Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q668140 Português

Leia:

O conhecimento é desvelado a quem lê num encontro cosmogônico... (linhas 11 e 12)

De acordo com o texto, qual o sentido que não pode ser atribuído ao termo destacado acima?

Alternativas
Q668055 Português

Leia:

Maliciosas em tentação,

Riem amoras orvalhadas.

Assinale a alternativa em que não há a mesma figura de linguagem presente no texto acima.

Alternativas
Q668052 Português

Marque a alternativa em que o tipo de discurso utilizado para reproduzir a fala do ex-presidente dos Estados Unidos, George Bush, completa corretamente o trecho a seguir:

Indagado sobre as determinações do Protocolo de Kyoto, George Bush disse

Alternativas
Q668043 Português

                 A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?

                    Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer

                                          alguns problemas. 

      “A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.

      Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.

      Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.

                    Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.

Ao se afirmar que é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois, não se pode concluir que
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Q668042 Português

                 A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?

                    Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer

                                          alguns problemas. 

      “A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.

      Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.

      Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.

                    Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.

Leia:

Pois é: a bomba populacional não estourou.

A metáfora presente nessa afirmação nos remete à expressão

Alternativas
Q668041 Português

                 A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?

                    Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer

                                          alguns problemas. 

      “A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.

      Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.

      Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.

                    Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.

Qual das situações abaixo, de acordo com o texto, já vem ocorrendo e se configurará como um problema em 2050?
Alternativas
Q668040 Português

                 A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?

                    Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer

                                          alguns problemas. 

      “A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.

      Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.

      Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.

                    Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.

Leia:

O importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce.

Assinale a alternativa que define corretamente a afirmação acima.

Alternativas
Q662551 Português
Pelo que se depreende a partir da leitura atenta do texto III, a situação que não pode ser atribuída exclusivamente à FAB é a
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Q662550 Português
A afirmação apresentada no título do texto III é retomada nos parágrafos
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Q662549 Português

Informe se a significação contextual de palavras e/ou de expressões do texto III é falsa (F) ou verdadeira (V). Depois, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses.

( ) extraordinária (l. 02) – rara

( ) necessidade (l. 07) – urgência

( ) local (l. 08) – nativa

( ) conta com (l. 19) – abrange

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Q662541 Português

Analise as afirmações sobre o texto II.

I. A participação na reconstrução do Haiti consolidará a liderança que o Brasil já vem exercendo na força de paz instalada naquele país.

II. A ajuda humanitária, na opinião tanto do militar quanto do especialista em estratégia militar, é inerente às atribuições da força de paz.

III. A missão de paz no Haiti é a mesma que foi criada para a Crise do Canal de Suez.

Qual(is) está(ão) correta(s) de acordo com o texto?

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Q662539 Português

Analise os trechos a seguir, extraídos do texto e, depois, assinale a alternativa que apresenta afirmação (afirmações) que, apenas pela leitura do texto, não se pode atribuir às declarações feitas pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e/ou pelo pesquisador da Unicamp.

(1) “a ajuda humanitária não faz parte das atribuições da força de paz” (l. 03)

(2) “as tropas brasileiras estão fazendo” (l. 05-06)

(3) “Provavelmente, o Brasil terá de comandar a missão de reconstruir o Haiti.” (l. 16-17)

(4) “E o comando das operações será brasileiro.” (l. 20)

(5) “A força foi criada para garantir um cessar fogo entre israelenses e árabes.” (l. 22-23)

(6) “que é muito pior do que qualquer favela do Rio de Janeiro.” (l. 27-28)

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Q662531 Português

Em “Quantos Haitis”, José Saramago

I. acredita que acontecimentos como o do Haiti podem servir de lição para todos nós.

II. defende a ideia de que devemos nos preocupar com os vivos, ignorando o destino dos mortos.

III. afirma que o Haiti, à semelhança do que houve em Lisboa, terá a sua homogeneidade social reconstruída.

Qual(is) das afirmações representa(m) o ponto de vista do autor?

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Q662528 Português

O texto I pode ser dividido em três partes distintas: (1) O terremoto que atingiu Lisboa em 1755; (2) A situação do Haiti depois do terremoto de janeiro de 2010; e (3) A reflexão sobre outras tantas tragédias em outros tantos Haitis e sobre as ações que devem ser tomadas para evitá-las.

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a relação dos parágrafos que compõem cada uma das partes.

Alternativas
Q662524 Português
A expressão “espoliado de seu haver” (l. 08), contextualmente, significa
Alternativas
Q662523 Português

Analise as afirmações sobre o texto.

I. Quando escreve “No Dia de Todos os Santos de 1755 Lisboa foi Haiti” (l. 01), Saramago estabelece semelhanças entre a situação social e política de Lisboa e do Haiti.

II. Pode-se depreender, a partir da leitura dos parágrafos 7, 8 e 9, que as preces do povo do Haiti não foram ouvidas, o que permitiu que muitas pessoas fossem atingidas pelo terremoto.

III. A expressão “outros mil Haitis que existem no mundo” refere-se a lugares que, à semelhança do Haiti, apresentam problemas sociais e políticos e/ou são vulneráveis às grandes catástrofes naturais.

Pode-se afirmar que

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Q662453 Português
                                                           A bomba-relógio dos lixões

   A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça ambiental subterrânea.
   Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
   Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680 áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em 1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em 2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada, e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
   Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos que já são conhecidos.
                                                                                              (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)

Sobre o título do texto, afirma-se que

I. está elaborado em linguagem figurada, reportando ao sentido de perigo;

II. apresenta uma questão cujo enfoque no texto é a cidade do Rio de Janeiro;

III. apresenta uma questão cujos índices dispensam atenção mais urgente das autoridades.

Está correto o que se afirma em

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Q662452 Português
                                                           A bomba-relógio dos lixões

   A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça ambiental subterrânea.
   Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
   Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680 áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em 1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em 2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada, e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
   Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos que já são conhecidos.
                                                                                              (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
Com a frase – É preciso que o poder público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos que já são conhecidos. – no último parágrafo do texto, evidencia-se
Alternativas
Respostas
6961: D
6962: A
6963: A
6964: B
6965: B
6966: D
6967: A
6968: D
6969: B
6970: C
6971: C
6972: A
6973: C
6974: A
6975: A
6976: C
6977: D
6978: C
6979: A
6980: E