Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q4175956 Português
A frase "Chovia tanto que parecia o fim do mundo." é construida utilizando-se a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4175950 Português
A frase "Ele está entre a cruz e a espada." é construída utilizando-se a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4175947 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

No trecho: "[...] de tudo que ele suscita [...]." (3°§), o pronome destacado se refere: 
Alternativas
Q4175944 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

No trecho: "[...] atingir o máximo de matizes [...]." (2°S), que palavra substitui o vocábulo destacado mantendo seu sentido no contexto? 
Alternativas
Q4175936 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

No trecho: "Mas andei lendo livros [...]" (1°§), o vocábulo destacado expressa uma ideia:
Alternativas
Q4175934 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

Qual figura de linguagem ocorre no trecho: "O pavão é um arco-íris de plumas." (1°§)?
Alternativas
Q4175933 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

Observe o trecho:


"[...] de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim [...]" (3°§)


As palavras destacadas indicam a presença da figura de linguagem denominada:

Alternativas
Q4175931 Português

TEXTO


O Pavão


Eu considerei a glória de um pavão ostentando о esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.


Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.


(BRAGA, Rubem. O pavão. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao São Paulo. Global, 2005. <https://cronicabrasileira.orgbr/cronicas/11513/o-pavao%20São%20Paulo,%20Global,%202005.>  Acesso em 14 de setembro de 2025) 

Observe o trecho:


"O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma." (1°§).


A inversão dos termos destacados não causa alteração de sentido. Assinale a opção em que a inversão dos termos também não causa mudança no sentido. 

Alternativas
Q4175854 Português
Observe o anúncio publicitário: "Use máscara. Proteja-se. Proteja os outros." Qual é a função da linguagem predominante no texto? 
Alternativas
Q4175851 Português
Observe a frase: "Mesmo em tempos de crise, a leitura continua sendo um refúgio acessível". O texto diz que:
Alternativas
Q4175843 Português
Assinale a opção em que há a figura de linguagem denominada comparação. 
Alternativas
Q4175830 Português

TEXTO 


Uma ideia toda azul


    Um dia o Rei teve uma ideia.


    Era a primeira vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.


    Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.


    Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?


    Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo. Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher?


    Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.


    A chave, prendeu no pescoço em grossa corrente.


    E nunca mais mexeu nela.


    O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos que mentiam a verdade.


    Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.


    Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar e lhe libertaram do manto.


    Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.


    — Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.


    Abriu a porta, levantou o cortinado.


    Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.


    Tentando na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza. Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.


(COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo, Global, 2005.)

Quais são as tipologias textuais predominantes no conto "Uma ideia toda azul"? 
Alternativas
Q4175827 Português

TEXTO 


Uma ideia toda azul


    Um dia o Rei teve uma ideia.


    Era a primeira vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.


    Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.


    Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?


    Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo. Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher?


    Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.


    A chave, prendeu no pescoço em grossa corrente.


    E nunca mais mexeu nela.


    O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos que mentiam a verdade.


    Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.


    Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar e lhe libertaram do manto.


    Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.


    — Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.


    Abriu a porta, levantou o cortinado.


    Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.


    Tentando na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza. Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.


(COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo, Global, 2005.)

No título do texto, "Uma ideia toda azul", a palavra "toda" possui o sentido de:
Alternativas
Q4175826 Português

TEXTO 


Uma ideia toda azul


    Um dia o Rei teve uma ideia.


    Era a primeira vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.


    Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.


    Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?


    Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo. Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher?


    Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.


    A chave, prendeu no pescoço em grossa corrente.


    E nunca mais mexeu nela.


    O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos que mentiam a verdade.


    Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.


    Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar e lhe libertaram do manto.


    Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.


    — Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.


    Abriu a porta, levantou o cortinado.


    Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.


    Tentando na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza. Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.


(COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo, Global, 2005.)

Qual figura de linguagem ocorre no trecho: "[...] cortinas e véus pendurados como teias." (6°§)?
Alternativas
Q4175825 Português

TEXTO 


Uma ideia toda azul


    Um dia o Rei teve uma ideia.


    Era a primeira vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.


    Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.


    Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?


    Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo. Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher?


    Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.


    A chave, prendeu no pescoço em grossa corrente.


    E nunca mais mexeu nela.


    O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos que mentiam a verdade.


    Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.


    Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar e lhe libertaram do manto.


    Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.


    — Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.


    Abriu a porta, levantou o cortinado.


    Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.


    Tentando na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza. Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.


(COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo, Global, 2005.)

No trecho, "Ninguém mais se ocupa de mim dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo." (12°§), o travessão foi utilizado com qual finalidade? 
Alternativas
Q4175821 Português

TEXTO 


Uma ideia toda azul


    Um dia o Rei teve uma ideia.


    Era a primeira vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul.


    Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.


    Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?


    Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo. Portas fechadas, e o silêncio. Que sala escolher?


    Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.


    A chave, prendeu no pescoço em grossa corrente.


    E nunca mais mexeu nela.


    O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos que mentiam a verdade.


    Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.


    Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar e lhe libertaram do manto.


    Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.


    — Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.


    Abriu a porta, levantou o cortinado.


    Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.


    Tentando na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza. Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.


(COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo, Global, 2005.)

Assinale a opção em que a frase resume a lição principal do texto. 
Alternativas
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Q4139849 Português
Leia a tira humorística de Mort Walker.

Q30.png (673×204)
Fonte: Mort Walker. Recruta Zero. O Estado de São Paulo, São Paulo, 1 out. 2004.

Após a leitura da tira humorística, assinale a alternativa incorreta quanto à adequação da linguagem à situação comunicativa, considerando os elementos que contribuem para a eficiência da comunicação entre os interlocutores.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Provas: CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Alergologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Nuclear | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Mastologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina de Família e Comunidade | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ginecologia e Obstetrícia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hematologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina do Trabalho | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Clínica Médica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hemoterapia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Intensiva | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Psiquiatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Dermatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Infectologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Médico Generalista | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Radiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Endocrinologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Reumatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Nefrologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Urologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Gastroenterologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Geriatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurocirurgia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria Neonatal | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia de Cabeça e Pescoço | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Geral | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Plástica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pneumologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Vascular Periférica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Proctologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Oftalmologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ortopedia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Otorrinolaringologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anatomia Patológica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anestesiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cancerologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cardiologia |
Q4139846 Português
A questão refere-se ao fragmento da crônica de João Ubaldo Ribeiro.

Com mais de 50 anos de escrevinhação nas costas, descobri algumas ideias que muita gente faz da vida de um escritor. Por exemplo, tem quem ache que os escritores, notadamente entre eles mesmos, só falam difícil, uma proparoxítona para abrir, uma mesóclise para dar classe e um tetrassílabo para arrematar. “Em teu parecer, meu impertérrito amigo”, perguntaria eu ao Rubem Fonseca, durante nosso almoço periódico, “abater-se-á hoje, sobre a nossa urbe, uma formidanda intempérie?” Ao que o Zé Rubem reagiria com uma anástrofe, um mais-que-perfeito fazendo as vezes do imperfeito do subjuntivo e uma aliteração final show de bola, coisa de craque mesmo. “Augure do tempo fora eu, pressagiá-lo-ia libentissimamente”, responderia ele. “Todavia, de tal não me trato.” E assim iríamos almoço afora, discutindo elevadíssimos assuntos, em linguagem só compreensível por indivíduos especiais.

Fonte: João Ubaldo Ribeiro. Vida de escritor. O Estado de S. Paulo, 3 jul. 2011. Disponível em: https://www.google.com/search?q=http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,vida-de-escritor.htm&authuser=2. Acesso em: 14 mar. 2026.

Com base na leitura do fragmento apresentado, assinale a alternativa incorreta no que se refere aos recursos utilizados pelo autor para a construção do efeito de humor.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Provas: CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Alergologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Nuclear | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Mastologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina de Família e Comunidade | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ginecologia e Obstetrícia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hematologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina do Trabalho | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Clínica Médica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hemoterapia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Intensiva | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Psiquiatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Dermatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Infectologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Médico Generalista | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Radiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Endocrinologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Reumatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Nefrologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Urologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Gastroenterologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Geriatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurocirurgia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria Neonatal | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia de Cabeça e Pescoço | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Geral | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Plástica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pneumologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Vascular Periférica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Proctologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Oftalmologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ortopedia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Otorrinolaringologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anatomia Patológica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anestesiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cancerologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cardiologia |
Q4139836 Português
Leia o texto a seguir.

