Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q1355875 Português
A pipa e a flor
   
    ... Era uma vez uma pipa. O menino que a fez estava alegre, e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
    Ò pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
    Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
    Mas aconteceu um dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá no quintal, uma flor. Ela já tinha encontrado muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da fior se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
    A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa. Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
    E assim, resolveu mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarinho, ao lado da flor.
    E deu a linha para ela segurar.
    Ela segurou forte.
   Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:
    - Florzinha, me solta...
     E a florzinha soltou.
    A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
    (...)
(ALVES, Rubem. A pipa e a flor. São Paulo: Loyola, 2004, p. 12-24)
No trecho “O menino que a fez estava alegre, e imaginou que a pipa também estaria." (2° parágrafo), é possível compreender que:
Alternativas
Q1352064 Português
Na frase: “Saia para fora!” , tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q1352056 Português

TEXTO 01 


Pastel de beira de estrada


     Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura (um inacreditável evento em que milhares de pessoas se reúnem para ouvir escritores, tratá-los como artistas de cinema e mandá-los de volta em caravanas, porque seus egos têm que ir em carros separados). O Augusto Boal, a Lúcia e eu. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.

    Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista reveiou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local... Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada, à altura da cidade de Lajeado.

    Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia muito bem se chamar "PasteLs” , ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade. Nem a visão do Augusto Boal comendo um pastel o ajudaria. O Augusto Boal viaja muito.

    Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência arcondicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.

Veríssimo, L. A mesa voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Em “quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel.” (§2°), o sentido da frase é construído por meio de:
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Q1351718 Português
Assinale a única opção incorreta em relação às características do texto.
Alternativas
Q1351717 Português

A respeito do texto IV, analise as afirmativas a seguir e marque C para as corretas e E para as que estiverem erradas.

( ) Em: “Não acredito no que estou vendo”, há locução verbal.

( ) O uso da vírgula na frase “Olha, Cascão” não é obrigatório.

( ) A indignação de Cascão, no quadrinho 2, manifesta-se, entre outras coisas, pela posição das mãos na cintura.

A sequência correta, de cima para baixo, é

Alternativas
Q1351716 Português

Acerca do texto IV, analise os itens a seguir.

I. Os dois personagens da tirinha encontram-se indignados pelo mesmo motivo.

II. Há uma expressão de espanto no rosto de Marcelinho ao perceber o motivo da indignação de Cascão.

III. Os dois personagens encontram-se indignados com a torneira aberta, mas por razões distintas.

IV. O motivo da indignação de Cascão ocorre por encontrar uma torneira aberta, provocando desperdício de muita água.

Está (ão) correto (s) o que se afirma em:

Alternativas
Q1351714 Português

Releia outro trecho retirado do texto III.

“William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome da região.” (2º parágrafo)

Sobre o fragmento, assinale V para as informações verdadeiras e F para as informações falsas.

( ) William era o único filho homem.

( ) A causa da temporada de fome foi a seca.

( ) A família de William só consumia milho nas refeições.

( ) A família de William era pobre devido à seca de 2001.

( ) Com exceção de William, todos de sua família eram camponeses.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

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Q1351713 Português
Qual semelhança pode ser estabelecida entre os textos II e III?
Alternativas
Q1351712 Português
No trecho “Apesar da euforia e da pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal” (linhas 20-21). Realizando adequações, se necessário, a palavra em destaque pode ser substituída apenas por:
Alternativas
Q1351710 Português

Releia o seguinte fragmento:

“A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar.” (linha 1) Elementos coesivos são usados a fim de evitar a repetição de palavras ou expressões em um texto. Com base na afirmação, sabe-se que esses períodos poderiam ser resumidos em um só.

Realizando as adequações necessárias, qual conector substitui a expressão adverbial “na ida” sem que haja alteração das relações lógico-discursivas presentes no fragmento?

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Q1351708 Português
Acerca do texto II, assinale a alternativa cujo termo destacado não se refere à personagem Nya.
Alternativas
Q1351707 Português
Infere-se que a família de Nya não morava perto do lago o ano todo, pois:
Alternativas
Q1351706 Português
O objetivo principal do texto II é:
Alternativas
Q1351705 Português

A partir da leitura do texto II, analise as seguintes afirmativas.

