Questões Militares
Sobre gastroenterologia em medicina
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Paciente do sexo feminino, 83 anos, com quadro de emagrecimento espontâneo de aproximadamente 5 quilos nos últimos 6 meses, é levada pelos familiares ao serviço de urgência. Hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e losartan. Sem outras comorbidades ou histórico de cirurgias prévias. Não faz acompanhamento médico regular. Lúcida, apresenta-se com abdome difusamente doloroso e distendido. Relata que há mais de 48 horas não apresenta eliminação de flatos ou fezes. Ao exame físico, não apresenta sinais de irritação peritoneal. Ao toque retal, há poucas fezes no dedo de luva, porém com presença de sangue. Realizada a propedêutica complementar, observa-se leve anemia (Hemoglobina 10,2mg/dl) e, à tomografia computadorizada de abdome, distensão difusa de cólons, desde o ceco (calibre de 12cm) até o terço inferior do cólon descendente, estando o cólon sigmoide colabado, sem presença de gás.
om base no caso acima, é correto afirmar que
Paciente, sexo masculino, 28 anos, dá entrada no serviço médico de urgência com quadro de dor abdominal localizada em fossa ilíaca direita, com caráter em aperto e evolução de seis horas. Previamente apresentava-se com quadro de epigastralgia, sem melhora com uso de antiácidos. Associam-se ao quadro clínico náuseas e inapetência. Ao exame físico, apresenta dor localizada em fossa ilíaca direita, com sinais de irritação peritoneal (defesa, Blumberg, Psoas).
Com base no quadro clínico, qual o diagnóstico mais provável e seu respectivo tratamento?
Paciente feminino, 14 anos, em tratamento de linfoma, apresenta dor abdominal em fossa ilíaca direita, febre e diarreia sanguinolenta. Nos exames laboratoriais, destaca-se anemia e neutropenia importantes. Realizado estudo tomográfico que identificou espessamento parietal de ceco, cólon ascendente e íleo distal, de aspecto estratificado, com aumento do realce mucoso, densificação da gordura pericecal e pequena quantidade de líquido adjacente.
Baseado neste caso clínico, qual é o diagnóstico desta paciente?
Associe as lesões hepáticas benignas com seus achados mais frequentes nos exames de imagem.
Lesões Hepáticas Benignas
1 - Hemangioma hepático.
2 - Hiperplasia nodular focal.
3 - Adenoma.
Achados mais frequentes nos exames de imagem
( ) Lesão nodular solitária, heterogênea, com focos hiperintensos em T1 em fase, com queda do sinal em T1 fora de fase.
( ) Lesão nodular hipointensa em T1, hiperintensa em T2 e sem queda de sinal significativa em sequências com tempo de eco longo (TE> 140ms).
( ) Lesão nodular isointensa ao parênquima hepático, com intenso realce na fase arterial e fugaz, mimetizando o parênquima hepático na fase portal e de equilíbrio, com cicatriz central que apresenta realce tardio.
( ) Lesão nodular hipodensa na tomografia, que apresenta início do realce
na fase arterial, periférico, globular, de evolução centrípeta, com
enchimento de toda lesão pelo contraste nas fases mais tardias.
I - A presença de dor abdominal em hipocôndrio direito, icterícia e febre alta sugere quadro de colangite. Associados à hipotensão e à confusão mental, estes achados denunciam maior gravidade. Deve-se suspeitar, nesta situação, de colelitíase com coledocolitíase e solicitar perfil enzimático hepático e pancreático,
PORQUE
II - A principal causa de pancreatite aguda tem etiologia biliar e o tratamento cirúrgico na fase aguda pode ser realizado tanto por via endoscópica quanto por abordagem transparietal.
Sobre essas duas afirmativas, é correto afirmar que
Sabe-se que o quadro de insuficiência hepática evolui de maneira gradual, fazendo com que o paciente desenvolva sinais e sintomas de menor ou maior gravidade, conforme essa progressão.
Em relação ao paciente hepatopata, assinale, dentre as alternativas abaixo, a que está correta.