Dentre as diversas inovações apresentadas pela lei nº 14.133...
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A Instrução Normativa SEGES/MP nº 5/2017, art. 9º, caput e inciso III, dispõe: "Art. 9º Não serão objeto de execução indireta na Administração Pública federal direta, autárquica e fundacional: III - as funções relacionadas ao poder de polícia, de regulação, de outorga de serviços públicos e de aplicação de sanção; e". Como a alternativa C indica funções de regulação, outorga de serviços públicos e aplicação de sanção, todas expressamente alcançadas pela proibição, ela apresenta uma vedação à execução indireta.
- Separe a função vedada de suas atividades auxiliares: estas podem ser executadas indiretamente, sem transferência da responsabilidade por atos administrativos ou pela tomada de decisão.
- Confira toda a enumeração normativa: o início correto de uma alternativa não elimina o erro de um acréscimo, como "empreendimento".
- Verifique as ressalvas do art. 9º, IV: cargo extinto, total ou parcialmente, constitui exceção à vedação ali prevista.
- Na restrição familiar do art. 7º do Decreto nº 7.203/2010, confira o exercício de cargo em comissão ou função de confiança; não o substitua pela mera integração ao quadro permanente.
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Legislação Aplicável:
Lei nº 14.133/2021, art. 9º, §4º: “É vedada a contratação de empresa ou de profissional para a realização de atividades que sejam consideradas estratégicas, sensíveis ou que envolvam a tomada de decisão ou posicionamento institucional nas áreas de planejamento, coordenação, supervisão e controle.”
IN nº 5/2017, item 2.1: Veda exigências sem pertinência ao objeto ou sem justificativa técnica.
Tema Central:
A legislação busca proteger funções estratégicas e sensíveis do Estado, limitando a terceirização de atividades que impliquem decisão institucional.
Exemplo Prático:
Se uma autarquia contrata empresa para fiscalizar contratos, a empresa não pode aplicar sanções, pois isso é ato típico da Administração.
FONTE: QC
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