Questões Militares
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 3.575 questões
O texto a seguir é referência para a questão.
Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
. Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em:
O texto a seguir é referência para a questão.
Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
. Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em:
Considere as frases abaixo:
1. A numeração deste modelo de tênis vai de 35 a 44.
2. Se alguém perguntar por mim, diga que fui ao cinema.
3. O Canal do Panamá vai do Oceano Atlântico ao Pacífico.
4. No hemisfério Sul, o outono vai de 21 de março a 20 de junho.
5. As linhas de ônibus que partem do terminal 2 vão para a estação central.
O sentido do verbo “ir” fica no domínio do espaço:
O texto a seguir é referência para a questão.
Vontade de punir
Deu no Datafolha que 87% dos brasileiros querem baixar a maioridade penal. Maiorias assim robustas, que já são raras em questões sociais, ficam ainda mais intrigantes quando se considera que, entre especialistas, o assunto é controverso. Como explicar o fenômeno?
Estamos aqui diante de um dos mais fascinantes aspectos da natureza. Se você pretende produzir seres sociais, precisa encontrar um modo de fazer com que eles colaborem uns com os outros e, ao mesmo tempo, se protejam dos indivíduos dispostos a explorá-los. A fórmula que a evolução encontrou para equacionar esse e outros dilemas foi embalar regras de conduta em instintos, emoções e sentimentos que provocam ações que funcionam em mais instâncias do que não funcionam.
Assim, para evitar a superexploração pelos semelhantes, desenvolvemos verdadeiro horror àquilo que percebemos como injustiças. Na prática, isso se traduz no impulso que temos de punir quem tenta levar vantagem indevida. Quando não podemos castigá-los diretamente, torcemos para que levem a pior, o que, além de garantir o sucesso de filmes de Hollywood, torna a justiça retributiva algo popular em nossa espécie.
Isso, porém, é só parte do problema. Uma sociedade pautada apenas pelo ideal de justiça soçobraria. Se cada mínima ofensa exigisse imediata reparação e todos tivessem de ser tratados de forma rigorosamente idêntica, a vida comunitária seria impossível. A natureza resolve isso com sentimentos como amor e favoritismo, que permitem, entre outras coisas, que mães prefiram seus próprios filhos aos de desconhecidos.
Nas sociedades primitivas, bandos de 200 pessoas onde todos tinham algum grau de parentesco, o sistema funcionava razoavelmente bem. Os ímpetos da justiça retributiva eram modulados pela empatia familiar. Agora que vivemos em grupos de milhões sem vínculos pessoais, a vontade de punir impera inconteste.
SCHWARTSMAN, Hélio. Folhaonline, em 24 jun. 2015.

Nas observações destacadas após o preço dos ingressos, o conteúdo impresso focaliza a seguinte construção:
“Crianças menores de 12 meses não pagam, desde que liguem no colo do responsável.”
O enunciado introduzido pela expressão sublinhada, acima, tem o sentido de:
Sobre o texto 5, responda o item.
TEXTO 5

Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Sobre o texto 4, de Pedro Bandeira, “Isso sim que é vida boa”, é correto afirmar:
Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Sobre o texto 3, responda o item.
TEXTO 3
Circo Tihany adia estreia em Santa Maria
Nova data, ainda não definida, será no mês de outubro. O motivo da mudança foi o tempo para preparação do terreno onde será montada a grande estrutura do circo.
Por A Razão em 19/08/2015 11:43

Anteriormente previsto para estrear em Santa Maria no dia 4 de setembro, o Circo Tihany Spectacular adiou um pouco sua vinda ao município. A nova data, ainda não definida, será no mês de outubro. O motivo da mudança foi o tempo para a preparação do terreno, onde será montada a grande estrutura do circo, na Avenida Hélvio Basso - não mais no Parque da Medianeira, local inicialmente desejado pela produção.
O Tihany Spectacular trará a Santa Maria o espetáculo AbraKdabra, que será apresentado de terça a
domingo. Com uma estrutura luxuosa, o circo terá capacidade para 1.762 pessoas e ambiente climatizado.
Além do espetáculo proporcionado no palco, o Tihany irá gerar cerca de 140 empregos temporários entre
bilheteiros, orientadores de público, limpeza, seguranças, carregadores e montadores.
Sobre o texto 3, responda o item.
TEXTO 3
Circo Tihany adia estreia em Santa Maria
Nova data, ainda não definida, será no mês de outubro. O motivo da mudança foi o tempo para preparação do terreno onde será montada a grande estrutura do circo.
Por A Razão em 19/08/2015 11:43

