Questões Militares
Sobre cirurgia geral em medicina
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( ) As úlceras grau I estão confinadas à epiderme e à derme superficial.
( ) As úlceras de grau II se estendem desde a pele até o tecido subcutâneo.
( ) As úlceras do tipo II se estendem da pele até a fáscia muscular.
( ) As úlceras tipo IV acometem a musculatura.
( ) As úlceras tipo V acometem a musculatura.
Tipos de retalho
(1) Tipo I
(2) Tipo II
(3) Tipo III
(4) Tipo IV
(5) Tipo V
Características
( ) pedículos vasculares exclusivo.
( ) pedículos vasculares segmentares, mas não confiáveis.
( ) um pedículo vascular dominante e outros pedículos menores.
( ) dois pedículos vasculares segmentares.
( ) um pedículo dominante e pedículos secundários segmentados.
A sequência correta dessa associação é:
I. O PTM deve ser iniciado em pacientes com menos de 30kg em choque hemorrágico traumático com instabilidade hemodinâmica persistente ou sangramento contínuo após 40mL/kg de infusão de solução cristaloides.
II. Os hemocomponentes devem ser administrados na proporção de 1:1:1 unidade de concentrado de hemácias/plasma/plaquetas após uma dose inicial de concentrado de hemácias, em pacientes com menos de 30kg.
III. O crioprecipitado deve ser administrado antes de cada ciclo de administração dos componentes sanguíneos, conforme níveis de fibrinogênio. IV. A proporção de concentrado de hemácias/plasma/plaquetas deve ser feita na proporção de 30:20:20 unidades para pacientes com mais de 30kg.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. A técnica de "no touch" é utilizada em alguns tipos de câncer, como sarcomas, para evitar a disseminação de células tumorais durante a ressecção.
II. A radioterapia intraoperatória (IORT) pode ser utilizada em alguns tipos de câncer, como o câncer de mama e o câncer de reto, para administrar altas doses de radiação diretamente no leito tumoral, minimizando a exposição dos tecidos sadios.
III. A cirurgia citorredutora com quimioterapia intraperitoneal (CRS-HIPEC) está contraindicada em pacientes com metástases hepáticas.
IV. A linfadenectomia D3 está indicada no tratamento do câncer gástrico, mesmo em tumores precoces, para garantir o controle locorregional da doença.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. A herniorrafia inguinal com anestesia local é contraindicação absoluta em pacientes idosos com comorbidades significativas.
II. No reparo da hérnia femoral, o ligamento de Cooper é um ponto de fixação importante, que aumenta a resistência do reparo.
III. O uso de telas de polipropileno em herniorrafias está associado a alto risco de infecção e rejeição, sendo contraindicado em pacientes imunocomprometidos.
IV. Na abordagem laparoscópica da hérnia femoral, o reparo com tela deve incluir o fechamento do orifício femoral para prevenir recidivas futuras.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A hérnia interna é uma complicação comum após o bypass gástrico em Y de Roux, geralmente se manifestando por meio de dor abdominal aguda e intermitente, frequentemente localizada no epigástrio. A tomografia computadorizada com contraste oral é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico.
II. A estenose da anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação frequente, com sintomas como náuseas, vômitos e disfagia. O tratamento inicial geralmente envolve dilatação endoscópica com balão, podendo ser necessária a revisão cirúrgica em casos refratários.
III. As úlceras marginais, que ocorrem próximas à anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux, podem resultar em sangramento gastrointestinal. O tratamento inicial geralmente é clínico, com inibidores da bomba de prótons em altas doses, sendo a cirurgia reservada para casos de sangramento persistente ou recorrente, apesar do tratamento clínico adequado.
IV. A perfuração de úlcera marginal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação grave que exige intervenção cirúrgica imediata. O tratamento cirúrgico geralmente envolve revisão e reconstrução da anastomose gastrojejunal junto com ressecção da úlcera e colocação de dreno abdominal.
Estão corretas apenas as afirmativas:
( ) A disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e posteriormente para líquidos, associada à perda ponderal e à anemia, é sugestiva de acalasia esofágica avançada, especialmente em pacientes com histórico de regurgitação noturna e pneumonia aspirativa de repetição.
( ) Na doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a presença de hérnia hiatal por deslizamento volumosa, associada a sintomas atípicos como tosse crônica, rouquidão e asma, justifica a indicação de tratamento cirúrgico (fundoplicatura videolaparoscópica) mesmo em pacientes com esofagite leve (grau A de Los Angeles) e resposta parcial ao tratamento clínico com inibidores de bomba de prótons.
( ) O carcinoma epidermoide de esôfago, geralmente associado ao tabagismo e ao etilismo crônicos, apresenta-se em estágios iniciais como lesão ulcerada ou vegetante na endoscopia digestiva alta, sendo a biópsia fundamental para a confirmação diagnóstica e a classificação histológica.
( ) A tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) com 18F-fluordesoxiglicose (FDG) é um exame de estadiamento importante no câncer de esôfago, auxiliando na avaliação da resposta ao tratamento neoadjuvante e na detecção de recidivas, especialmente em pacientes com linfonodos mediastinais aumentados e suspeita de metástases a distância.
Observe o algoritmo abaixo e responda a questão.

Um paciente de 55 anos apresenta uma lesão gástrica de 1,8 cm detectada incidentalmente durante uma endoscopia digestiva alta. A biópsia confirma o diagnóstico de GIST com baixo índice mitótico. Qual é a conduta inicial mais apropriada e quais fatores devem ser considerados para determinar o risco de recidiva e a necessidade de terapia adjuvante?