os contatos com a sociedade são tantos e tão essenciais que o quilombo encontra-se já internalizado, parte do jogo político da sociedade mais ampla.


(Quilombo abolicionista – cap. 1; p. 11. SILVA, Eduardo: As Camélias do Leblon e a abolição da escravatura: uma investigação de história cultural. SP: Cia das Letras, 2003.)
Com base no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1623311 Português

Texto A:


A era dos memes na crise política atual

   Seria cômico, se não fosse trágico, o estado de irreverência do brasileiro frente à crise em que o país encontra-se imerso. A nossa capacidade de fazer piada de nós mesmos e da acentuada crise político-econômica atual nos instiga a refletir se estamos “jogando a toalha” ou se este é apenas um “jeitinho brasileiro” de encarar a realidade. A criatividade de produzir piadas, memes e áudios engraçados expõe um certo tipo de estratégia do brasileiro para lidar com situações de conflito: “Tira a Dilma. Tira o Aécio. Tira o Cunha. Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota um fio dental, morena você é tão sensual”. Eis uma das milhares de piadas que circulam nas redes sociais e que, de forma irreverente, estimulam o debate. Não há aquele que não se divirta com essa piada ou outra congênere; que não gargalhe diante dos diversos textos engraçados que circulam por meio de postagens ou mensagens de celular, independentemente do grau de escolaridade de quem compartilha. Seja por meio do deboche e do riso, é de “notório saber” que todas as classes estão conscientes da gravidade da situação e que, por conseguinte, concordam que medidas enérgicas precisam ser tomadas. A diferença está na forma ideologicamente defendida para a tomada de medidas.

   A “memecrítica” é uma categoria de crítica social que tem causado desconforto nos políticos e membros dos poderes judiciário e executivo, estimulando, inclusive, tentativas frustradas de mapeamento e controle do uso da internet por parte dos internautas. [...]

  Por outro lado, questionar as contradições presentes apenas por meio da piada, em certo aspecto politizada, não garante mudanças sociais de grande impacto.

   Esses manifestos e/ou críticas de formas isoladas (ou uníssonas) podem, mesmo sem intenção, relegar os cidadãos brasileiros a um estado de inércia, a uma condição de estado permanente de sonolência eterna em “berço esplêndido”. Já os manifestos, protestos e/ou passeatas nas ruas e demais enfrentamentos em espaços de poder instituídos ainda são os mecanismos mais eloquentes e potenciais para contrapor discursos e práticas opressoras que contribuem para o caos social. É preciso o tête-à-tête, o diálogo crítico e reflexivo em casa, na comunidade e demais ambientes socioculturais. Entretanto, um diálogo respeitoso, cordial, que busca a alteridade. Que apresente discordâncias, entretanto respeite a opinião divergente, sem abrir mão da ética e do respeito aos direitos humanos.

(Luciano Freitas Filho – Carta Capital (adaptado), junho/2017. Disponível em:  <http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/07/era-dos-memes-nacrise-politica-atual/>.)


Texto B:


   Glória Pires incapaz de opinar no Oscar, Eduardo Jorge, Tapa na pantera, Luisa Marilac, Japonês da federal, John Travolta confuso, diferentona, cala a boca Galvão, Nissim Ourfali, Winona Ryder em choque, e tantos outros memes e virais – que costumam ser tratados como mera zoeira, simplesmente uma das mil manias derivadas da internet – passaram a ser tratados como peças de museu, literalmente. Criado como um projeto do curso de Estudos de Mídia na Universidade Federal Fluminense (UFF), o Museu dos Memes leva justamente a zoeira a sério. […]

   Ainda que sejam tratados como besteira, para o criador e coordenador do museu, Viktor Chagas, os memes possuem, para além de sua função cômica, uma função social – basta olhar para as diversas hashtags de denúncia em causas como dentro do movimento negro e feminista para entender que tal lógica possui mais desdobramentos, possibilidades e sentidos do que imaginamos em seu aspecto mais pueril.

(Disponível em:  <http://www.hypeness.com.br/2017/05/o-museu-de-memes-e-brasileiro-e-e-a-melhor-forma-de-eternizar-a-zueira-que-abunda-nainternet/>. . Acesso em 29/09/17) 

O que distingue centralmente o texto A do texto B é:
Alternativas
Q1623310 Português

O texto serve de referência para a questão.


     Glória Pires incapaz de opinar no Oscar, Eduardo Jorge, Tapa na pantera, Luisa Marilac, Japonês da federal, John Travolta confuso, diferentona, cala a boca Galvão, Nissim Ourfali, Winona Ryder em choque, e tantos outros memes e virais – que costumam ser tratados como mera zoeira, simplesmente uma das mil manias derivadas da internet – passaram a ser tratados como peças de museu, literalmente. Criado como um projeto do curso de Estudos de Mídia na Universidade Federal Fluminense (UFF), o Museu dos Memes leva justamente a zoeira a sério. […]

     Ainda que sejam tratados como besteira, para o criador e coordenador do museu, Viktor Chagas, os memes possuem, para além de sua função cômica, uma função social – basta olhar para as diversas hashtags de denúncia em causas como dentro do movimento negro e feminista para entender que tal lógica possui mais desdobramentos, possibilidades e sentidos do que imaginamos em seu aspecto mais pueril.

(Disponível em: <http://www.hypeness.com.br/2017/05/o-museu-de-memes-e-brasileiro-e-e-a-melhor-forma-de-eternizar-a-zueira-que-abunda-nainternet/>. Acesso em 29/09/17)

Com base no texto B, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) A função cômica, própria dos memes, é apresentada como atenuante da função social, que também é própria deles.
( ) O autor do texto antecipa-se a uma avaliação negativa acerca dos memes e apresenta contra-argumento em relação a ela.
( ) Os exemplos de memes como peças de museu, apresentados no início do texto, servem de sustentação à ideia de paradoxo entre zoeira e seriedade.
( ) O autor apresenta a denúncia em causas como a feminista e a do movimento negro para explicitar a lógica de funcionamento das hashtags.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1623309 Português
O texto  serve de referência para a questão.


A era dos memes na crise política atual


          Seria cômico, se não fosse trágico, o estado de irreverência do brasileiro frente à crise em que o país encontra-se imerso. A nossa capacidade de fazer piada de nós mesmos e da acentuada crise político-econômica atual nos instiga a refletir se estamos “jogando a toalha” ou se este é apenas um “jeitinho brasileiro” de encarar a realidade. A criatividade de produzir piadas, memes e áudios engraçados expõe um certo tipo de estratégia do brasileiro para lidar com situações de conflito: “Tira a Dilma. Tira o Aécio. Tira o Cunha. Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota um fio dental, morena você é tão sensual”. Eis uma das milhares de piadas que circulam nas redes sociais e que, de forma irreverente, estimulam o debate. Não há aquele que não se divirta com essa piada ou outra congênere; que não gargalhe diante dos diversos textos engraçados que circulam por meio de postagens ou mensagens de celular, independentemente do grau de escolaridade de quem compartilha. Seja por meio do deboche e do riso, é de “notório saber” que todas as classes estão conscientes da gravidade da situação e que, por conseguinte, concordam que medidas enérgicas precisam ser tomadas. A diferença está na forma ideologicamente defendida para a tomada de medidas.
      A “memecrítica” é uma categoria de crítica social que tem causado desconforto nos políticos e membros dos poderes judiciário e executivo, estimulando, inclusive, tentativas frustradas de mapeamento e controle do uso da internet por parte dos internautas. [...]
        Por outro lado, questionar as contradições presentes apenas por meio da piada, em certo aspecto politizada, não garante mudanças sociais de grande impacto.
      Esses manifestos e/ou críticas de formas isoladas (ou uníssonas) podem, mesmo sem intenção, relegar os cidadãos brasileiros a um estado de inércia, a uma condição de estado permanente de sonolência eterna em “berço esplêndido”. Já os manifestos, protestos e/ou passeatas nas ruas e demais enfrentamentos em espaços de poder instituídos ainda são os mecanismos mais eloquentes e potenciais para contrapor discursos e práticas opressoras que contribuem para o caos social. É preciso o tête-à-tête, o diálogo crítico e reflexivo em casa, na comunidade e demais ambientes socioculturais. Entretanto, um diálogo respeitoso, cordial, que busca a alteridade. Que apresente discordâncias, entretanto respeite a opinião divergente, sem abrir mão da ética e do respeito aos direitos humanos.

(Luciano Freitas Filho – Carta Capital (adaptado), junho/2017. Disponível em: <http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/07/era-dos-memes-nacrise-politica-atual/>.)



Considere as afirmativas abaixo acerca dos usos de aspas presentes no texto:

1. Em “Tira a Dilma, Tira o Aécio, Tira o Cunha, Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota o fio dental, morena você é tão sensual”, as aspas cumprem o papel de demarcar citação.
2. Em “jogando a toalha”, as aspas estão demarcando uma expressão idiomática.
3. Em “memecrítica”, as aspas estão demarcando um deslocamento do sentido usual da palavra.
4. Em “berço esplêndido” as aspas demarcam ironia pela via do recurso da intertextualidade.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1623308 Português
O texto  serve de referência para a questão.


A era dos memes na crise política atual


          Seria cômico, se não fosse trágico, o estado de irreverência do brasileiro frente à crise em que o país encontra-se imerso. A nossa capacidade de fazer piada de nós mesmos e da acentuada crise político-econômica atual nos instiga a refletir se estamos “jogando a toalha” ou se este é apenas um “jeitinho brasileiro” de encarar a realidade. A criatividade de produzir piadas, memes e áudios engraçados expõe um certo tipo de estratégia do brasileiro para lidar com situações de conflito: “Tira a Dilma. Tira o Aécio. Tira o Cunha. Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota um fio dental, morena você é tão sensual”. Eis uma das milhares de piadas que circulam nas redes sociais e que, de forma irreverente, estimulam o debate. Não há aquele que não se divirta com essa piada ou outra congênere; que não gargalhe diante dos diversos textos engraçados que circulam por meio de postagens ou mensagens de celular, independentemente do grau de escolaridade de quem compartilha. Seja por meio do deboche e do riso, é de “notório saber” que todas as classes estão conscientes da gravidade da situação e que, por conseguinte, concordam que medidas enérgicas precisam ser tomadas. A diferença está na forma ideologicamente defendida para a tomada de medidas.
      A “memecrítica” é uma categoria de crítica social que tem causado desconforto nos políticos e membros dos poderes judiciário e executivo, estimulando, inclusive, tentativas frustradas de mapeamento e controle do uso da internet por parte dos internautas. [...]
        Por outro lado, questionar as contradições presentes apenas por meio da piada, em certo aspecto politizada, não garante mudanças sociais de grande impacto.
      Esses manifestos e/ou críticas de formas isoladas (ou uníssonas) podem, mesmo sem intenção, relegar os cidadãos brasileiros a um estado de inércia, a uma condição de estado permanente de sonolência eterna em “berço esplêndido”. Já os manifestos, protestos e/ou passeatas nas ruas e demais enfrentamentos em espaços de poder instituídos ainda são os mecanismos mais eloquentes e potenciais para contrapor discursos e práticas opressoras que contribuem para o caos social. É preciso o tête-à-tête, o diálogo crítico e reflexivo em casa, na comunidade e demais ambientes socioculturais. Entretanto, um diálogo respeitoso, cordial, que busca a alteridade. Que apresente discordâncias, entretanto respeite a opinião divergente, sem abrir mão da ética e do respeito aos direitos humanos.

