Uma paciente de 50 anos de idade, portadora de
miocardiopatia dilatada, idiopática e familiar está
em tratamento farmacológico otimizado com IECA
(captopril 150 mg/d), betabloqueador (carvedilol
50 mg/d), espironolactona (25 mg/d) e diurético de
alça (160 mg/d). Queixa-se de palpitações ocasionais.
Seu eletrocardiograma revela aumento do intervalo
QT, depressão do segmento ST e da onda T e onda U
evidente. O distúrbio eletrolítico que está envolvido nesse
caso é a: