Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q735039 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Observando as informações apresentadas no 1º parágrafo percebe-se
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Q735038 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Segundo as pistas do texto, o perfil do profissional atual se resume em ter
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Q735037 Português

                     Mudanças, Empregabilidade e Felicidade 

       Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

       Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

       Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      ( ....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

     Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer. 

       Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.


                     Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm

                                                                               (Com recortes e adaptações) 

Tendo em vista as ideias do texto verifica-se
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Q726099 Português
 Leia o texto a seguir: A desigualdade racial brasileira, já bastante dissecada a partir de indicadores de renda e escolaridade, pode também ser constatada pelo padrão de mortalidade de cada grupo. Entre os homens negros, a principal causa de mortalidade foram as externas (homicídios, acidentes e outras razões não naturais). Entre os brancos, essas causas são o terceiro item mais comum, atrás das doenças do aparelho circulatório e das neoplasias (tumores). Além de negros e brancos apresentarem padrão de mortalidade diferente, em 2005, um estudo dos pesquisadores Marcelo Paixão e Luiz Carvano, da UFRJ, mostra que, desde 1999, cresce a desigualdade entre os dois grupos quando se comparam as taxas de mortalidade por homicídios, HIV, tuberculose e problemas no parto. Em alguns casos, essa desigualdade cresceu porque houve melhoria dos índices entre brancos e piora entre os negros. Foi o que ocorreu, por exemplo, com os homicídios. De 1999 a 2005, a taxa de assassinatos por 100 mil homens brancos caiu de 36 para 34 mortes. No mesmo período, a mesma taxa entre os homens negros aumentou de 52 para 61 por 100 mil.[...] A dificuldade nesse tipo de pesquisa, comparando as causas de morte entre negros e brancos no Brasil, é identificar o quanto desse diferencial é causado pela discriminação racial e o quanto é explicada por razões econômicas ou sociais. Segundo Paixão, no caso dos homicídios, não há dúvida de que há um componente racial. (Adaptado de: GOIS, Antonio. Violência é a maior causa de mortes entre homens negros. Folha de São Paulo, SP, 20 nov. 2007, Cotidiano. Disponível em Acesso em: 2 nov. 2009). Com base no texto, assinale a alternativa correta.
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Q726088 Português
Nas frases, I. Mas há quem use esses sites para aprender a construir bombas e violar mercadorias, para disseminar intolerância e violência (linhas 3 e 4). II. Essas pessoas construíram, socialmente, uma paranoia (linhas 13 e 14). III. Pessoas que se comportam dessa maneira e chegam a incitar a morte de outro grupo estão à margem do código social e da ética (linhas 17 e 18). Sem alterar o sentido de cada frase, as palavras grifadas podem ser substituídas, respectivamente, por
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Q726087 Português

Em relação ao texto, considere as afirmativas a seguir:

I. Segundo Bezerra Júnior, da UERJ, a intolerância e o preconceito podem ocorrer em quaisquer formas de interação social, mesmo que não mediadas pela tecnologia.

II. O genocídio da raça humana é causado por pessoas que se mantêm à margem do código social e da ética, incitando a morte de outro grupo.

III. Para a antropóloga Adriana Dias, muitos participantes de comunidades como o Orkut escondem-se no anonimato, alegando defender a liberdade de expressão.

IV. Por ignorar a existência de sites como Orkut, Myspace e Facebook, as leis da Constituição brasileira impossibilitam responsabilizar os que abusam da liberdade de expressão.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q726086 Português
Nas frases, I. Dá ao tal pelotão um brilho que poucos regimentos conhecem (linha 4). II. A única polícia montada em búfalos de que se tem notícia no planeta (linha 13). III. São os soldados do batalhão [...] que lavam, escovam, engraxam e passam óleo de peroba nos chifres dos búfalos (linhas 13 e 14). os termos antecedentes do pronome relativo que são, respectivamente,
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Q726085 Português
Considere as afirmativas a seguir: I. A expansão do rebanho bufalino marajoara tornou-se um estorvo desde que superou o número de moradores da ilha. II. Os búfalos são admirados pela população local quando desfilam montados pelos soldados pelas ruas de Soure. III. Além de Soure, mais seis municípios da ilha de Marajó estão sob o comando do tenente-coronel Dourado. IV. Chifres de búfalos apresentam formato variado, podendo ser retos, curvos, curtos ou longos e ainda voltados para cima ou para baixo. Assinale a alternativa correta. 
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Q726084 Português
É correto afirmar que o principal segredo do destacamento de segurança pública de Marajó depende 
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Q726082 Português
Com base no texto, considere as afirmativas. I. Assim como os juízes isolam-se no universo das leis e processos, a atuação dos promotores está desentrosada das polícias Civil e Militar. II. O excesso de sigilo nos processos e a falta de clareza do Código Penal prejudica a continuidade do funcionamento da Justiça criminal. III. Deve-se evitar que a definição do que se quer oferecer à sociedade em segurança pública restrinja-se a interesses corporativos de certos grupos. IV. Desde há muito tempo, Poder Judiciário, sistema prisional e a infraestrutura legislativa funcionam de modo perfeitamente integrado em países como os Estados Unidos. Assinale a alternativa correta.
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Q726081 Português
O principal problema quanto à reestruturação da Justiça criminal brasileira, segundo o autor do texto, é 
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Q726080 Português
A palavra cuja pronúncia imita o som natural do que é significado, para representar o ruído do telhado desa' bando (no 2° quadrinho), chama-se 
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Q726079 Português