(Luciano Freitas Filho – Carta Capital (adaptado), junho/2017. Disponível em: <http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/07/era-dos-memes-nacrise-politica-atual/>.)



Considere as avaliações dos memes enquanto prática social e assinale a alternativa que se apresenta coerente com o proposto pelo texto:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343197 Alemão

Considere o seguinte texto:

New York lag bei den Hotelpreisen einmal mehr weltweit an der Spitze

New York lag bei den Hotelpreisen im zweiten Quartal 2017 einmal mehr weltweit an der Spitze. Eine durchschnittliche Zimmerrate von 274 Euro pro Nacht bedeutete im Vergleich zu 2016 sogar nochmals einen Aufschlag von 13,7 Prozent. Zu diesem Ergebnis kam das Hotelportal HRS in seiner vierteljährlichen Hotelpreisanalyse. Betrachtet man Gesamteuropa, lag eine Übernachtung in Oslo mit 217 Euro im Schnitt an der Spitze der untersuchten Städte. Weltweit hatte New York mit 274 Euro die Nase vorn und verzeichnete einen Aufschlag von 13,7 Prozent im Vergleich zu 2016. Am günstigsten nächtigten Reisende für 52 Euro pro Nacht in Kuala Lumpur.

Mit deutlichen Tarifschwankungen innerhalb Europas liegt Lissabon an der Spitze. Die Stadt am Tejo befand sich zwar mit einer durchschnittlichen Übernachtungsrate von 113 Euro preislich in der unteren Hälfte, verzeichnete aber im Vergleich zu 2016 einen Anstieg von 19,9 Prozent. Dicht gefolgt von Madrid mit 17 Prozent (117 Euro pro Nacht) und Prag mit 15 Prozent (92 Euro pro Nacht).

(derstandard.at/2000061446845/Hotelpreise-New-York-bleibt-die-teuerste-Stadt-der-Welt)

om relação ao assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) New York ist die kostengünstigste Reisestadt der Welt.

( ) In Lissabon gab es die gröβte Preissteigerung innerhalb der europäischen Länder.

( ) Lissabon ist im europäischen Vergleich eine relativ billige Reisestadt.

( ) Der Text erwähnt keine Preissenkung in den genannten Städten.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343196 Alemão

Considere o seguinte texto:

Und jetzt auch noch der Economist! In der G20-Woche entschied sich das britische Blatt, nicht etwa Donald Trump als großes globales Problem auf den Titel zu heben, auch nicht das zu hoch verschuldete Italien oder die Britische Insel in ihrer Splendid Isolation. Nein: "Das deutsche Problem" hieß es groß und schwarz auf dem erfolgreichsten Wirtschaftsmagazin der Erde. Unser Handelsüberschuss ______________ die Weltwirtschaft.

Die These ist beliebt, vor allem amerikanische Ökonomen und Politiker wiederholen sie bei jeder Gelegenheit. Bloß wird sie davon nicht besser. Die Begründung geht in etwa so: Die deutsche Exportation steckte rund um die Jahrtausendwende in einer Krise, ______________ unter hoher Arbeitslosigkeit und mangelndem Erfolg auf den Weltmärkten. Also hat sie reagiert. Die Tarifpartner haben die Löhne nur noch moderat ______________ und gleichzeitig die Einsatzzeiten für die Arbeiter flexibilisiert. Und Gerhard Schröder hat mit der Agenda 2010 die Arbeitslosen dazu gedrängt, lieber einen Niedriglohnjob anzunehmen, als von Hartz IV zu leben.

______________ mit anderen Ländern, wurde Arbeit in Deutschland in der Folge deutlich billiger. Das wiederum machte deutsche Autos und Maschinen günstiger, und ihre Hersteller dominierten die Konkurrenz aus Italien oder den USA.

