Questões Militares
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Coluna A
( 1 ) Senhora
( 2 ) Memórias de um sargento de milícias
( 3 ) O Ateneu
( 4 ) Usina
( 5 ) Quincas Borba
Coluna B
( ) Obra totalmente inovadora para sua época, pode ser considerada o verdadeiro romance de costumes do Romantismo brasileiro, pois abandona a visão da burguesia urbana para retratar o povo em toda a sua simplicidade.
( ) Retrato da sociedade carioca da época do Segundo Reinado, o romance narra a história do relacionamento entre Aurélia Camargo e Fernando Seixas, levando o leitor a refletir a respeito da influência do dinheiro nas relações amorosas e nos casamentos da época.
( ) Romance narrado em terceira pessoa, é uma análise da desagregação psicológica e inanceira de Rubião, humilde professor do interior de Minas Gerais que recebe uma herança do criador de um sistema filosófico chamado Humanitismo. Rubião morre pobre e louco, acreditando ser Napoleão.
( ) O personagem Sérgio, já adulto, narra seu tempo de aluno em um colégio interno; a narrativa é feita em primeira pessoa, o que permite ao autor entrar no complexo mundo das revelações que só se fazem à consciência.
( ) O romance retrata a decadência do engenho Santa Rosa, arrancado de suas bases por força do processo industrial, com máquinas de fábrica, com ferramentas enormes, com moendas gigantes, que suplantam a produção artesanal.
Na linha 8, o termo “ineficazes” refere-se ao fato de que, na época mencionada, a quantidade de métodos para combate às chamas era muito pequena.
Londres passou a contar com “um sistema organizado de proteção contra o fogo” (l.13-14) depois do grande incêndio ocorrido na cidade em 1666, embora não se possa precisar, pelas informações do texto, exatamente quando tal sistema foi criado.

I. A locução “em contrapartida” (linha 17) significa “em compensação; por outro lado”. II. Haverá alteração de sentido se substituirmos “antinomia” (linha 9) por “contradição”. III. “Posturas equilibradas” (linha 2) e “meio termo” (linhas 3-4) pertencem ao mesmo campo semântico. IV. A substituição do verbo “arrefecer” (linha 21) por “agravar” não prejudicaria o sentido nem a correção do texto. V. A locução “nem por isso” (linha 21) poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “nem assim”.
Está correto o que se afirma em
Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.
A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.
As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.
Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente. Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado. Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.
( ....) A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.
Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.
Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.
Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.
Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.
Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm (Com recortes e adaptações)
Observando as informações apresentadas no 1º parágrafo percebe-se


