Questões Militares
Sobre interpretação de textos em português
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Com relação às ideias e estruturas do texto acima, julgue o item a seguir.
Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).
O texto evidencia a necessidade de
( ) mudanças estruturais no setor investigativo de policiais.
( ) investimentos significativos na formação do policial brasileiro.
( ) critérios mais justos na aplicação de penalidades a todo e qualquer militar.
( ) reforço dos princípios éticos que devem conduzir o ser humanos em suas ações.
( ) contenção do abuso de violência que permeia, não raro, a ação militar, através de treinamento e punição.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.
( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /
( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).
( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.
( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /
( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.
( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.
( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.
( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.
( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Observe o gráfico abaixo
O Relatório Nacional de Acompanhamento dos
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
(2007), publicado pela Presidência da
República, registra os casos de malária, na
Amazônia Legal, de 1999 a 2006.
Qual das alternativas abaixo indica uma leitura
correta do gráfico.
Analise os itens apresentados, a seguir, de acordo com os tipos e gêneros textuais.
I. “Secretária faz balanço positivo das ações sociais em MT”.
II. “Venha para a Vivo e aproveite a maior e melhor cobertura 3G do Brasil”.
III. “Apresentamos, nesta edição da revista, um breve mosaico das iniciativas premiadas, que utilizam as tecnologias de informação e comunicação como ferramentas para acelerar a inclusão social país afora”.
IV. “Excelentíssimo Juiz, Encaminhamos à V.Exª os documentos relativos ao processo nº 297/12 para inclusão nos autos”.
Assinale a alternativa que apresenta a
classificação correta dos gêneros textuais.
Texto IV
[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.
No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.
Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?
(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São
Paulo. 20 set. 2000)
Texto III

(http://rasuralivre.blogspot.com/2007_04_01archive.html)
Leia o texto e responda à questão.
Quanto ao enunciado “Temos a obrigação moral de, pelo menos, dar a chance deles correrem”, analise as afirmativas.
I. Pode-se substituir a expressão “pelo menos” por “às vezes”, sem prejuízo da significação.
II. O vocábulo “deles” refere-se a “crianças”.
III. O vocábulo “chance” significa “oportunidade”.
IV. A expressão verbal “correrem” concorda com o substantivo “chance”.
V. A expressão verbal “Temos” concorda com o sujeito “a obrigação moral”.
Com base nelas, assinale a alternativa correta.
Texto III

(http://rasuralivre.blogspot.com/2007_04_01archive.html)
Leia o texto e responda à questão.
Texto II
“Artigo XXVI
1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.
Imagine que você tenha um de seus direitos violados e vai redigir um documento ao juiz de sua comarca.
Quanto à linguagem a ser utilizada, analise as afirmativas.
I. A forma de tratamento adequada é “Vossa Excelência” e a abreviatura é “V.Exª”.
II. O nível de linguagem é caracterizado pela formalidade e pelo uso da norma padrão.
III. É obrigatório o uso do vocativo “Prezado Juiz”.
IV. O emprego do pronome possessivo adequado é: “Aguardo a sua resposta”.
V. O emprego do pronome possessivo adequado é: “Aguardo a vossa resposta”.
Com base nelas, assinale a alternativa correta.
Texto II
“Artigo XXVI
1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.