Assinale a alternativa que preenche as lacunas acima, na ordem em que aparecem, formando um texto semântica e gramaticalmente correto.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343195 Alemão

Identifique como gramaticalmente corretas (C) ou incorretas (I) as seguintes afirmativas:

( ) Wenn Thomas Lust gehabt hätte, wäre er auf die Party gegangen.

( ) Trotzdem Karl sehr müde war, ging er in die Schule.

( ) Sie läuft jeden Tag eine Stunde lang den Fluss entlang.

( ) Seitdem ich dich zum ersten Mal gesehen habe, bin ich in dich verliebt.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343194 Alemão

Leia o texto abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. Wenn Sie eine Badehose kaufen wollen, müssen Sie in den 3. Stock gehen.

2. Wenn Sie ihre Geldbörse verloren haben und sie wiederhaben möchten, müssen Sie in den 4. Stock gehen.

3. Wenn Sie einen Reiseführer über München kaufen möchten, müssen Sie in den 2. Stock gehen.

4. Wenn Sie eine Handcreme kaufen möchten, müssen Sie ins Erdgeschoβ gehen.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343193 Alemão

Wie schlieβe ich eine Versicherung ab?

Um sich zu versichern, schließen Sie _______ einer Versicherung einen Versicherungsvertrag ab. In diesem wird festgelegt:

▪ Wer bzw. was wird versichert?

▪Wasist der Versicherungsfall, also: In welchem Fall zahlt die Versicherung?

▪ Wie viel zahlt die Versicherung maximal? (Versicherungshöhe)

  Bevor Sie eine Versicherung abschließen, informieren Sie sich. Sprechen Sie auch mit Bekannten, Freunden oder Kollegen. Sie können Sich natürlich auch _______ einen professionellen Versicherungsberater wenden. Achten Sie aber darauf, dass er Sie unabhängig berät. _______ Fragen hilft Ihnen auch die Versicherungsberatung der Verbraucherzentrale weiter.

  Haben Sie sich für ein Versicherungsunternehmen entschieden, vereinbaren Sie ein persönliches Gespräch. So können Sie alle Vertragspunkte und Details besprechen. Danach empfiehlt es sich, dass Sie noch einmal eine Nacht _______ das Ganze schlafen, bevor Sie den Versicherungsvertrag unterschreiben. Wenn Sie sich noch nicht so ganz sicher im Deutschen fühlen, fragen Sie einen Freund oder Kollegen, ob er Sie _______ dem Gespräch begleiten kann.

(Disponível:<http://www.make-it-in-germany.com/de/fuer-fachkraefte/leben/versicherungen#wie-sie-versicherungen-abschliessen> .)

- Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. Es ist höflich, beim Verlassen eines Restaurants “Vielen Dank für die freundliche Bedienung!” zu sagen.

2. Es ist unfreundlich, den Busfahrer mit “Grüβ Gott!” zu begrüβen.

3. Es ist üblich, seine Familie am Morgen mit “Guten Tag!” zu begrüβen.

4. Es ist höflich, die Verkäuferin im Supermarkt “Entschuldigen Sie, können Sie mir bitte helfen?” zu fragen.

Assinale a alternativa correta

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343192 Alemão

Wie schlieβe ich eine Versicherung ab?

Um sich zu versichern, schließen Sie _______ einer Versicherung einen Versicherungsvertrag ab. In diesem wird festgelegt:

▪ Wer bzw. was wird versichert?

▪Wasist der Versicherungsfall, also: In welchem Fall zahlt die Versicherung?

▪ Wie viel zahlt die Versicherung maximal? (Versicherungshöhe)

  Bevor Sie eine Versicherung abschließen, informieren Sie sich. Sprechen Sie auch mit Bekannten, Freunden oder Kollegen. Sie können Sich natürlich auch _______ einen professionellen Versicherungsberater wenden. Achten Sie aber darauf, dass er Sie unabhängig berät. _______ Fragen hilft Ihnen auch die Versicherungsberatung der Verbraucherzentrale weiter.

  Haben Sie sich für ein Versicherungsunternehmen entschieden, vereinbaren Sie ein persönliches Gespräch. So können Sie alle Vertragspunkte und Details besprechen. Danach empfiehlt es sich, dass Sie noch einmal eine Nacht _______ das Ganze schlafen, bevor Sie den Versicherungsvertrag unterschreiben. Wenn Sie sich noch nicht so ganz sicher im Deutschen fühlen, fragen Sie einen Freund oder Kollegen, ob er Sie _______ dem Gespräch begleiten kann.

(Disponível:<http://www.make-it-in-germany.com/de/fuer-fachkraefte/leben/versicherungen#wie-sie-versicherungen-abschliessen> .)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343191 Alemão

Considere o seguinte texto:

Wenn Autos brennen: Gewinnen oder verlieren linke Ideen bei jungen Menschen? Radikalisieren sich diese sogar? Wie rebellisch ist die junge Linke?

ZEIT Campus ONLINE: Herr Willems, in Hamburg haben zu G20 Zehntausende Linke demonstriert, nicht ausschließlich friedlich. Über das zwiegespaltene Verhältnis linker Jugendlicher zu Gewalt haben Sie erst kürzlich eine Studie veröffentlicht. Glauben Sie, linke Ideen verlieren oder gewinnen nach G20 bei jungen Menschen?

Helmut Willems: Durch die Art der Demonstrationen und der Berichterstattung wurden linke Ideen ja gar nicht wirklich transportiert. Man musste schon sehr genau hinschauen, um die großen linken Themen, wie soziale Ungleichheit oder weltweite Armut, zu finden. Insofern haben diejenigen, die für die Gewalt verantwortlich sind, sich einen Bärendienst geleistet: Weil statt möglicherweise legitimer Argumente die Krawalle im Mittelpunkt standen, glaube ich nicht, dass linke Inhalte dadurch jetzt mehr Unterstützung erfahren.

ZEIT Campus ONLINE: Kann die momentane Aufmerksamkeit nicht dazu anregen, sich näher mit linken Perspektiven auseinanderzusetzen?

Willems: Bedingt. Ich denke, junge Menschen, die gerade eine politische Identität entwickeln und die sich fragen, wie sie sich für die großen Themen von Klimaschutz bis zu Menschenrechten einbringen können, werden erst mal abgestoßen.

Disponível:http://www.zeit.de/campus/2017-07/g20-protest-linke-ideen-gewalt-jugend-debatte-interview

Levando em consideração o texto apresentado, é correto afirmar que Herr Willems:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343190 Alemão

Considere o seguinte texto:

Panda Power gegen den Klimawandel

Mitten in China, etwa 300 Kilometer westlich von Peking, ging Ende Juni die wohl niedlichste Solaranlage der Welt ans Netz: Ein riesengroßer Panda, der die Welt ein Stückchen besser macht und nun ein Gebiet nahe der chinesischen Stadt Datong sein Zuhause nennen kann.

Die Idee für dieses außergewöhnliche Projekt hatte die "Panda Green Energy Group", die ihre Photovoltaikanlagen nämlich – ihrem Namen gerecht – in Form großer Pandas baut. Mit dieser Anlage soll rund eine Millionen Tonne Kohle eingespart und durch die klimafreundliche Sonnenenergie ersetzt werden.

(Disponível:http://www.geo.de/geolino/natur-und-umwelt/16734-rtkl-erneuerbare-energien-die-niedlichste-solaranlage-der-welt .)

Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343189 Geografia

Considere o seguinte texto:

Na 21ª Conferência das Partes (COP21) da UNFCCC, em Paris, foi adotado um novo acordo com o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima e de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos decorrentes dessas mudanças.

O Acordo de Paris foi aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC para reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso ocorre no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2 °C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais.

Para que o acordo comece a vigorar, é necessária a ratificação de pelo menos 55 países, responsáveis por 55% das emissões de GEE. O secretário-geral da ONU, numa cerimônia em Nova York, no dia 22 de abril de 2016, abriu o período para assinatura oficial do acordo, pelos países signatários.

(Fonte:<http://www.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris> . Acessado em 03/07/2017.)

Com relação ao assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) O Brasil já ratificou o Acordo de Paris e se comprometeu junto às Nações Unidas a reduzir, em 2025, as emissões de GEE em 37% abaixo dos níveis de 2005, bem como reduzir as emissões de GEE em 43% abaixo dos níveis de 2005 em 2030.

( ) A União Europeia sugeriu a negociação direta com grandes empresas e estados dos EUA para redução de GEE, como alternativa à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris.

( ) A saída dos EUA do Acordo de Paris motivou a saída também da China, uma das principais emissoras de GEE do mundo.

( ) A Rússia, maior emissora de GEE do mundo, anunciou sua saída do Acordo de Paris para expandir sua atividade industrial e se manter competitiva em relação aos EUA.

Assinale alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343186 Geografia

Será que a escassez atual de água em diversos reservatórios da região Sudeste [e Sul do Brasil], colocando em risco a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de água em várias cidades, é devida principalmente à falta de chuvas? O problema crucial não é a falta de chuva, e nem necessariamente as mudanças climáticas, mas sim a degradação de nossas bacias hidrográficas, que estão cada vez mais impermeabilizadas. O equilíbrio do ciclo hidrológico na natureza é fundamental para a produção sustentável de água doce, para o atendimento ao abastecimento de água, irrigação e geração de energia, bem como para o amortecimento das enchentes, devido ao trabalho fundamental das florestas, que retêm a água das chuvas e as infiltram, permitindo a elevação das vazões fluviais nos períodos de estiagem, consequência do aumento da alimentação subterrânea aos rios, da água que se infiltrou no solo durante as chuvas. [...]

(“O problema não é a falta de chuvas”, escrito por Agostinho Guerreiro, publicado no jornal O Globo, em 19/02/2014.)

Com relação ao assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) O aumento da permeabilidade do solo e de infiltração das águas da chuva favorece os processos de enchentes.

( ) A supressão florestal altera o ciclo hidrológico natural e influencia no armazenamento e distribuição da água nas bacias hidrográficas, potencializando o desabastecimento dos reservatórios em períodos de estiagens.

( ) O Código Florestal brasileiro estabelece a preservação da vegetação em topos de morros, encostas com inclinação superior a 45 graus e faixas marginais de proteção dos rios.

( ) A redução da infiltração da água das chuvas nos ambientes urbanos evita a erosão dos solos, aspecto benéfico para a manutenção das bacias hidrográficas.

Assinale alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343185 Conhecimentos Gerais

A cada três dias, em média, uma denúncia de intolerância religiosa chega à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Entre 2011 e 2014, 504 queixas desse tipo foram relatadas à pasta pelo Disque 100 – canal de denúncias para violações dos direitos humanos, que são repassadas à polícia e ao Ministério Público. [...] Em 2013, 45 episódios relatados de intolerância religiosa envolveram violência física (20% dos casos do ano). Até julho de 2014, outros 18 haviam sido registrados (12%). Fiéis de religiões de matriz africana (candomblé e umbanda) são os alvos mais comuns dos relatos de intolerância recebidos pelo serviço – um terço dos episódios em que há esse tipo de detalhamento.

(Folha de S. Paulo, 27/06/2015. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/06/1648607-a-cada-3-dias-governo-recebe-uma-denuncia-de-intolerancia-religiosa.shtml>. Acesso em 04 de agosto de 2017.)

Imagem associada para resolução da questão

Levando em consideração os dados apresentados, assinale a alternativa correta

Alternativas
Respostas
361: B
362: E
363: A
364: E
365: B
366: D
367: A
368: C
369: A
370: A
371: B
372: E
373: E
374: B
375: A
376: D
377: C
378: D
379: C
380: C