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Q3554498 Português

Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


    O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

    — Comida?!

    — Sim, senhor.

    — Mas se come ela?

    — Ué. Você está cansado de comer galinha.

    — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

    — Claro.

    Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

    O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

    — A empregada não sabe fazer?

   — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

    Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

    — Eu?! Não mesmo!

    O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

    — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

    — O quê?!

    — Há dez anos.

    — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

    — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

    Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

    — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

    Foi para o poço do edifício e repetiu:

    — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

    E a Margarete só olhando.


(Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

Ao se transpor a oração “Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos.” (20º parágrafo) para a voz passiva sintética, a forma verbal resultante será: 
Alternativas
Q3554497 Português

Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


    O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

    — Comida?!

    — Sim, senhor.

    — Mas se come ela?

    — Ué. Você está cansado de comer galinha.

    — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

    — Claro.

    Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

    O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

    — A empregada não sabe fazer?

   — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

    Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

    — Eu?! Não mesmo!

    O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

    — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

    — O quê?!

    — Há dez anos.

    — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

    — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

    Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

    — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

    Foi para o poço do edifício e repetiu:

    — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

    E a Margarete só olhando.


(Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

No período composto “Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina.” (14º parágrafo), há duas orações conectadas por uma relação de
Alternativas
Q3554496 Português

Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


    O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

    — Comida?!

    — Sim, senhor.

    — Mas se come ela?

    — Ué. Você está cansado de comer galinha.

    — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

    — Claro.

    Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

    O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

    — A empregada não sabe fazer?

   — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

    Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

    — Eu?! Não mesmo!

    O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

    — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

    — O quê?!

    — Há dez anos.

    — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

    — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

    Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

    — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

    Foi para o poço do edifício e repetiu:

    — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

    E a Margarete só olhando.


(Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

A voz do personagem mescla-se intimamente à voz do narrador, configurando o chamado discurso indireto livre, no seguinte trecho:
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Q3554495 Português

Examine a tirinha publicada pelo perfil “Safely Endangered Comics” no Instagram em 07.07.2023.



Imagem associada para resolução da questão



A tirinha permite caracterizar Derek como 

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Q3554494 Português

Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



    Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

    Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



(Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

Verifica-se o emprego de palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação em: 

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Q3554493 Português

Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



    Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

    Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



(Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

No segundo parágrafo, Davi Kopenawa contrapõe 

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Q3554492 Português

Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



    Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

    Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



(Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

No primeiro parágrafo, em contraposição às tentativas de imposição cultural dos brancos, Davi Kopenawa defende uma ideia de reciprocidade. Tal ideia está explicitada no seguinte trecho:

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Q3554491 Português

Examine a tirinha da cartunista Laerte. 



Imagem associada para resolução da questão


(Laerte. Lola, a andorinha, 2013.)



Na construção de sua tirinha, Laerte mobiliza fundamentalmente os seguintes recursos expressivos: 

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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275023 Matemática
No aniversário de uma loja de roupas masculinas, anunciaram-se promoções com várias combinações. O preço total, por exemplo, para comprar 5 calças, 3 camisas e 1 sapato seria de R$ 112,00; enquanto o preço para adquirir 3 calças, 2 camisas e 1 sapato seria de R$ 76,00. Fernando, que esperava por essa promoção, comprou 1 calça, 1 camisa e 1 sapato. Seja V o valor total que Fernando pagou, então é correto afirmar que
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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275022 Estatística
O município de Dourados, Mato Grosso do Sul, registrou no ano de 2021 um total de 1.110 milímetros (mm) de chuvas. A figura a seguir apresenta os valores do acumulado das chuvas, em mm, em todos os meses desse referido ano. Nesse período, a média mensal foi de 92,5 mm com um desvio padrão de 100,0 mm.

                                                  Imagem associada para resolução da questão
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa. Embrapa Agropecuária Oeste – Guia Clima. Disponível em: https://clima.cpao.embrapa.br/. Acesso em: 3 set. 2022.


Considerando-se que, no ano de 2022, o acumulado de chuvas em cada um dos dozes meses apresentasse acréscimo de 10 mm, quais seriam os resultados da média e do desvio padrão em 2022?
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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275021 Matemática
Sejam A1, A2, A3, ..., A n circunferências de centros C1, C2, C3, ..., Ce raios r1=1, r2=2, r3=3, ..., r = n unidades de comprimento, respectivamente, suponha que essas n circunferências satisfazem as seguintes condições:

• as abscissas dos centros C1, C2, C3, ..., C são todas positivas e as ordenadas têm o mesmo valor;
• todas as circunferências A1, A2, A3, ..., A se tangenciam apenas no ponto P=(0,1).

 Admitindo-se que C1=(1,1), afirma-se que as equações das circunferências A4 e A são dadas, respectivamente, por:
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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275020 Matemática

Catedral Metropolitana de Brasília


Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília-DF. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960 e nesta aparecia somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da Catedral. Em 31 de maio de 1970, foi inaugurada de fato, e já nessa data com os vidros externos transparentes.



                             Imagem associada para resolução da questão

 Disponível em: https://catedral.org.br/historia. Acesso em: 7 set. 2022.



