Questões Militares Sobre análise sintática em português

Foram encontradas 634 questões

Q324364 Português
Em qual alternativa o termo destacado é complemento nominal?
Alternativas
Q324352 Português
O termo destacado abaixo exerce a função sintática de objeto indireto em
Alternativas
Q297421 Português
No primeiro quadro da tira de Mauricio de Sousa, no trecho "Pessoal,dessa vez o nosso plano cont/a a Mônica vai dar celto! ", as funções sintática e semântica da palavra "pessoal",respectivamente, são:
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Q289623 Português
Analisando a oração “... os soldados britânicos e suas apalpadelas insolentes chegarem ao limite da inconveniência...” (7º§), conclui-se que


I. “os soldados britânicos e suas apalpadelas” é sujeito da oração.


II. “ao limite da inconveniência” é objeto direto do verbo “chegar”.


III. “britânicos” é adjunto adnominal de soldados.


IV. “insolentes” é adjunto adverbial de modo.


Em relação aos itens apresentados, estão corretos apenas:

Alternativas
Q289611 Português
No primeiro quadro da tira de Maurício de Sousa, no trecho “Pessoal, dessa vez o nosso plano contla a Mônica vai dar celto!”, as funções sintática e semântica da palavra “pessoal”, respectivamente, são:


Alternativas
Q287356 Português
Sobre o trecho – Ergueu-se então, e tirou da gaveta uma chave, atravessou a câmara nupcial, e abriu afoitamente aquela porta... –, é possível afirmar que

Alternativas
Q283196 Português
Em: “[...] medidas policiais eficazes, preventivas e repressivas, como sabem OS ESPECIALISTAS melhor do que eu.”, o termo destacado exerce função sintática de:

Alternativas
Q264705 Português
Trecho para a questão 07.

“A segurança ganhou enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.” (Linhas 02- 04).


. A relação gramatical (sintática) que se estabelece entre “segurança” e “ganhou” é a mesma que se observa entre:

Alternativas
Q258927 Português
Imagem 002.jpg

Com relação a aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue
os próximos itens.

De acordo com as normas gramaticais, a vírgula presente na primeira linha do texto tem caráter opcional, dado o valor adverbial da oração “Ao reverenciar o dia do Soldado”.

Alternativas
Q1662053 Português

“A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.”

(Mario Quintana – Caderno H)


Relativamente ao texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q743638 Português

Texto 2

The Queen

    Confesso que gosto da rainha Elizabeth, que, se entendi bem, o que eu duvido, colocou um blog, ou coisa parecida, seu na internet. Ela parecia exercer seu reinado com placidez e um toque de tédio, de quem gostaria mesmo de estar com os seus cavalos, embora às vezes seja difícil saber se alguém está chateado ou apenas sendo inglês em público. Mas, agora, sabe-se que o enfado da rainha escondia um desejo secreto de modernização e relevância. O blog da rainha seria uma resposta às repetidas sugestões para que se aposente. Ela se renova para ficar. Ou talvez só esteja preocupada em poupar a nação do Charles, ou o Charles da nação.
    Nas fotografias de Elizabeth quando moça, nota-se — se não for uma tara minha — uma certa sensualidade no rosto, algo nos olhos que ela teve que domar para não fugir com um cavalariço, ficar e cumprir suas obrigações. Sobrou disso uma resignação irônica que se vê nos cantos da sua boca até hoje. O inglês Alan Bennett escreveu uma peça sobre Anthony Blunt, um aristocrático historiador de arte que era consultor do palácio e também, soube-se muitos anos depois, espião da União Soviética, em que a rainha aparece, de surpresa, numa cena. Elizabeth e Blunt têm uma conversa sobre a autenticidade na arte que também é uma conversa sobre a duplicidade nas pessoas e a crescente vulgarização da monarquia e suas riquezas, e em que ela diz: “Um monarca já foi definido como alguém que não precisa olhar antes de se sentar. Não mais. É preciso olhar, hoje em dia, pois uma boa possibilidade de a sua cadeira não estar ali, mas em exibição em outro lugar.” A frase é de Bennett, mas é possível imaginá-la dita pela rainha, com o meio sorriso desencantado de quem um dia sonhou ser outra coisa, mas não teve escolha.
(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro e o que nós
temos ver com isso
. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. p. 131-132)
No período “Confesso que gosto da rainha Elizabeth...”, a oração nele grifada “que gosto da rainha Elizabeth” exerce função sintática equivalente a um:
Alternativas
Q689841 Português

Texto IV

                                              Tsunami

      No Japão, os quebra-mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. _______ ele, pouco foi feito ________ o desastre na Indonésia, em 2004, _____ deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – ______ seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

      Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

      Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

      Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

                                                                                    (Superinteressante – 04/2011)

“Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.”

