Questões Militares Sobre não definido
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A escolha da órbita de um satélite artificial pelas agências espaciais é fundamental para a missão à qual ele se destina e depende de fatores como a área da superfície da Terra que se pretende cobrir e a resolução pretendida das imagens obtidas pelo satélite. Considere um satélite artificial que esteja em órbita circular com velocidade escalar constante em torno da Terra, em uma altitude h. Sendo M e R a massa e o raio da Terra, respectivamente, e G a constante universal da gravitação, a expressão que determina o período de revolução T desse satélite em torno da Terra é:
Um canhão de brinquedo fixo no solo utiliza uma mola ideal para lançar verticalmente uma esfera de borracha, inicialmente em repouso dentro do canhão e encostada na mola comprimida e travada.

Desprezando os atritos e a resistência do ar, quando a mola for liberada, a altura máxima (hmáx) atingida pela esfera dependerá, apenas,
Leia o texto para responder à questão.
Na página oficial da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, constam as seguintes informações a respeito das tarefas do exame de aptidão física realizado por candidatos a ingressar nessa escola, com os índices mínimos a serem atingidos em cada tarefa.

Na tarefa de flexão de braços sobre o solo, uma candidata atingiu o índice mínimo de repetições em um intervalo de tempo de 50 s, mantendo um ritmo constante durante a execução dessa tarefa. Nessas condições, as flexões foram realizadas com uma frequência aproximada de
Leia o texto para responder à questão.
Na página oficial da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, constam as seguintes informações a respeito das tarefas do exame de aptidão física realizado por candidatos a ingressar nessa escola, com os índices mínimos a serem atingidos em cada tarefa.

Considere que dois candidatos, um do sexo masculino (candidato M) e outro sexo feminino (candidata F), tenham feito a corrida desse exame de aptidão física e percorrido as distâncias correspondentes aos índices mínimos. Nessas condições, as velocidades escalares médias do candidato M e da candidata F foram, respectivamente,
Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.
É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.
Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.
A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.
Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.
(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)
“esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos” (4º parágrafo)
Em relação ao trecho que o antecede, o trecho sublinhado expressa ideia de
Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.
É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.
Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.
A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.
Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.
(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)
“Embora [...] não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica.” (4º parágrafo)
Esse trecho pode ser reescrito, sem prejuízo para o seu sentido original, da seguinte forma:
Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.
É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.
Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.
A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.
Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.
(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)
Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.
É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.
Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.
A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.
Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.
(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são termos linguísticos que se referem “à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Termos como “aqui” e “agora” devem ser interpretados em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” ou “agora”.
Verifica-se um dêitico que se refere ao momento em que o enunciado é produzido no seguinte trecho:
Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.
É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.
Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.
A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.
Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.
(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)
Examine o cartum de Rafael Corrêa.

(Rafael Corrêa. Até aqui tudo bem, 2018.)
Para obter seu efeito de humor, o cartum explora o fenômeno linguístico denominado
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).
Eu cantei, não o nego, eu algum dia
Cantei do injusto Amor o vencimento,
Sem saber que o veneno mais violento
Nas doces expressões falso encobria.
Que Amor era benigno, eu persuadia
A qualquer coração de Amor isento;
Inda agora de Amor cantara atento,
Se lhe não conhecera a aleivosia1.
Ninguém de Amor se fie: agora canto
Somente os seus enganos, porque sinto
Que me tem destinado estrago tanto.
De seu favor hoje as quimeras2 pinto:
Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;
Amor de um coração é labirinto.
(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
1 aleivosia: engano, traição.
2 quimera: ilusão.
3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.
Motivado pelas teorias científicas e filosóficas da segunda metade do século XIX, esse movimento literário se empenhava em retratar o homem e a sociedade em conjunto. Não bastava mostrar a face sonhadora e idealizada da vida, como haviam feito, em larga medida, os escritores da primeira metade do século XIX; era preciso mostrar a face do cotidiano massacrante, do casamento por interesse, do amor adúltero, da falsidade e do egoísmo, da impotência do ser humano comum diante dos poderosos.
(William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães. Literatura brasileira: em diálogo com outras literaturas e outras linguagens, 2013. Adaptado.)
O movimento literário a que o excerto se refere é o
Examine a tirinha do cartunista Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram em 27.03.2026.

Na construção de seu sentido, a tirinha mobiliza fundamentalmente os seguintes recursos expressivos: