Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.663 questões

Q724277 Português

Instrução: Leia o texto de Carlos Drummond de Andrade para responder à questão.

Que frio! Que vento! Que calor! Que caro! Que absurdo! Que bacana! Que tristeza! Que tarde! Que amor! Que besteira! Que esperança! Que modos! Que noite! Que graça! Que horror! Que doçura! Que novidade! Que susto! Que pão! Que vexame! Que mentira! Que confusão! Que vida! Que talento! Que alívio! Que nada...

Assim, em plena floresta de exclamações, vai-se tocando pra frente.

Analise as afirmações. I. No primeiro parágrafo, as frases são constituídas sem a presença de verbos em sua estrutura, o que permite inferir que não se pretende enfatizar ações e sim se reportar aos elementos do cotidiano do poeta, materializados nos substantivos dessas frases. II. O primeiro parágrafo caracteriza-se por frases que não se articulam sintaticamente entre si por meio de conjunções e sim pela justaposição. III. Na passagem Que vida!, evidencia-se uma ambiguidade, pois se pode pensar tanto em uma referência a bons aspectos da existência como a aspectos negativos. Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q724276 Português

Instrução: Leia o texto de Carlos Drummond de Andrade para responder à questão.

Que frio! Que vento! Que calor! Que caro! Que absurdo! Que bacana! Que tristeza! Que tarde! Que amor! Que besteira! Que esperança! Que modos! Que noite! Que graça! Que horror! Que doçura! Que novidade! Que susto! Que pão! Que vexame! Que mentira! Que confusão! Que vida! Que talento! Que alívio! Que nada...

Assim, em plena floresta de exclamações, vai-se tocando pra frente.

O texto, segundo o autor, revela que a vida é
Alternativas
Q721539 Português

A partir do texto acima, julgue o item subsequente.

O segmento “Será exercida” (l.16) refere-se ao antecedente “Nossa Constituição” (l.14).

Alternativas
Q721537 Português

A partir do texto acima, julgue o item subsequente.

A repetição do segmento “Todos os seres humanos” (l.2) confere ênfase à informação do texto.

Alternativas
Q721535 Português

Com base nas ideias e estruturas do texto acima, julgue o item que se segue.

A palavra “imperativo” (l.7) está sendo empregada, nesse texto, com o sentido de exigência, necessidade, dever.

Alternativas
Q721533 Português

Com base nas ideias e estruturas do texto acima, julgue o item que se segue.

Esse texto é predominantemente narrativo.

Alternativas
Q721384 Português


Com base nas ideias e estruturas do texto acima, julgue o item que se segue.

A seleção vocabular e as estruturas sintáticas do texto são impróprias para emprego em uma correspondência oficial, que deve sempre prezar por objetividade e clareza.
Alternativas
Q721380 Português


Com relação às ideias e estruturas do texto acima, julgue o item a seguir.

Segundo o texto, a consolidação política da democracia depende, entre outros fatores, das conquistas alcançadas no âmbito da segurança pública.
Alternativas
Q716396 Português
Está de acordo com a ideia expressa no contexto o que se afirma sobre o termo transcrito em
Alternativas
Q716395 Português
Da fala de Sandro Cabral, no último parágrafo do texto, descarta-se a ideia de
Alternativas
Q716394 Português

Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).

O texto evidencia a necessidade de

( ) mudanças estruturais no setor investigativo de policiais.

( ) investimentos significativos na formação do policial brasileiro.

( ) critérios mais justos na aplicação de penalidades a todo e qualquer militar.

( ) reforço dos princípios éticos que devem conduzir o ser humanos em suas ações.

( ) contenção do abuso de violência que permeia, não raro, a ação militar, através de treinamento e punição.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Q716392 Português

Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.

( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /

( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).

( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.

( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /

( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a 

Alternativas
Q716391 Português
A alternativa em que há equivalência de sentido entre o fragmento transcrito, devidamente contextualizado, e o que se prcpõe a seguir, em itálico, é
Alternativas
Q716390 Português
O título do texto passa uma mensagem de forma
Alternativas
Q716389 Português
A análise dessa matéria permite concluir que a única informação sem respaldo textual é a que afirma que o autor
Alternativas
Q716388 Português
A leitura do texto admite como síntese do assunto de que ele trata a ideia expressa pelo provérbio 
Alternativas
Q716387 Português

Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.

( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.

( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.

( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.

( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.

( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Q716386 Português
De acordo com o texto, a favelização dos morros do Rio e de São Paulo é um problema
Alternativas
Q706061 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O texto foi escrito em uma linguagem:
Alternativas
Q706059 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O excerto do texto tem como um dos principais objetivos:
Alternativas
Respostas
6881: E
6882: C
6883: E
6884: C
6885: C
6886: E
6887: E
6888: C
6889: E
6890: E
6891: A
6892: C
6893: B
6894: E
6895: D
6896: A
6897: C
6898: B
6899: A
6900: D