Nossa língua brasileira

    Fui dar um passeio por Rondônia. Lá pelas tantas, comecei a perceber que não estava entendendo a conversa do povo. Eu, que falo o português do centro-oeste mineiro, achei toada na fala da região. Cheguei numa beira de porto e pus sentido na prosa em redor. Decorei alguma coisa, que divido agora com o leitor. [...] Eis meu relato:
    O regatão saltou do alvarenga onde estava morcegando e berrou:
    — Açaí, cajarana, cupuaçu e pupunha! Loção contra carapanã, mucuim, mutuca e pium. Vai levar, patrão? [...]
    Procurei um táxi, mas desanimei ao ouvir o informante dizer:
    — Aqui, BK é só pra quem tá bamburrado. Tu tá?
    E saiu rindo, apontando para mim e falando:
     — Brabo aqui vai de catraia! [...]
    Logo que pude, abri buraqueira (fugi) para não ser forçado a fazer uso de uma assistência (ambulância) com destino a um hospício; nem para ser submetido a um baculejo (revista policial). Claro! Do jeito que fiquei, talvez pensassem que eu estava bodado (maluco) [...]. Logo eu, que sou tão virado (trabalhador)!
    É uma faceta (epa!) da nossa língua... brasileira ou portuguesa?

Fonte: Wilson Liberato. O Pergaminho, 21 out. 2000.

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta em relação aos elementos linguísticos que exemplificam a variação da língua brasileira.
Alternativas
Q4126925 Português
Texto CG1A1


    A inteligência artificial (IA) está transformando diferentes setores da sociedade, e a segurança desponta entre as áreas que mais têm se beneficiado da tecnologia. No Brasil, a tendência segue em expansão, refletindo um mercado em constante adaptação às novas demandas de empresas e consumidores. De acordo com pesquisa realizada pela IEEE Transmitter, 48% dos líderes de tecnologia entrevistados esperam que o principal uso da IA seja voltado à identificação de vulnerabilidades de segurança em tempo real e à prevenção de ataques cibernéticos.

    Uma das inovações mais promissoras é o uso de reconhecimento facial em larga escala. Inicialmente desenvolvido para a segurança pública, o recurso agora é aplicado no mercado de varejo, com funções que vão além da prevenção de perdas. O reconhecimento facial auxilia a identificação de quadrilhas e o monitoramento de comportamentos suspeitos, mas também fornece dados sobre o perfil do público, como gênero e faixa etária. “As informações ajudam lojistas a planejar promoções, a organizar a exposição de produtos de acordo com o fluxo de clientes e até mesmo a otimizar o trabalho da equipe em horários de maior movimento”, salienta Gustavo Maciel, gerente de varejo da empresa de equipamentos de vigilância Hikvision.

    Outro dos principais cenários de aplicação da IA no Brasil são as cidades inteligentes. Em 2026, espera-se que iniciativas como monitoramento em tempo real, muralhas digitais e semáforos inteligentes se tornem cada vez mais comuns. O objetivo é melhorar a segurança pública e também otimizar a gestão urbana, oferecendo opções integradas que auxiliem a identificar infrações, responder rapidamente a emergências e monitorar fluxos de trânsito. O uso da IA em cidades inteligentes reforça a conexão entre tecnologia e qualidade de vida, criando espaços urbanos mais eficientes e resilientes.

    As inovações impulsionadas pela IA estão remodelando o setor de segurança no Brasil, e abrangem desde soluções patrimoniais até a otimização do varejo. Tecnologias como o reconhecimento facial, as mídias digitais e os sistemas inteligentes demonstram o potencial da IA para criar ambientes mais seguros e eficientes. “Desse modo, o país avança na adoção de recursos que atendem às demandas do presente e se preparam para um futuro ainda mais conectado e protegido”, conclui Maciel.


Internet: <www.em.com.br> (com adaptações).. 
No trecho “O uso da IA em cidades inteligentes reforça a conexão entre tecnologia e qualidade de vida” do texto CG1A1, a forma verbal “reforça” é empregada com o mesmo sentido de
Alternativas
Respostas
121: B
122: A
123: A
124: E
125: D
126: D
127: B
128: C
129: B
130: C
131: A
132: E
133: C
134: D
135: C
136: D
137: C
138: D
139: C
140: E