Questões Militares Sobre análise sintática em português

Foram encontradas 622 questões

Q193665 Português

Leia o trecho abaixo.

Ontem, terça-feira, o aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, interrompeu as operações por 10 minutos devido a uma suspeita de que havia um pneu abandonado na pista. Uma vistoria foi feita, mas nada foi localizado.

Analise as afirmações abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) As duas primeiras ocorrências da vírgula separam um aposto.

( ) A palavra a deve receber acento grave.

( ) Na segunda oração, há uma falha de regência nominal.

( ) No segundo período, tem-se uma oração coordenada adversativa. 

Alternativas
Q193656 Português

Leia o trecho abaixo.

Se cortarmos ao meio uma pedra de granizo, verificaremos que ela é constituída por camadas superpostas, como uma cebola, com a diferença de que suas camadas são feitas de gelo e neve alternadas.

Analise as assertivas abaixo e marque V para verdadeiro ou F para falso. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A oração destacada é uma oração subordinada adverbial condicional introduzida pela conjunção “se”.

( ) Os períodos são separados por vírgulas, uma vez que o período composto inicia-se por oração subordinada em vez da principal.

( ) O texto acima apresenta a mesma relação presente no seguinte período: “Como não havia candidatos, o concurso foi adiado”.

( ) O texto acima apresenta a mesma relação presente no seguinte período: “Ainda que haja precipitações na relação, serei constante.” 

Alternativas
Q171953 Português
“...a outra realidade de Santos era tão destacada da sua, que o tornava outro homem, completamente desconhecido, irreconhecível.” (linha 48)

Os termos sublinhados são
Alternativas
Q115543 Português
Julgue os próximos itens, acerca da estrutura do texto.

Na linha 16, o termo “previsões para o resultado de 2009” é sujeito da forma verbal “há”.
Alternativas
Q115542 Português
Julgue os próximos itens, acerca da estrutura do texto.

A substituição da forma verbal “há” (L.16) por fazem mantém o sentido e a correção gramatical do período.
Alternativas
Q115526 Português
Com relação a aspectos estruturais do texto, julgue os itens subsequentes.

O trecho “o direito de oposição legal” (L.34-35) exerce a função de complemento da forma verbal “dar” (L.34).
Alternativas
Q677487 Português

Acerca dos sujeitos dos verbos “entrou” e “estabeleceram” presentes em:

“Em 1565, entrou com Estácio de Sá na baía de Guanabara, onde estabeleceram os fundamentos do que viria a ser a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. (Texto 2, linha 29).

Podemos afirmar que

Alternativas
Q676308 Português

“É o retorno à juventude, ao amor, neste filme em boa medida autobiográfico...”, temos, respectivamente,

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Q670968 Português

Observe as frases:

I- A sindicância feita pela diretoria revelou quantos são, quanto ganham e no que trabalham os pais que não pagaram as mensalidades.

II- Entre esses pais, há cinco empresários, dois empregados do setor privado e um funcionário público.

III- Muitos pediram, sem merecimento, um novo prazo, e um deles chegou a agredir fisicamente o diretor.

Assinale (F) falso ou (V) verdadeiro para as afirmações abaixo e, em seguida, marque a alternativa com a seqüência correta.

( ) Na frase I, a ausência da vírgula no trecho em destaque confere o exato sentido da oração.

( ) Na frase II, a vírgula foi empregada para separar orações coordenadas assindéticas.

( ) Nas frases II e III, a conjunção e introduz sujeitos diferentes, por isso uma vírgula foi indevidamente omitida na frase II.

( ) Na frase III, há vírgulas empregadas para isolar um termo deslocado, o que evidencia uma quebra na sequência sintática.

Alternativas
Q670964 Português

Observe:

A professora me assustou quando, em conversa informal, negou a crença em Deus.

Em qual das frases abaixo o termo destacado exerce função sintática idêntica a em Deus?

Alternativas
Q670958 Português

Uma peça publicitária, veiculada em revistas na época da Copa do Mundo de 2002, tinha como foco central a 'Camisa 10' da Seleção Brasileira de Futebol (presente em fotografia), e a ela se relacionava o seguinte texto:

"Usada, rasgada,

Suada, amassada.

