Questões Militares
Sobre coesão e coerência em português
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Há, no interior de muitas unidades de resgate, uma pequena unidade de tratamento intensivo equipada com um conjunto de instrumentos de primeiros socorros, como desfibriladores (equipamentos utilizados para reanimar vítimas que sofram parada cardíaca) e cilindros de oxigênio, além de outros equipamentos necessários para casos de emergência.
Além de combaterem incêndios, trabalho de suma importância, os bombeiros desempenham, cotidianamente, várias e diferentes missões, as quais, grandes ou pequenas, são essenciais para quem precisa de ajuda. Nas grandes cidades, por exemplo, quando ocorrem atropelamentos e colisões de veículos (muitas vezes, com vítimas em estado grave), a agilidade dos bombeiros é fundamental.
Os bombeiros carregam com eles até serras elétricas, que são usadas no caso dos passageiros ficarem presos nas ferragens. Para melhorar o sistema de atendimento e dar os primeiros socorros as vítimas, muitas cidades brasileiras contam com o resgate do corpo de bombeiros, uma unidade especial que possui veículos diferenciados e é composta por uma equipe altamente treinada para dar um atendimento preliminar as vítimas.

Julgue o item a seguir, relativo ao texto acima.

Julgue o item a seguir, relativo ao texto acima.

Com referência às ideias do texto acima e às estruturas linguísticas
nele empregadas, julgue o item que se segue.
I. “Ele” (linha 6) relaciona-se com o referente “O analfabeto funcional”.
II. “O problema” (linha 7) relaciona-se com o referente “baixa escolaridade”.
III. “se” (linha 14) relaciona-se com o referente “os voluntários”.
IV. “Algumas” (linha 17) relaciona-se com o referente “compostas”.
O conectivo “o qual” na frase: “( ... ) no distrito de Cachoeira do Campo, município de Ouro Preto, o qual tinha como missão guardar as minas de ouro descobertas na região de Vila Rica (atual Ouro Preto) e Mariana”.
No trecho acima, o termo destacado retoma a seguinte idéia:
Preserva-se a correção gramatical do texto ao se substituir a forma verbal “Há” (
.14) por Existe. 
I. A locução “em contrapartida” (linha 17) significa “em compensação; por outro lado”. II. Haverá alteração de sentido se substituirmos “antinomia” (linha 9) por “contradição”. III. “Posturas equilibradas” (linha 2) e “meio termo” (linhas 3-4) pertencem ao mesmo campo semântico. IV. A substituição do verbo “arrefecer” (linha 21) por “agravar” não prejudicaria o sentido nem a correção do texto. V. A locução “nem por isso” (linha 21) poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “nem assim”.
Está correto o que se afirma em
Mudanças, Empregabilidade e Felicidade
Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.
A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.
As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.
Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.
Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.
Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.
( ....)
A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.
Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.
Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.
Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.
Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.
Roberto de Oliveira Loureiro. http://www.guiarh.com.br/y57.htm
(Com recortes e adaptações)
“Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.”
Na análise do trecho observa-se que







