Questões de Vestibular
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Analise o gráfico, que ilustra a variação de pH do plasma sanguíneo em uma pessoa saudável durante uma corrida em uma esteira ergométrica.

A resposta fisiológica que fez com que o pH do plasma retornasse à normalidade (linha tracejada) foi detectada
A Sistemática é a área da biologia que investiga a história evolutiva dos diferentes grupos de seres vivos, como no estudo dos animais, ou seja, na zoologia. Para se analisar essas relações evolutivas é realizado um estudo da filogenia, que é representada por cladogramas. Atualmente tem-se construído cladogramas em zoologia a partir de evidências moleculares utilizando principalmente semelhanças entre
O gráfico mostra a variação do número de indivíduos em populações de ouriços-do-mar, algas marinhas e lontras-marinhas, não necessariamente nessa ordem. As três espécies apresentam relações tróficas e integram a mesma cadeia alimentar marinha. Em determinado momento, a população com o menor número inicial de indivíduos sofreu rápido decréscimo, o que resultou em alterações nos números de indivíduos das outras duas populações.

Sabendo-se que as lontras-marinhas são carnívoras e que os ouriços-do-mar são onívoros, as curvas 1, 2 e 3 representadas no gráfico correspondem, respectivamente, às populações de
Leia a notícia.

Ao escrever a notícia, o repórter solicitou à diagramação do jornal a confecção de um mapa com a ferrovia Norte-Sul. Sabendo que o jornal consegue imprimir apenas imagens quadradas com 16 cm de lado, a escala do mapa será:

A geração elétrica não é o único benefício proporcionado pelos chamados sistemas fotovoltaicos flutuantes. Eles também são capazes de reduzir a evaporação dos reservatórios de água, tornando-se um reforço hídrico para localidades que não têm solidez no abastecimento, como a região do semiárido brasileiro.
(Domingos Zaparolli. “Usinas solares flutuantes”.
Revista Pesquisa Fapesp, fev. 2023. Adaptado.)
A implantação do sistema tratado no excerto proporciona
Analise os mapas.
Previsão trimestral de anomalia, 2023

(https://portal.inmet.gov.br, 19.04.2023. Adaptado.)
Considerando a relação oceano-atmosfera, a anomalia indicada nos mapas corresponde
Brasil: população residente e número de municípios segundo faixas de população municipal, 2022

(https://agenciadenoticias.ibge.gov.br, 28.06.2023. Adaptado.)
Os dados apresentados pelo gráfico expressam
Multinacionais na Rússia ainda financiam guerra na Ucrânia
Das 1 387 empresas ocidentais com subsidiárias russas no início da invasão, em 24 de fevereiro de 2022, apenas 241 (17%) abandonaram inteiramente o país. As que permaneceram, geraram naquele ano 177 bilhões de dólares para os cofres nacionais russos.
(www.dw.com, 05.07.2023. Adaptado.)
No contexto econômico e político mundiais, o excerto explicita a contradição entre
Analise a charge de Ziraldo. Publicada durante o governo de João Figueiredo (1979-1985), ela retrata o então presidente à esquerda e um jornalista à direita.

(https://www.gazetadopovo.com.br)
A charge ironiza
Analise duas gravuras produzidas por Andy Warhol: “Latas de sopa Campbell”, de 1962, e “Mao”, de 1972-1974.

(https://moma.org)

(https://publicdelivery.org)
A comparação entre as duas obras permite identificar a proposta artística de
A Independência [...] concebeu a ideia de Império e preservou os interesses enraizados em torno do Paço do Rio de Janeiro. Também incluiu a criação de um Estado que centralizava a América portuguesa e conseguiu impedir a fragmentação do território, sobretudo em comparação com a experiência da América espanhola – trouxe ao Império a adesão das províncias, ainda que com o uso da força. Vitoriosa, a Independência manteve a escravidão e determinou a especificidade política do Estado que se formou no Brasil e de seu sistema de governo definido por uma monarquia constitucional representativa.
(Heloisa M. Starling e Antonia Pellegrino (orgs.).
Independência do Brasil: as mulheres estavam lá, 2022.)
Ao tratar da Independência do Brasil, o excerto destaca
Não é certo que a forma particular assumida entre nós pelo latifúndio agrário fosse uma espécie de manipulação original, fruto da vontade criadora um pouco arbitrária dos colonos portugueses. Surgiu, em grande parte, [...] ao sabor das conveniências da produção e do mercado. [...] Foi a circunstância de não se achar a Europa industrializada ao tempo dos descobrimentos, de modo que produzia gêneros agrícolas em quantidade suficiente para seu próprio consumo, só carecendo efetivamente de produtos naturais dos climas quentes, que tornou possível e fomentou a expansão desse sistema agrário.
É instrutivo, a propósito, o fato de o mesmo sistema, nas colônias inglesas da América do Norte, ter podido florescer apenas em regiões apropriadas às lavouras do tabaco, do arroz e do algodão.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, 2006.)
Segundo o excerto, a produção agrária em grandes propriedades predominou na colonização do Brasil porque
A ocupação das Américas pelo Homo sapiens pode ter mais do que o dobro de tempo do sustentado pelas teorias tradicionais. Segundo dois artigos publicados em 22 de julho de 2020 na revista científica Nature, um deles com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), populações humanas estavam presentes na América do Norte por volta de 33 mil anos atrás, ainda antes do início do Último Máximo Glacial (UMG). Esse período, entre 26,5 mil e 19 mil anos atrás, representa o intervalo de tempo, durante a mais recente glaciação, em que as geleiras atingiram sua maior extensão no globo terrestre. Embora cada vez mais questionada ao longo das últimas décadas, a tese historicamente dominante na arqueologia norte-americana defende que a primeira cultura estabelecida no continente teria sido a de Clóvis, preservada em sítios de cerca de 13 mil anos, ricos em pontas de lança bifaciais, situados no estado norte- -americano do Novo México.
(Marcos Pivetta. “O homem moderno entrou nas Américas mais de 30 mil anos atrás.” In: Pesquisa Fapesp, 20.08.2020, https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado.)
Segundo o artigo, a datação da ocupação humana das Américas
Read the ad which Sir Ernest Shackleton, the famed explorer of the Antarctica, supposedly printed in the London newspaper The Times.

(https://shackletonequity.com)
Both the ad and the text mention the following aspect of exploratory expeditions:
Pode-se dizer que até hoje a maior parte das noções sobre arte, seus limites e suas tarefas, foi definida por este movimento: nós pensamos, como seus autores, que a arte deve ter relação direta com a vida real; que o indivíduo é realmente a medida das coisas; que o artista é um sujeito que sofre mais que nós e expressa sua experiência de modo exemplar, cumprindo assim uma espécie de missão; que a arte deve sempre se renovar.
(Luís Augusto Fischer. Literatura brasileira: modos de usar, 2013. Adaptado.)
O texto trata do movimento
Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.
O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.
— Comida?!
— Sim, senhor.
— Mas se come ela?
— Ué. Você está cansado de comer galinha.
— Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?
— Claro.
Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.
O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.
— A empregada não sabe fazer?
— Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.
Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.
— Eu?! Não mesmo!
O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.
— A Dona Noca já morreu — disse a mulher.
— O quê?!
— Há dez anos.
— Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.
— Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.
Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.
— Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.
Foi para o poço do edifício e repetiu:
— Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!
E a Margarete só olhando.
(Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)