Anteriormente previsto para estrear em Santa Maria no dia 4 de setembro, o Circo Tihany Spectacular adiou um pouco sua vinda ao município. A nova data, ainda não definida, será no mês de outubro. O motivo da mudança foi o tempo para a preparação do terreno, onde será montada a grande estrutura do circo, na Avenida Hélvio Basso - não mais no Parque da Medianeira, local inicialmente desejado pela produção.
O Tihany Spectacular trará a Santa Maria o espetáculo AbraKdabra, que será apresentado de terça a
domingo. Com uma estrutura luxuosa, o circo terá capacidade para 1.762 pessoas e ambiente climatizado.
Além do espetáculo proporcionado no palco, o Tihany irá gerar cerca de 140 empregos temporários entre
bilheteiros, orientadores de público, limpeza, seguranças, carregadores e montadores.
Leia esta reportagem retirada do jornal Diário de Santa M aria. Esse texto servirá de base para você responder o item.
TEXTO 2
Respeitável circo!
Não é qualquer circo que chega à cidade em setembro. É só dar uma espiadinha no “Youtube” para ter uma pequena noção do espetáculo AbraKdabra, do circo Tihany, de origem Húngara. Com mais de 60 anos de estrada, o circo traz um espetáculo que alia a arte circense tradicional com tecnologia, dança e ilusionismo. A trupe, formada por 54 artistas de 25 nacionalidades, tem figurinos luxuosos, cenários modernos e eleitos especiais. Ontem, a organização ainda analisava dois locais para a montagem da supertenda, climatizada e com poltronas numeradas.
A expectativa é estrear no dia 4 de setembro e ficar um mês aqui. O preço dos ingressos varia de R$50 a R$160. Achou caro? Poderia ser ainda mais, segundo o produtor Marco Strapazzon:
- Somos o segundo maior circo do mundo. Pela estrutura, o ingresso seria entre US$100 e US$120 (R$350 a R$420) como o Cirque du Soleil, mas graças a umas parcerias conseguimos fazer preços mais em conta.
Diário de Santa Maria. Página 2. M de agosto de 2015

Leia esta reportagem retirada do jornal Diário de Santa M aria. Esse texto servirá de base para você responder o item.
TEXTO 2
Respeitável circo!
Não é qualquer circo que chega à cidade em setembro. É só dar uma espiadinha no “Youtube” para ter uma pequena noção do espetáculo AbraKdabra, do circo Tihany, de origem Húngara. Com mais de 60 anos de estrada, o circo traz um espetáculo que alia a arte circense tradicional com tecnologia, dança e ilusionismo. A trupe, formada por 54 artistas de 25 nacionalidades, tem figurinos luxuosos, cenários modernos e eleitos especiais. Ontem, a organização ainda analisava dois locais para a montagem da supertenda, climatizada e com poltronas numeradas.
A expectativa é estrear no dia 4 de setembro e ficar um mês aqui. O preço dos ingressos varia de R$50 a R$160. Achou caro? Poderia ser ainda mais, segundo o produtor Marco Strapazzon:
- Somos o segundo maior circo do mundo. Pela estrutura, o ingresso seria entre US$100 e US$120 (R$350 a R$420) como o Cirque du Soleil, mas graças a umas parcerias conseguimos fazer preços mais em conta.
Diário de Santa Maria. Página 2. M de agosto de 2015

Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
Observe o enunciado retirado do texto I:
“Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade.”
Dois fatos são expressos nele:
1 - Os guerreiros usavam a acrobacia como forma de treinamento.
2 - A acrobacia exigia força, flexibilidade e agilidade.
Esses fatos se ligam por meio de uma relação lógica no enunciado. Que relação lógica é essa?
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
I - O circo surgiu no Brasil no século XIX. II - Atualmente, as atrações circenses são cheias de novidades tecnológicas. III - O Circo Máximo surgiu por volta de 70 a.C. IV - A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982.
Marque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
A medicina deu passos notáveis ao longo do tempo, porque
( ) em cerca de 60 anos, o número de óbitos por moléstias infectocontagiosas diminuiu pelo menos 30%.
( ) hoje a expectativa de vida ao nascer é 30,2 anos maior que em 1950.
( ) conseguiu melhorar a saúde e a vida das pessoas, que estão completamente livres das doenças graves.
( ) atualmente morrem menos pessoas por infecção, em
comparação com os anos 50.
Passa da meia-noite. Ela cochilou, teve um pequeno pesadelo, acordou sobressaltada; acalmou-se, agora fita o teto. Ele ainda não dormiu. Fita também o teto, a mesma mancha luminosa. É então que começam os ruídos no forro. Ela estremece, surpresa e assustada. Não é um ruído contínuo. Para e recomeça. O ruído cessa. Minutos se escoam. Logo em seguida, os ruídos no forro recomeçam. Desta vez são bem audíveis. Não há, parece, nenhum cuidado em disfarçá-los. As tábuas rangem. A lâmpada oscila nitidamente. A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-cabeceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em posição de fogo. O barulho agora é contínuo. Não é difícil localizar de onde vem: bem no ponto em que se projeta a réstia de luz, as tábuas afundam ritmicamente. Ele ergue o braço – o revólver niquelado reluz por um instante – ela solta um grito abafado – ele atira. O estampido faz estremecer a casa. O quarto se enche de fumaça e do cheiro da pólvora. Sentam na cama, os dois, inteiriçados, os olhos arregalados fitos no forro. Lá fora, os cães ladram. (Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm certeza. Tiro é problema de quem disparou e de quem foi atingido. E da polícia.). Os latidos vão cessando aos poucos. A casa agora está absolutamente silenciosa. Nenhum ruído mais se ouve. (Nos dias que se seguirem sentirão o cheiro, fraco mas penetrante, o odor de carne em decomposição. Mas não falarão sobre isto, ao jantar. Ele contará de seu dia, do trânsito congestionado, ela se queixará do tempo que se perde para consultar o médico do Instituto. Mas do cheiro, nada dirão. Esperarão que se dissipe – e de fato, ao cabo de uma ou duas semanas só restarão na casa os cheiros familiares, da comida, das plantas que ela cultiva em latas vazias, do lixo acumulado no terreno ao lado. Ao forro, ele nunca subirá.) Cinco da manhã. Bocejam. Uma noite destas não há mortal que aguente, ele diz, e ela ri. Decidem que, se tiverem um filho, ele se chamará Alonso.
(Moacyr Scliar. Os melhores contos, 1996. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir que