Ganhando ou perdendo,

Amada."

No que se refere aos termos nele presentes, é correto afirmar que

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Q670957 Português

Observe:

Carlos e Sandro, meus amigos, sofreram um acidente.

Assinale a alternativa que apresenta a afirmação incorreta em relação à frase acima.

Alternativas
Q666821 Português

Uma peça publicitária, veiculada em revistas na época da Copa do Mundo de 2002, tinha como foco central a 'Camisa 10' da Seleção Brasileira de Futebol (presente em fotografia), e a ela se relacionava o seguinte texto: 

                                 "Usada, rasgada,

                                Suada, amassada.

                           Ganhando ou perdendo,

                                         Amada." 

No que se refere aos termos nele presentes, é correto afirmar que

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Q662720 Português

 Considere as afirmativas a seguir.

I. O vocábulo verbal relata (l. 2) exige uma complementação, no caso, um termo oracional.

II. Êxtase e espécime (l. 38) são vocábulos determinantes que se referem à Natureza.(l. 38)

III. Cartas angustiadas (l. 59) denotam um estado emocional do emissor.

Estão corretas apenas 

Alternativas
Q646596 Português

“E o globo da Lua, num dado momento, parece roxo, sanguíneo, como um vaso de sangue”

Assinale a alternativa em que a análise sintática dos termos sublinhados está correta.

Alternativas
Q646586 Português

Sempre abafando os passos, dirigi-me novamente ao fundo do quintal, com medo daquela gente que nem me havia mandado buscar à escola para assistir à morte de meu pai.”

As orações grifadas acima são, respectivamente:

Alternativas
Q646269 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q645155 Português

                                     Bruno Lichtenstein

                                                                                                                    Rubem Braga

                                                                                                             18 de Julho de 1939

      Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a Faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um soneto que acaba mais ou menos assim:

                               "se entre os amigos encontrei cachorros,

                                 entre os cachorros encontrei-te, amigo".

      Mas com toda a certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivissecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser vivisseccionado. Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado o cachorro e que iam matá-Io. Se fosse pedi-Io, naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-Ia: um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença de seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um: ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo: via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.

      Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.

      Um vulto se destacou em um salto - e um focinho e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era para a rua, para a liberdade, para a vida ... 

      Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o dr. Loforte. O dr. Loforte surpreendeu o menino. Um menino podre, que tremia, que havia arrombado a Faculdade. Só podia ser um ladrão! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o dr. Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.

      Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.

      Já te entregaram o cachorro, esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu é um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais homem que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.

O texto acima foi extraído do livro "1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front)", Ed. Record Rio de Janeiro, 2002 - pág. 37. 

Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA opção correta em cada questão. 

Em cada opção abaixo, há uma expressão sublinhada iniciada com preposição. Assinale aquela que destoa das demais quanto à função sintática.
Alternativas
Q645139 Português

                                     Bruno Lichtenstein

                                                                                                                    Rubem Braga

                                                                                                             18 de Julho de 1939

      Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a Faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um soneto que acaba mais ou menos assim:

                               "se entre os amigos encontrei cachorros,

                                 entre os cachorros encontrei-te, amigo".

      Mas com toda a certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivissecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser vivisseccionado. Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado o cachorro e que iam matá-Io. Se fosse pedi-Io, naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-Ia: um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença de seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um: ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo: via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.

      Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.

      Um vulto se destacou em um salto - e um focinho e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era para a rua, para a liberdade, para a vida ... 

      Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o dr. Loforte. O dr. Loforte surpreendeu o menino. Um menino podre, que tremia, que havia arrombado a Faculdade. Só podia ser um ladrão! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o dr. Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.

      Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.

      Já te entregaram o cachorro, esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu é um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais homem que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.

O texto acima foi extraído do livro "1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front)", Ed. Record Rio de Janeiro, 2002 - pág. 37. 

Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA opção correta em cada questão. 

"Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão?" (2° parágrafo)

Nessa passagem, encontra -se a rigor um período

Alternativas
Respostas
581: E
582: E
583: D
584: E
585: E
586: E
587: C
588: A
589: A
590: B
591: X
592: D
593: A
594: C
595: C
596: B
597: C
598: D
599: E
600: C