Leia o texto a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

A expressão “lamento”, no 1° e 3° quadrinhos do texto, transmite o efeito de sentido de

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Q725981 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Releia: “ Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos (...)” A respeito dos termos destacados, está correto afirmar que:
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Q725978 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
O texto objetiva principalmente:
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Q725977 Português
O novo e intratável HIV
FOLGAS DOS PACIENTES NOS TRATAMENTOS DÃO ORIGEM A UM VÍRUS SUPER­-RESISTENTE QUE  COQUETEL NENHUM CONSEGUE ABATER.
Cometeu excessos no carnaval e acabou se esquecendo da camisinha? A má noticia é que a Aids continua por  ai, vitimando cerca de 2 milhões de pessoas por ano ­ héteros e homossexuais,  viu? A péssima noticia é que ainda passando de uma pessoa pra outra uma variante do HIV que é resistente a todas as drogas conhecidas até hoje. 
Os cientistas deram a esse monstro microscópico o nome super HIV ou XDR ­ do inglês, extreme drug resistant,  ou extremamente resistente a drogas. Essa variante do vírus tem aparecido sobretudo nos países desenvolvidos. 
É neles que os pacientes têm acesso aos três grandes tipos de drogas já descobertos pela ciência: nucleosideos da protease. Como o HIV é extremamente mutante, na maioria dos casos os remédios são tomados de uma só vez. E esses novos vírus são resistentes aos três. 
Segundo o pesquisador Robert Smith?­ sim, o nome dele tem um ponto de interrogação ­, da Universidade de Ottawa, no Canadá,  se o tratamento é feito adequadamente, é muito difícil que o super HIV apareça. Mas os portadores esquecem­se de tomar  as drogas,  os níveis de remédios no organismo diminuem,  e os “filhos”  mutantes do HIV têm mais chances de prosperar gerando novas variantes. 
Voltando a falar com os foliões desprevenidos, quando um portador do vírus resistente infecta alguém, ele não transmite o HIV normal, mas o super, contra o qual ainda não existe tratamento. Os cientistas trabalham nisso,  mas resultados definitivos devem demorar muito tempo.
Galileu. 10 março de 2010. p.18 
Logo no primeiro parágrafo do texto, o autor assume:
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Q724300 Português

Leia o trecho do texto publicado na Folha de S.Paulo, em 22.07.2010.

Semanas atrás, a Folha noticiou a proposta de criar-se uma agência especial para pesquisar os supostos efeitos medicinais da maconha, patrocinada pela Secretaria Nacional Antidrogas do governo federal.

Esse debate nos dias atuais, tal qual ocorreu com o tabaco na década de 60, ilude sobretudo os adolescentes e aqueles que não seguem as evidências científicas sobre danos causados pela maconha no indivíduo e na sociedade.

Na revisão científica feita por Robim Room e colaboradores (“Cannabis Policy”, Oxford University, 2010), fica claro que a maconha produz dependência, bronquite crônica, insuficiência respiratória, aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer no sistema respiratório, diminuição da memória, ansiedade e depressão, episódios psicóticos e, por fim, um comprometimento do rendimento acadêmico ou profissional. Apesar disso, o senso comum é o de que a maconha é “droga leve, natural, que não faz mal”.

(Ronaldo Ramos Laranjeira e Ana Cecilia Petta Roselli Marques.)

Os autores do texto

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Q724295 Português

Instrução: Leia o texto para responder à questão.

Entre julho e outubro de 1932, a Região Sudeste foi palco do maior conflito armado da história republicana brasileira. De maneira geral, os livros didáticos reservam poucas linhas àquele episódio, mas, em 1997, o governo do estado de São Paulo decidiu dedicar-lhe um feriado: o “Dia da Revolução Constitucionalista”. Mas teria sido mesmo o anseio por uma Constituição o fator que levou tantos homens a darem suas vidas nas trincheiras paulistas? E a vitória de São Paulo, que consequência traria?

