Questões Militares Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1334967 Português
Com base na leitura analítica do texto 3, é possível afirmar que a perplexidade diante da infinitude do chicle dá lugar ao sentimento de medo porque a personagem
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Q1334964 Português
No trecho “Hoje, existem várias ‘marcas’ de felicidade.” (linha 14), o vocábulo em destaque remete ao sentido de
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Q1334963 Português
No texto 2, a autora emite sua opinião a partir de fatos comuns à vida em sociedade. Diante disso, assinale o item em que se observam um fato e a opinião relativa a esse fato, respectivamente.
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Q1334962 Português
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a finalidade dos textos 1 e 2.
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Q1334911 Português

Considerando o bullying, tratado nos três textos, é correto afirmar que

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Q1334910 Português

Quanto à finalidade dos textos I, II e III é correto afirmar que

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Q1334907 Português
O humor da tira reside no fato de Calvin
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Q1334905 Português


As faces da maldade

Veja o que é considerado bullying pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia):

Colocar apelidos – Ofender – Zoar – Gozar – Encarnar – Sacanear – Humilhar – Fazer sofrer – Discriminar – Excluir – Isolar – Ignorar – Intimidar – Perseguir – Assediar – Aterrorizar – Amedrontar – Tiranizar – Dominar – Agredir – Bater – Chutar – Empurrar – Ferir – Roubar – Quebrar pertences 

Assinale a alternativa na qual o trecho, gramaticalmente, não estabelece uma relação dialógica entre o locutor e o interlocutor.
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Q1334903 Português


As faces da maldade

Veja o que é considerado bullying pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia):

Colocar apelidos – Ofender – Zoar – Gozar – Encarnar – Sacanear – Humilhar – Fazer sofrer – Discriminar – Excluir – Isolar – Ignorar – Intimidar – Perseguir – Assediar – Aterrorizar – Amedrontar – Tiranizar – Dominar – Agredir – Bater – Chutar – Empurrar – Ferir – Roubar – Quebrar pertences 

Sobre o box “As faces da maldade”:


I – O texto traz informações sobre as diversas formas de bullying.

II – O verbo “ver”, que introduz o texto do box, expressa uma hipótese.

III – As atitudes identificadas como bullying estão representadas com verbos no infinitivo.

IV – “sacanear” e “zoar” são exemplos de linguagem coloquial.


Está correto o que se afirma em


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Q1334902 Português


As faces da maldade

Veja o que é considerado bullying pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia):

Colocar apelidos – Ofender – Zoar – Gozar – Encarnar – Sacanear – Humilhar – Fazer sofrer – Discriminar – Excluir – Isolar – Ignorar – Intimidar – Perseguir – Assediar – Aterrorizar – Amedrontar – Tiranizar – Dominar – Agredir – Bater – Chutar – Empurrar – Ferir – Roubar – Quebrar pertences 

Leia os seguintes trechos retirados do texto II: 

I – “A prática do bullying nem sempre é igual para meninos e meninas” (l.13).

II – “(...) mas não desista de tentar se livrar desse sofrimento” (l.37).

III – “(...) bullying é toda agressão feita com a intenção de machucar outra pessoa...” (l.02/03).


Está correto o que se afirma em

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Q1334901 Português
Acerca da relação entre os parágrafos que constituem o Texto I, julgue as afirmativas verdadeiras ou falsas.
I – A situação relatada no quinto parágrafo tem como desdobramento o que trata o décimo primeiro parágrafo. II – No sétimo e no nono parágrafos, a narradora caracteriza atitudes dos agressores. III – O décimo quarto parágrafo restabelece a ordem no conflito, trazendo a paz a todas as personagens. IV – A ideia inconclusa no décimo sétimo parágrafo é retomada e concluída no vigésimo parágrafo.

A sequência correta é
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Q1334900 Português
O trecho que, no Texto I, não constitui um fato é
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Q1334899 Português
Em “Tudo morto, enterrado e esquecido” (l.33), temos uma sequência que indica
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Q1334896 Português

Julgue verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre o Texto I.

I – O texto apresenta narrador personagem que observa os fatos e tem conhecimento do que se passa na mente das personagens.

II – O espaço onde se desenvolve o conflito é um corredor, no qual encontram-se as salas de aula.

III – O conflito se inicia com a passagem de Denílson, Caio e Fred pela carteira onde Leo está sentado.

