Questões Militares
Sobre república oligárquica - 1889 a 1930 em história
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(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)
O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e
(Maria de Lourdes M. Janotti. O Coronelismo – uma política de compromissos)
O acordo mencionado definia, entre outros, os seguintes compromissos:
(MARTINS, Hélio Leôncio. A Revoita da Armada - 1893, In: BRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | A. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1995. p. 29)
Segundo Martins, as causas da Revolta da Armada de 1893 podem ser encontradas no processo de instalação do novo regime político no Brasil em 1890. Assim é correto afirmar que uma das causas daquela Revolta foi:
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. pp. 257-258.)
Com base no texto, assinale a afirmativa correta.
A Constituição de 1891 estabeleceu os três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – ‘’harmônicos e independentes entre si”. O Poder Executivo, que antes coubera ao imperador, seria exercido por um presidente da República, eleito por um período de quatro anos. Como no Império, o Legislativo foi dividido em Câmara de Deputados e Senado, mas os senadores deixaram de ser vitalícios.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 250)
Em relação ao processo eleitoral, essa Constituição, segundo Boris Fausto,
O desenvolvimento dos estudos de história econômica e o aparecimento de monografias sobre o movimento republicano ofereceram novos subsídios para a interpretação do movimento de 1889. Os historiadores tentaram fazer uma análise mais objetiva dos acontecimentos, partindo de uma nova problemática e recorrendo a novas fontes de informação. Abandonando as versões subjetivas dos testemunhos, procuraram explicar a queda da Monarquia pela inadequação das instituições vigentes ao progresso do país.
(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república:
momentos decisivos, p. 451)
Partindo do exposto no fragmento, para a historiadora Emília Viotti, a República foi, em síntese, resultado
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 249)
Segundo Boris Fausto, a Constituição de 1891,
(VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. p.631).
Entretanto, foi durante a crise do Império que o republicanismo foi a ideia que impulsionou a construção de partidos, clubes e movimentos políticos de grande amplitude.
No que diz respeito à maneira pela qual as ideias republicanas estiveram presentes na luta política contra a monarquia, é correto afirmar que
Desde a promulgação desse Código Penal e ao longo do século XX, inúmeros acusados de serem maus espíritas, macumbeiros ou pais de santo foram levados à prisão em quase todos os estados da federação. No Rio de Janeiro, não foi diferente. Mas quem eram os praticantes do espiritismo, da magia e de seus sortilégios perseguidos pela polícia em uma cidade cuja crença em espíritos e feitiçarias ocorria entre pessoas de todas as classes? Como eram descobertos?
(MAGGIE, Yvonne. FIGUEIREDO, Luciano (org). Raízes africanas. Rio de Janeiro: Sabin, 2009. p. 50)
O fragmento de texto trata da relação entre Estado e populações negras na nascente República brasileira.
O conceito que melhor define essa relação é
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos, p. 489.)
Para Viotti da Costa, o movimento vitorioso de 1889

Fonte: Alfredo Storni (Storni). Revista Careta, ano XVIII, número 897, 29 de agosto de 1925, capa.
A charge representa um mecanismo político próprio da República Velha conhecido como
Os primeiros movimentos sociais da classe operária se situam na República. Antes de falar deles, vamos fazer uma referência aos movimentos sociais no campo. Eles podem ser divididos em três grandes grupos: 1. os que combinaram conteúdo religioso com carência social; 2. os que combinaram conteúdo religioso com reivindicação social; 3. os que expressaram reivindicações sociais sem conteúdo religioso.
(Boris Fausto, História do Brasil)
Sobre o grupo 3, de movimentos sociais no campo, é correto reconhecer