Mário de Andrade, testemunha ocular da guerra, retratou nas páginas do Diário Nacional a pouca familiaridade de muitos voluntários com a causa constitucionalista: “Na Rua das Palmeiras, três homens pobremente vestidos seguem num passo decidido. Dois carregam fardas e botinões de soldado. Um deles é rapaz ainda. De repente, interrompe a parolagem, perguntando: ‘Mas o que é, direito, a Constituição?’ Se percebe uma certa atrapalhação nos outros dois, o passo decidido em que vêm meio que tonteia”.

(...)

Na epopeia épica Marco Zero, um dos personagens de Oswald de Andrade exclama reveladoramente: “Adonde é a Casa do Sordado? Eu me alistei por causo da boia”. A cultura política do brasileiro médio não era suficientemente desenvolvida a ponto de mobilizar tanta gente em torno da luta pela ordem constitucional.

(CartaCapital, 14.07.2010.)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho indicado se mantém fiel ao sentido original.
Alternativas
Q724294 Português

Instrução: Leia o texto para responder à questão.

Entre julho e outubro de 1932, a Região Sudeste foi palco do maior conflito armado da história republicana brasileira. De maneira geral, os livros didáticos reservam poucas linhas àquele episódio, mas, em 1997, o governo do estado de São Paulo decidiu dedicar-lhe um feriado: o “Dia da Revolução Constitucionalista”. Mas teria sido mesmo o anseio por uma Constituição o fator que levou tantos homens a darem suas vidas nas trincheiras paulistas? E a vitória de São Paulo, que consequência traria?

Mário de Andrade, testemunha ocular da guerra, retratou nas páginas do Diário Nacional a pouca familiaridade de muitos voluntários com a causa constitucionalista: “Na Rua das Palmeiras, três homens pobremente vestidos seguem num passo decidido. Dois carregam fardas e botinões de soldado. Um deles é rapaz ainda. De repente, interrompe a parolagem, perguntando: ‘Mas o que é, direito, a Constituição?’ Se percebe uma certa atrapalhação nos outros dois, o passo decidido em que vêm meio que tonteia”.

(...)

Na epopeia épica Marco Zero, um dos personagens de Oswald de Andrade exclama reveladoramente: “Adonde é a Casa do Sordado? Eu me alistei por causo da boia”. A cultura política do brasileiro médio não era suficientemente desenvolvida a ponto de mobilizar tanta gente em torno da luta pela ordem constitucional.

(CartaCapital, 14.07.2010.)

Em – De repente, interrompe a parolagem, perguntando... – o termo parolagem significa
Alternativas
Q724293 Português

Instrução: Leia o texto para responder à questão.

Entre julho e outubro de 1932, a Região Sudeste foi palco do maior conflito armado da história republicana brasileira. De maneira geral, os livros didáticos reservam poucas linhas àquele episódio, mas, em 1997, o governo do estado de São Paulo decidiu dedicar-lhe um feriado: o “Dia da Revolução Constitucionalista”. Mas teria sido mesmo o anseio por uma Constituição o fator que levou tantos homens a darem suas vidas nas trincheiras paulistas? E a vitória de São Paulo, que consequência traria?

Mário de Andrade, testemunha ocular da guerra, retratou nas páginas do Diário Nacional a pouca familiaridade de muitos voluntários com a causa constitucionalista: “Na Rua das Palmeiras, três homens pobremente vestidos seguem num passo decidido. Dois carregam fardas e botinões de soldado. Um deles é rapaz ainda. De repente, interrompe a parolagem, perguntando: ‘Mas o que é, direito, a Constituição?’ Se percebe uma certa atrapalhação nos outros dois, o passo decidido em que vêm meio que tonteia”.

(...)

Na epopeia épica Marco Zero, um dos personagens de Oswald de Andrade exclama reveladoramente: “Adonde é a Casa do Sordado? Eu me alistei por causo da boia”. A cultura política do brasileiro médio não era suficientemente desenvolvida a ponto de mobilizar tanta gente em torno da luta pela ordem constitucional.

(CartaCapital, 14.07.2010.)

Analise as afirmações. I. Em sua ficção, Mário de Andrade criou personagens pouco ligados à causa constitucionalista, o que decorre de suas existências pobres, tanto financeira como moralmente; II. Oswald de Andrade traduz em seu personagem ficcional, cujo registro é nitidamente da norma popular, o interesse subjetivo e imediato sobrepondo-se à causa constitucionalista; III. São Paulo venceu todos os combates na Revolução Constitucionalista. Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
7001: C
7002: C
7003: A
7004: B
7005: A
7006: B
7007: D
7008: E
7009: B
7010: B
7011: C
7012: D
7013: A
7014: C
7015: B
7016: A
7017: C
7018: C
7019: E
7020: B