IV – Sobre os personagens do texto, podemos dividi-los em apenas dois grupos: agressores e vítimas.

V – Há registros de cronologia ao longo da narrativa, pois os fatos acontecem em um sequência.

A sequência correta é

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Q1334895 Português
“Fred, por último, arrematava com chutes, inventava um sem querer, fingia um não vi, e lá iam as canetas, lápis, borracha ou a própria mão do Leo na sua mira perversa.” (l.26 a l.28). Esse parágrafo demonstra atitudes com o objetivo principal de
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Q1334894 Português

Acerca das ideias contidas no Texto I, pode-se afirmar que


I – Além da professora, dos agressores e da vítima, havia outras pessoas I, apenas.na sala, após a agressão.

II – O bullying provoca reações apenas emocionais em suas vítimas.

III – Leo era a única vítima de bullying da sala.


A respeito das assertivas, é correto o que se afirma em

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Q1334893 Português
Com base na leitura do Texto I, marque a opção correta em relação ao sentido da palavra destacada nos trechos em análise.
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Q1334892 Português
De acordo com as ideias do Texto I, é correto afirmar que
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Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: PM-PR Prova: NC-UFPR - 2015 - PM-PR - Aspirante |
Q1330142 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

Famílias em transformação


O projeto de lei que cria o Estatuto da Família colocou na pauta do dia a discussão a respeito do conceito de família. Afinal, o que é família hoje? Alguém aí tem uma definição, para a atualidade, que consiga acolher todos os grupos existentes que vivem em contextos familiares? 

A Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa: “Família é a união entre homem e mulher, por meio de casamento ou de união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos”. Essa é a definição aprovada pela Câmara para o projeto cuja finalidade é orientar as políticas públicas quanto aos direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –, principalmente nas áreas de segurança, saúde e educação. Vou deixar de lado a discussão a respeito das injustiças, preconceitos e exclusões que tal definição comporta, para conversar a respeito das famílias da atualidade.

Desde o início da segunda metade do século passado, o conceito de família entrou em crise, e uso a palavra crise no sentido mais positivo do termo: o que aponta para renovação e transição; mudança, enfim. Até então, tínhamos, na modernidade, uma configuração social hegemônica de família, que era pautada por um tipo de aliança – entre um homem e uma mulher – e por relações de consanguinidade. As mudanças ocorridas no mundo determinaram inúmeras alterações nas famílias, não apenas em seu desenho, mas, principalmente, em suas dinâmicas.

 mudanças nas famílias. Só assim iremos conseguir enxergar que a família não é um agente de perturbação da sociedade. É a sociedade que tem perturbado, e muito, o funcionamento familiar. Um exemplo? Algumas mulheres renunciam ao direito de ficar com o filho recém-nascido durante todo o período da licença-maternidade determinado por lei, porque isso pode atrapalhar sua carreira profissional. Em outras palavras: elas entenderam que a sociedade prioriza o trabalho em detrimento da dedicação à família. É assim ou não é? 

Se pudéssemos levantar um único quesito que seria fundamental para caracterizar a transformação de um agrupamento de pessoas em família, eu diria que é o vínculo, tanto horizontal quanto vertical. E, hoje, todo mundo conhece grupos de pessoas que vivem sob o mesmo teto ou que têm relação de parentesco que não se constituem verdadeiramente em família, por absoluta falta de vínculo entre seus integrantes.

Os novos valores sociais têm norteado as pessoas para esse caminho. Vamos lembrar valores decisivos para nossa sociedade: o consumo, que valoriza o trabalho exagerado, a ambição desmedida e o sucesso a qualquer custo; a juventude, que leva adultos, independentemente da idade, a adotar um estilo de vida juvenil, que dá pouco espaço para o compromisso que os vínculos exigem; a busca da felicidade, identificada com satisfação imediata, que leva a trocas sucessivas nos relacionamentos amorosos, como amizades e par afetivo, só para citar alguns exemplos. O vínculo afetivo tem relação com a vida pessoal. O vínculo social, com a cidadania. Ambos estão bem frágeis, não é? 

SAYÃO, Rosely. <www.folhaonline.com.br>. Em 29 set. 2015.

Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre o uso de expressões e/ou sinais de pontuação no texto.