Sobre o trecho acima considere as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

I. Em “... que deixou 189 vítimas.” o “que” tem a função de sujeito simples.

II. Em “Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles.” os vocábulos “muitas” e “afogadas” estão diretamente ligados ao vocábulo “vítimas”.

III. O termo “muitas” indica indeterminação do sujeito.

IV. A locução verbal “teria sido” tem mantido o mesmo tempo verbal substituindo-a por “era”.

Alternativas
Q658732 Português
No período “Na transmissão das partidas, fala-se e grita-se demais”, a vírgula foi empregada para destacar um termo deslocado e com função sintática semelhante ao da opção:
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Q658100 Português
Marque a alternativa em que o termo em destaque não tem a mesma classificação sintática do termo destacado em Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis.
Alternativas
Q655469 Português

Leia:

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda

Que assim pude trazer você de volta pra mim.

Renato Russo

Classificam-se os termos em negrito como

Alternativas
Q645374 Português

                                  O Médico e o monstro

                                                                                     Paulo  Mendes Campos

      Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis, ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a enfermeira lhe passa.

      O avental na verdade é uma camisa de homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e cirurgia saem duma caixinha de brinquedos.

      Ela, seis anos e meio; o doutor tem cinco. Enquanto trabalham, a enfermeira presta informações:

      - Esta menina é boba mesmo, não gosta de injeção, nem de vitamina, mas a irmãzinha dela adora.

      O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca uma receita, enquanto a enfermeira continua:

      - O senhor pode dar injeção que eu faço ela tomar de qualquer jeito, porque é claro que se ela não quiser, NE, vai ficar muito magrinha que até o vento carrega.

      O médico, no entanto, prefere enrolar uma gaze em torno do pescoço da boneca, diagnosticando:

      - Mordida de leão.

      - Mordida de leão, pergunta, desapontada, a enfermeira, para logo aceitar este faz de conta dentro do outro faz de conta; eu já disse tanto, meu Deus, para essa garota não ir na floresta brincar com Chapeuzinho Vermelho...

      Novos clientes desfilam pela clínica: uma baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras bonecas de vários tamanhos, um papai Noel, uma bola de borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da enfermeira.

      De repente, o médico diz que está com sede e corre para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas: tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável droga.

      - Tem de tomar, senão quem acaba no médico é você mesmo, doutor.

      Ele implora em vão por uma bebida mais inócua. O copo é levado com energia aos seus lábios, a beberagem é provada com uma careta. Em seguida, propõe um trato:

      - Só se você depois me der um sorvete.

      A terrível mistura é sorvida com dificuldade e repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar de ser, presenciado a metamorfose do médico em monstro.

      Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio, remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo, bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um grito de horror e começa a chorar nervosamente. O monstro, exultante, espeta-lhe a espada na barriga e brada:

      - Eu sou o Demônio do Deserto!

      Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando o terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã massacrado sob os seus pés, é um cometa indo tinir no ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum apartamento carioca.

      Subitamente, o monstro se acalma. Suado e ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho de verdade.

      E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num lar ameaçado pelas forças do mal.

OBS.: O texto foi adaptado às regras no Novo Acordo Ortográfico. 

Assinale a opção em que se ERROU na classificação dos períodos
Alternativas
Q481752 Português
Imagem associada para resolução da questão

A respeito do texto I, está correta a afirmação referente ao termo transcrito na alternativa
Alternativas
Q481747 Português
Existe correspondência entre o termo transcrito e o que dele se afirma em
Alternativas
Q481743 Português
Uma análise dos elementos morfossintáticos e semânticos presentes no texto permite afirmar:
Alternativas
Respostas
541: B
542: A
543: B
544: A
545: B
546: A
547: E
548: A
549: E
550: E
551: A
552: A
553: A
554: B
555: A
556: B
557: D
558: A
559: C
560: D