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Questões Militares Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.545 questões

Q3503319 Português
Assinale a opção em que a palavra “mais” mostra uma classe gramatical diferente das demais.
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Q3503318 Português
Assinale a frase que se estrutura por meio de antônimos.
Alternativas
Q3503317 Português
Um código indiano de leis registra o seguinte:
Toda vez que o homem reconhece e confessa ter pecado, libera-se do próprio pecado como uma serpente, da pele velha.
Sobre o significado e a estruturação desse segmento textual, é correto afirmar que
Alternativas
Q3503316 Português
Assinale a frase em que houve troca indevida entre onde/aonde. 
Alternativas
Q3503315 Português

As frases a seguir mostram comparações.

Assinale a opção em que a comparação realizada não é explicada.

Alternativas
Q3503314 Português

As frases a seguir mostram comparações.

Assinale a opção em que a comparação utiliza linguagem lógica (não figurada).

Alternativas
Q3503313 Português

Observe a seguinte frase:

Por melhor que se fale, quando se fala muito, finaliza-se sempre por dizer tolices.

O conselho implícito que está nessa frase, é:

Alternativas
Q3503300 Português
O termo “bioética” surgiu no início da década de 1970 como parte de uma tentativa de integrar a perspectiva humanista à atividade científica. Parte dessa preocupação era a de superar a dicotomia entre aquilo que é e aquilo que deve ser.
Essa dicotomia tende a manter separados
Alternativas
Q3494786 Português
"O amor é a ponte entre dois corações que se encontram em lados opostos de um rio tempestuoso."
(Khalil Gibran)

No trecho acima, Khalil Gibran emprega um recurso linguístico para descrever a natureza do amor, comparando-o a uma estrutura física. Com base nessa construção, identifique o efeito de sentido promovido pela expressão "O amor é a ponte" e o recurso coesivo empregado para produzi-lo.
Alternativas
Q3494785 Português
Durante a revisão de um parecer jurídico, foi observado o seguinte trecho: “O réu se mostrou absolutamente insuspeitável.”

Considerando o vocabulário técnico-jurídico e a norma-padrão, qual das opções abaixo representa o melhor ajuste vocabular para o trecho destacado?
Alternativas
Q3494783 Português
No Provérbio popular “A justiça tarda, mas não falha”, qual é o sentido mais adequado para o termo “justiça” no contexto?
Alternativas
Q3494782 Português
No enunciado “Faltavam coragem e argumentos ao orador”, a concordância verbal está adequada à norma-padrão.

Assinale a alternativa que justifica essa adequação.
Alternativas
Q3494781 Português
Com base na formação das palavras “subcomando – reforçar – intervir”, assinale o processo morfológico que dá origem aos termos.
Alternativas
Q3494780 Português
Na frase “Jamais me esquecerei daquele dia”, o pronome obedece à norma-padrão da colocação pronominal. Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso da próclise.
Alternativas
Q3494779 Português
"O Sentinela" (Trecho adaptado)

Autor: Olavo Bilac (Domínio Público)


"Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!

Criança! não verás nenhum país como este!

Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta!

A natureza aqui perpetuamente em festa

É um seio de mãe a transbordar carinho.

Vê que vida há no chão! Vê que luz há no ar!

Teus livros, teus brinquedos deixa um pouco… Vem!

Que o amor se aprende amando… Vem! Ama o Brasil

também!" 
No poema de Olavo Bilac, a relação entre o eu lírico e a criança tem como função principal
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Q3494778 Português
"O Sentinela" (Trecho adaptado)

Autor: Olavo Bilac (Domínio Público)


"Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!

Criança! não verás nenhum país como este!

Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta!

A natureza aqui perpetuamente em festa

É um seio de mãe a transbordar carinho.

Vê que vida há no chão! Vê que luz há no ar!

Teus livros, teus brinquedos deixa um pouco… Vem!

Que o amor se aprende amando… Vem! Ama o Brasil

também!" 
A exortação do eu lírico no trecho de "O Sentinela" configura uma pedagogia do sentimento patriótico que se alicerça, predominantemente, na
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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: PM-PR Prova: IBFC - 2025 - PM-PR - Soldado da Polícia Militar |
Q3493414 Português
Analise a imagem abaixo.

Q12.png (358×257)

Na imagem acima, as reticências foram empregadas a fim de produzir o seguinte efeito de sentido:
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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: PM-PR Prova: IBFC - 2025 - PM-PR - Soldado da Polícia Militar |
Q3493413 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


Juventude apática “Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge”


(Martha Medeiros) 


    Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida, fazendo planos para o futuro e transando bem, obrigada, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada. Alguém aí confirma?


    Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos entrados nos 60 e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham desesperançados, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo, o pulso latejava. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Um beijo roubado nos deixava insones. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, sucumbíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.


    Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos — nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura blasé do “tanto faz”.


    O excesso é cúmplice do vazio, uma dupla bandida. Excesso de informações, poucos empregos. Excesso de bocas, pouca intimidade. Os cardápios são fartos de “felicidade”: quanto mais é oferecido, mais confusos eles ficam, que caminho seguir? Nós também tivemos que fazer escolhas e as renúncias faziam parte do jogo, não paralisavam ninguém. Agora o rolê tonteia. Escolher só uma alternativa entre um milhão? Não conseguem. Nada se destaca, nada é especial. A banalidade dá o tom da conversa, que leva ao fastio, claro. Um minuto de atenção (se tanto) e já se trocou de desejo.


    Não todos eles, amém. Há aqueles que ainda leem livros, o que ajuda a concentrar. Há os que se mantêm confiantes e interessados. E os que ainda param para escutar a nós, os velhos cheios de gás que parecem não se abalar com o planeta derretendo e com políticos dando show de insanidade. Galera, é no caos que a gente reage. Reajam.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/03/juventude-apatica.ghtml. Acesso em 12/04/2025)
O vocábulo destacado em “todos entrados nos 60” (2º§) cumpre papel expressivo pois se trata de uma forma nominal do verbo que indica uma ação:
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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: PM-PR Prova: IBFC - 2025 - PM-PR - Soldado da Polícia Militar |
Q3493412 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


Juventude apática “Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge”


(Martha Medeiros) 


    Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida, fazendo planos para o futuro e transando bem, obrigada, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada. Alguém aí confirma?


    Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos entrados nos 60 e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham desesperançados, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo, o pulso latejava. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Um beijo roubado nos deixava insones. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, sucumbíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.


    Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos — nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura blasé do “tanto faz”.


    O excesso é cúmplice do vazio, uma dupla bandida. Excesso de informações, poucos empregos. Excesso de bocas, pouca intimidade. Os cardápios são fartos de “felicidade”: quanto mais é oferecido, mais confusos eles ficam, que caminho seguir? Nós também tivemos que fazer escolhas e as renúncias faziam parte do jogo, não paralisavam ninguém. Agora o rolê tonteia. Escolher só uma alternativa entre um milhão? Não conseguem. Nada se destaca, nada é especial. A banalidade dá o tom da conversa, que leva ao fastio, claro. Um minuto de atenção (se tanto) e já se trocou de desejo.


    Não todos eles, amém. Há aqueles que ainda leem livros, o que ajuda a concentrar. Há os que se mantêm confiantes e interessados. E os que ainda param para escutar a nós, os velhos cheios de gás que parecem não se abalar com o planeta derretendo e com políticos dando show de insanidade. Galera, é no caos que a gente reage. Reajam.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/03/juventude-apatica.ghtml. Acesso em 12/04/2025)

Em relação à estratégia argumentativa empregada pela autora para introduzir o terceiro parágrafo do texto, é correto afirmar que: 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: PM-PR Prova: IBFC - 2025 - PM-PR - Soldado da Polícia Militar |
Q3493411 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


Juventude apática “Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge”


(Martha Medeiros) 


    Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida, fazendo planos para o futuro e transando bem, obrigada, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada. Alguém aí confirma?


    Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos entrados nos 60 e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham desesperançados, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo, o pulso latejava. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Um beijo roubado nos deixava insones. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, sucumbíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.


    Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos — nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura blasé do “tanto faz”.


    O excesso é cúmplice do vazio, uma dupla bandida. Excesso de informações, poucos empregos. Excesso de bocas, pouca intimidade. Os cardápios são fartos de “felicidade”: quanto mais é oferecido, mais confusos eles ficam, que caminho seguir? Nós também tivemos que fazer escolhas e as renúncias faziam parte do jogo, não paralisavam ninguém. Agora o rolê tonteia. Escolher só uma alternativa entre um milhão? Não conseguem. Nada se destaca, nada é especial. A banalidade dá o tom da conversa, que leva ao fastio, claro. Um minuto de atenção (se tanto) e já se trocou de desejo.


    Não todos eles, amém. Há aqueles que ainda leem livros, o que ajuda a concentrar. Há os que se mantêm confiantes e interessados. E os que ainda param para escutar a nós, os velhos cheios de gás que parecem não se abalar com o planeta derretendo e com políticos dando show de insanidade. Galera, é no caos que a gente reage. Reajam.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/03/juventude-apatica.ghtml. Acesso em 12/04/2025)
O emprego da construção verbal “deveriam estar”, no subtítulo, demarca que a visão de mundo referida é:
Alternativas
Respostas
601: A
602: A
603: C
604: E
605: D
606: A
607: C
608: C
609: C
610: B
611: D
612: C
613: B
614: C
615: B
616: C
617: D
618: B
619: C
620: A