( ) O diálogo com o leitor é marcado no texto pelo uso da expressão “alguém aí”, na segunda linha, e pelo uso recorrente da interrogação.

( ) A expressão sublinhada em “a Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa” antecipa para o leitor a adesão da autora à definição de família aprovada para o projeto de lei do Estatuto da Família.

( ) No trecho “direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –”, a expressão entre travessões alerta o leitor para a restrição do conceito de família mencionado.

( ) As expressões “desde o início da segunda metade do século passado” e “até então” (3º parágrafo) introduzem informações situadas em um mesmo período.



Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: PM-PR Prova: NC-UFPR - 2015 - PM-PR - Aspirante |
Q1330141 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

Famílias em transformação


O projeto de lei que cria o Estatuto da Família colocou na pauta do dia a discussão a respeito do conceito de família. Afinal, o que é família hoje? Alguém aí tem uma definição, para a atualidade, que consiga acolher todos os grupos existentes que vivem em contextos familiares? 

A Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa: “Família é a união entre homem e mulher, por meio de casamento ou de união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos”. Essa é a definição aprovada pela Câmara para o projeto cuja finalidade é orientar as políticas públicas quanto aos direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –, principalmente nas áreas de segurança, saúde e educação. Vou deixar de lado a discussão a respeito das injustiças, preconceitos e exclusões que tal definição comporta, para conversar a respeito das famílias da atualidade.

Desde o início da segunda metade do século passado, o conceito de família entrou em crise, e uso a palavra crise no sentido mais positivo do termo: o que aponta para renovação e transição; mudança, enfim. Até então, tínhamos, na modernidade, uma configuração social hegemônica de família, que era pautada por um tipo de aliança – entre um homem e uma mulher – e por relações de consanguinidade. As mudanças ocorridas no mundo determinaram inúmeras alterações nas famílias, não apenas em seu desenho, mas, principalmente, em suas dinâmicas.

 mudanças nas famílias. Só assim iremos conseguir enxergar que a família não é um agente de perturbação da sociedade. É a sociedade que tem perturbado, e muito, o funcionamento familiar. Um exemplo? Algumas mulheres renunciam ao direito de ficar com o filho recém-nascido durante todo o período da licença-maternidade determinado por lei, porque isso pode atrapalhar sua carreira profissional. Em outras palavras: elas entenderam que a sociedade prioriza o trabalho em detrimento da dedicação à família. É assim ou não é? 

Se pudéssemos levantar um único quesito que seria fundamental para caracterizar a transformação de um agrupamento de pessoas em família, eu diria que é o vínculo, tanto horizontal quanto vertical. E, hoje, todo mundo conhece grupos de pessoas que vivem sob o mesmo teto ou que têm relação de parentesco que não se constituem verdadeiramente em família, por absoluta falta de vínculo entre seus integrantes.

Os novos valores sociais têm norteado as pessoas para esse caminho. Vamos lembrar valores decisivos para nossa sociedade: o consumo, que valoriza o trabalho exagerado, a ambição desmedida e o sucesso a qualquer custo; a juventude, que leva adultos, independentemente da idade, a adotar um estilo de vida juvenil, que dá pouco espaço para o compromisso que os vínculos exigem; a busca da felicidade, identificada com satisfação imediata, que leva a trocas sucessivas nos relacionamentos amorosos, como amizades e par afetivo, só para citar alguns exemplos. O vínculo afetivo tem relação com a vida pessoal. O vínculo social, com a cidadania. Ambos estão bem frágeis, não é? 

SAYÃO, Rosely. <www.folhaonline.com.br>. Em 29 set. 2015.

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O conceito de família adotado no projeto de lei que cria o Estatuto da Família corresponde à composição familiar predominante na primeira metade do século XX. 2. Uma família se constitui pelo vínculo entre pessoas, sejam da mesma geração, sejam de gerações diferentes. 3. A ausência de vínculo afetivo entre pessoas que têm relação de parentesco é um fator de desestabilização da sociedade. 4. O conceito de família aprovado pela Câmara dos Deputados exclui do escopo das políticas públicas parte dos agrupamentos familiares existentes.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2281: D
2282: E
2283: A
2284: B
2285: E
2286: D
2287: D
2288: B
2289: E
2290: D
2291: C
2292: D
2293: A
2294: E
2295: C
2296: A
2297: B
2298: C
2299: A
2300: D