I. O foco narrativo é em 3ª pessoa, com narrador-observador.

II. Para Nya, a volta para casa costumava ser mais difícil.

III. Nya só não precisava buscar água nos finais de semana.

IV. Na tribo da qual Nya fazia parte, somente meninas podiam buscar água.

Estão corretas somente as afirmativas:

Alternativas
Q1351704 Português

Texto I

Água doce, doce água

De mar é feita a terra,

De água é feita a gente.

Abaixo o desperdício!

Poupar água: coisa urgente!


Clara, doce ou gelada,

Verde, azul ou transparente,

Sem a água não há nada.

Nem floresta, nem semente.


Água doce mata a sede,

Água doce é a que lava.

Cachoeira, rio ou fonte…

Só não pode ser salgada.


Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Cuida dela! Você jura?

Vamos economizar!


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019

A principal finalidade do texto I é:
Alternativas
Q1351702 Português

Texto I

Água doce, doce água

De mar é feita a terra,

De água é feita a gente.

Abaixo o desperdício!

Poupar água: coisa urgente!


Clara, doce ou gelada,

Verde, azul ou transparente,

Sem a água não há nada.

Nem floresta, nem semente.


Água doce mata a sede,

Água doce é a que lava.

Cachoeira, rio ou fonte…

Só não pode ser salgada.


Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Cuida dela! Você jura?

Vamos economizar!


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019

Em relação ao título do texto I:

“Água doce, doce água”, analise as afirmativas a seguir:

I. A posição do adjetivo não altera o sentido das frases.

II. “Água doce” refere-se à água dos rios, por exemplo.

III. À “doce água” não se atribui um sentido poético.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1351700 Português

Texto I

Água doce, doce água

De mar é feita a terra,

De água é feita a gente.

Abaixo o desperdício!

Poupar água: coisa urgente!


Clara, doce ou gelada,

Verde, azul ou transparente,

Sem a água não há nada.

Nem floresta, nem semente.


Água doce mata a sede,

Água doce é a que lava.

Cachoeira, rio ou fonte…

Só não pode ser salgada.


Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Cuida dela! Você jura?

Vamos economizar!


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019

Acerca do texto I, analise as afirmativas a seguir:

I. Somente a água doce é boa para os seres vivos.

II. A água salgada é mais escassa do que a doce.

III. O eu-lírico demonstra-se engajado nas questões relativas à água.

IV. Há um apelo quanto à preservação da água.

Está correto o contido em:

Alternativas
Q1351699 Português

Texto I

Água doce, doce água

De mar é feita a terra,

De água é feita a gente.

Abaixo o desperdício!

Poupar água: coisa urgente!


Clara, doce ou gelada,

Verde, azul ou transparente,

Sem a água não há nada.

Nem floresta, nem semente.


Água doce mata a sede,

Água doce é a que lava.

Cachoeira, rio ou fonte…

Só não pode ser salgada.


Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Cuida dela! Você jura?

Vamos economizar!


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019

De acordo com o contexto do Texto I, observe o trecho a seguir e selecione a alternativa que representa uma inferência correta para o verso em destaque:

Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Alternativas
Q1351698 Português

Texto I

Água doce, doce água

De mar é feita a terra,

De água é feita a gente.

Abaixo o desperdício!

Poupar água: coisa urgente!


Clara, doce ou gelada,

Verde, azul ou transparente,

Sem a água não há nada.

Nem floresta, nem semente.


Água doce mata a sede,

Água doce é a que lava.

Cachoeira, rio ou fonte…

Só não pode ser salgada.


Tanto bate até que fura,

Diz ditado popular…

Cuida dela! Você jura?

Vamos economizar!


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019

Selecione a alternativa cuja palavra complete corretamente a ideia a seguir a respeito do texto I:

“O poema apresenta uma _________________ com relação ao desperdício de água.”

Alternativas
Q1348662 Português
Assinale a opção que apresenta um discurso direto.
Alternativas
Respostas
2021: A
2022: D
2023: B
2024: E
2025: C
2026: D
2027: C
2028: B
2029: A
2030: B
2031: C
2032: A
2033: C
2034: E
2035: B
2036: D
2037: D
2038: E
2039: B
2040: C