Questões Militares
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Atualmente, quatro Novos Anticoagulantes Orais (NOACs) foram disponibilizados na prática clínica para a prevenção de fenômenos tromboembólicos em pacientes portadores de Fibrilação Atrial (FA). Tratam-se dos inibidores diretos do fator Xa, como a rivaroxabana, a apixabana e a edoxabana, e o inibidor do fator IIa, dabigatrana.
O estudo RE-LY foi o responsável por introduzir qual medicação na prática clínica para a prevenção de fenômenos tromboembólicos no paciente com FA não valvar?
Desde as Diretrizes Brasileiras de Valvopatias de 2011, foram publicados dados embasando o uso dos Novos Anticoagulantes Orais (NOACs), inibidores diretos da trombina ou antifator X, em pacientes valvopatas. Devido ao alto risco de fenômenos embólicos, esses pacientes continuam a apresentar indicação de anticoagulação em diversas situações clínicas. A varfarina ainda é a principal medicação utilizada. Com relação aos NOACs, é importante ressaltar que não houve trabalhos específicos para essa população que demonstraram benefício do seu uso para valvopatas. Assim, mantém-se a contraindicação à sua utilização nos grupos de maior risco: EM reumática e prótese mecânica.
Nesse sentido, qual faixa terapêutica para anticoagulação está adequada à condição clínica?
A Estenose Aórtica (EAo) apresenta prevalência crescente na atualidade em razão do aumento da expectativa de vida e do consequente envelhecimento da população. Atualmente, a causa mais comum de EAo é a calcificação aórtica, que acomete, principalmente, pacientes idosos.
Em relação à EAo importante, é correto afirmar que
Enquanto no Brasil e demais países em desenvolvimento a principal causa da Estenose Mitral (EM) é a febre reumática, nos países desenvolvidos observa-se aumento da incidência de EM degenerativa, associada à calcificação do anel mitral, que se desenvolve em pacientes idosos.
Em relação à EM importante, é correto afirmar que
A decisão do tratamento dos idosos com dislipidemia continua um dilema na prática clínica. Esta população apresenta particularidades importantes, como farmacocinética dos medicamentos, etiologia das dislipidemias, falta de evidência de benefícios clínicos em determinadas faixas etárias e elevada prevalência de aterosclerose subclínica em adultos com mais de 65 anos. O Cardiovascular Health Study (CHS) encontrou aterosclerose clínica em mais do que 30% e aumentou ainda mais com o avanço da idade.
Em relação aos idosos com dislipidemia, é correto afirmar que
A redução do LDL-c varia entre as estatinas e esta diferença está fundamentalmente relacionada à dose inicial. A cada vez que dobramos a dose de qualquer estatina, a redução média adicional do LDL-c é de 6 a 7%.
A droga e a dose com menor capacidade de redução do LDL-c é a
Com o objetivo da uniformização de condutas para que os clínicos e laboratórios tenham segurança em suas ações, respaldados por evidências científicas, foi elaborada uma Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose, em 2017.
Em relação ao metabolismo lipídico, é correto afirmar que a/o(s)
1 – Tipo I 2 - Tipo II 3 – Tipo III 4 - Tipo IV 5 - Tipo V
( ) A artéria poplítea é comprimida pelo músculo poplíteo, ou bandas fibrosas profundas, que podem estar localizados mais cranialmente que o habitual. ( ) Aprisionamento concomitante da veia poplítea. ( ) Desvio medial acentuado da artéria poplítea, ao redor da inserção do gastrocnêmio medial, que se encontra na sua posição anatômica normal. ( ) A artéria poplítea está em sua posição normal na fossa poplítea, sendo comprimida por um feixe acessório do gastrocnêmio medial, de composição muscular ou tendinosa, que se insere mais lateralmente no fêmur. ( ) Desvio medial menos acentuado da artéria poplítea, ao redor da inserção do gastrocnêmio medial, cuja fixação no fêmur ocorre mais lateralmente que o habitual.
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