Questões Militares
Sobre hepatologia em medicina
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Com relação à hepatite autoimune, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
( ) A hepatite autoimune tipo 2 caracteriza-se pela presença de anticorpos antinucleares (ANA), além de antimicrossomas hepáticos ou renais do tipo 1 (anti-LKM 1).
( ) Nos exames laboratoriais, a hepatite autoimune tipo 1 apresenta os níveis de IgA sempre elevados e, na hepatite autoimune tipo 2, encontramos hipogamaglobulinemia.
( ) Na hepatite autoimune tipo 1, os sintomas são de uma doença crônica, enquanto, no tipo 2, os sintomas são de início agudo em 40% dos casos.
De acordo com as doenças relacionadas ao metabolismo da bilirrubina, analise as assertivas a seguir.
II. Nas doenças hepatocelulares (vírus, álcool, medicamentos ou autoimunidade), a inflamação lesa o sistema de transporte da bilirrubina direta.
III. As colestases intra-hepáticas familiares progressivas (PFICs) de 1 a 5 são um grupo de colestases relacionadas a mutações nos mesmos genes ATP8B1 e ABCB11, além de ABCB4.
IV. Paciente em nutrição parenteral total (NPT) prolongada pode apresentar icterícia colestática, geralmente de 2 a 3 meses após o início do tratamento.
Estão corretas apenas as assertivas:
Sobre os fatores de risco para o desenvolvimento do colangiocarcinoma, informe verdadeiro (V) ou falso (F) e, em seguida, marque a alternativa com a sequência correta.
( ) Hepatite B e C.
( ) Doença de Crohn.
( ) Colangiopatia associada à IgG4.
Sobre os fatores preditivos e de risco para a Coledocolitíase em pacientes sintomáticos, avalie as assertivas abaixo.
II. Preditor forte: colédoco dilatado ao ultrassom menor que 6 mm com vesícula in situ, bilirrubina entre 1,0 e 2 mg/dL.
III. Preditor moderado: elevação de prova hepática, incluindo bilirrubina, idade menor que 55 anos, clínica compatível com pancreatite crônica biliar.
IV. A presença de dois preditores fortes apresenta alto risco para coledocolitíase.
Para as assertivas acima, é correto afirmar que:
A tomografia de abdome com contraste evidencia: Nódulo hepático de 2,4 cm no segmento VII; Hipervascularização na fase arterial; Washout na fase portal; Cápsula discreta na fase tardia. Qual é o diagnóstico mais provável?
Intervenções terapêuticas indicadas
(1) Administração de albumina intravenosa
(2) Uso de vasoconstritores sistêmicos (terlipressina ou noradrenalina)
(3) Ajuste ou suspensão de diuréticos
(4) Paracentese de grande volume associada à reposição volêmica
Principal finalidade fisiopatológica
( ) Redução da pressão intra-abdominal com melhora do retorno venoso e da função renal.
( ) Expansão do volume arterial efetivo circulante e melhora da perfusão renal.
( ) Redução da vasodilatação esplâncnica com aumento da resistência vascular sistêmica.
( ) Prevenção de hipovolemia e de piora iatrogênica da perfusão renal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
I. É doença autossômica recessiva rara, caracterizada por dilatações císticas dos ductos biliares intra-hepáticos.
II. Quando se associa à fibrose hepática congênita, normalmente a dilatação ductal é mais intensa.
III. Seu diagnóstico é usualmente realizado na infância, sendo as manifestações clínicas mais comuns os episódios repetidos de colangites e, raramente icterícia.
IV. Nos exames de imagem seccionais, após a injeção endovenosa de contraste, o ramo portal envolto pelo ducto biliar dilatado, caracteriza um sinal peculiar da doença de Caroli denominado "central dot sign".
Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar que:
( ) A hepatite C aguda é costumeiramente assintomática, sendo a presença de HCV RNA, a primeira evidência de infecção, sendo usualmente detectado entre 7 e 21 semanas, após a exposição ao vírus.
( ) A eliminação viral após um quadro agudo, impedindo a cronificação, não está relacionada a fatores do hospedeiro, virais e ambientais.
( ) A evolução da doença para quadros avançados é lenta, e o quadro de fibrose pode ser preditor da evolução para cirrose e suas complicações.
( ) Uma evolução mais célere da hepatopatia pode ocorrer, por exemplo, em etilistas, coinfectados com o vírus da hepatite B, imunodeprimidos.
I. O uso de betabloqueadores na profilaxia primária de hemorragia digestiva alta é indicado para pacientes com varizes de médio ou grande calibre, em especial se apresentarem sinais de alto risco, como “red wale signs”.
II. A paracentese de grande volume (geralmente >5 litros) deve ser acompanhada de reposição de albumina (cerca de 8 g/L de líquido removido) para reduzir o risco de disfunção circulatória pós-paracentese.
III. Em pacientes com cirrose Child-Pugh C, hiponatremia severa (Na <130 mEq/L) e ascite refratária, o manejo principal baseia-se em intensificar as doses de diuréticos (espironolactona e furosemida).
IV. Pacientes com cirrose compensada, porém sem varizes ou apenas com varizes pequenas sem fatores de risco, devem receber carvedilol ou propranolol para reduzir a pressão portal.
V. A antibioticoprofilaxia secundária para prevenir peritonite bacteriana espontânea (PBE) em pacientes que já tiveram um episódio prévio de infecção pode ser feita com norfloxacino 400 mg/dia ou outra quinolona.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nesse caso, das opções terapêuticas a seguir, assinale a mais eficaz.
O provável diagnóstico é