Com base nas informações e na imagem dadas, e partindo da hipótese de que as colunas de concreto (pilares de secção parabólica) estão, ao nível do chão, igualmente espaçadas, afirma-se que o comprimento do arco de circunferência entre as bases de duas colunas de concreto é de, aproximadamente,



 Adote: π = 3,14

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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275019 Estatística
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2019, estimou a quantidade de pessoas de 10 anos ou mais de idade, por situação de domicílio (área urbana e área rural) e de posse de telefone móvel celular para uso pessoal. A pesquisa revelou que 86% das pessoas residiam em domicílios situados na área urbana e desses 85% possuíam celular, revelando ainda que 60% dos residentes na área rural também possuíam telefone móvel. Após selecionar, aleatoriamente, um dos participantes dessa pesquisa, constatou-se que ele não possuía esse tipo de aparelho para uso pessoal. Diante disso, a probabilidade de que tal pessoa seja residente em domicílio situado na zona rural é de, aproximadamente,
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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275018 Matemática
Segundo o estudo de crescimento logístico, as populações de alguns animais não são capazes de crescimento irrestrito, porque o habitat e a disponibilidade de alimentos são limitados. Sob essas condições, a população segue um modelo de crescimento logístico. Observe:

                                                                          Imagem associada para resolução da questão

onde c, d e k são constantes positivas.


Para determinada população de peixe de um pequeno lago, tem-se d = 1200, c = 0,2 e t medido em anos. Sabendo-se que 100 peixes foram introduzidos inicialmente na lagoa no tempo t = 0, então o valor de 2k - 5 é igual a

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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275017 Matemática
Um avicultor inicia sua produção de ovos e obtém, no primeiro dia, 300 dúzias de ovos. Com o passar do tempo, ele observa que a quantidade de dúzias de ovos obtida na produção formava uma progressão aritmética (a ), de razão 400, em que n é o número de dias decorridos. Sabendo-se que o lucro obtido com a venda, tendo em vista o número de dúzias de ovos, é dado pela função exponencial f(x)=6×(1,000085)x, é correto afirmar que os valores f(a ) formam uma progressão
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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275016 Matemática
Uma empresa prestadora de serviços telefônicos, ao estudar estratégias de atenuação de fibras óticas, depara--se com a seguinte dificuldade: uma de suas torres que se encontra de um dos lados de determinado rio está diretamente a leste e ao norte de dois conjuntos habitacionais, A e B, localizados do outro lado do rio. O topo dessa torre tem ângulos de elevação α e β, respectivamente em relação a A e a B, conforme figura a seguir. Chamando de d a distância entre os dois conjuntos habitacionais e admitindo-se que ambos os lados do rio estejam na mesma elevação, conclui-se, corretamente, que a altura h, em metros, da torre é de

                                                                                  Imagem associada para resolução da questão

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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275015 Química

Observe os seguintes pares de compostos orgânicos.




                                                      Imagem associada para resolução da questão




Assinale a alternativa correta.

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Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275014 Química
A atividade de garimpo de ouro em áreas indígenas e em rios da região amazônica tem sido amplamente noticiada nas imprensas nacional e internacional, devido ao avanço indiscriminado dessa atividade. Além de extensos impactos ambientais, tal prática é muito prejudicial à saúde dos próprios trabalhadores, assim como à da população ribeirinha em geral, uma vez que o mercúrio utilizado na extração do ouro pode se acumular nos tecidos de peixes que são consumidos por essa população, o que resulta em uma série de doenças neurológicas, podendo também levar à invalidez e, até mesmo, ao óbito. Segundo especialistas, concentrações maiores que 7 x 10-⁶ mol de íons Hg²+, por litro de sangue, são classificadas como exposição significativa ao mercúrio inorgânico. Sabendo-se que um indivíduo com 80 quilos de massa corporal tem um volume médio de sangue de 6 litros, e que 200 g de átomos de mercúrio contém 6 x 10²³ átomos desse elemento químico (1 mol), qual é a massa de íons Hg²+, em miligramas (mg), no corpo do referido indivíduo para que esteja sob exposição significativa de mercúrio?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275013 Química
O selênio é um metaloide, pertencente ao grupo dos calcogênios (grupo 16) na Tabela Periódica. O nome origina-se do grego, que significa o “resplendor da lua”, e faz referência à Selene, deusa da lua, por isso o símbolo que antigamente representava esse elemento era a lua. O selênio é um potente antioxidante, e estudos têm indicado que ele tem potencial para prevenir doenças como o câncer de próstata, protegendo as células contra alterações do DNA, problemas cardíacos, diminuindo a quantidade de substâncias inflamatórias no organismo e agindo na melhora do funcionamento da tireoide, órgão que regula a produção de hormônios e, também, o órgão do corpo que mais acumula selênio. Por esse motivo, esse elemento químico e seus compostos têm despertado grande interesse da comunidade científica. Nesse sentido, nanopartículas de selênio vêm sendo sintetizadas e estudadas, podendo ser obtidas pela reação entre o dióxido de selênio e o ácido ascórbico, conforme representado na figura e na equação dadas a seguir.

   Figura – Reação não balanceada da produção da nanopartícula de selênio utilizando o ácido ascórbico.
                                                                                           Imagem associada para resolução da questão


Equação – Reação balanceada para obtenção das nanopartículas de selênio.

 SeO2 + 2C6H8O6 → Se⁰ + 2C6H6O6 + 2H2


Com base nas informações e nos dados demonstrados, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2023 - UFGD - Vestibular |
Q3275012 Química
O paracetamol (C8H9NO2, massa molar: 151,16 g/mol) foi sintetizado pela primeira vez em 1878 pelo químico americano Harmon Northrop Morse; em 1887 esse fármaco foi usado como medicamento pelo médico alemão Joseph von Mering para tratamento de febre e de dores leve e moderada. O paracetamol é sintetizado através do p-aminofenol (C6H7NO, massa molar: 109,13 g/mol) e do anidrido acético (C4H6O3, massa molar: 102,09 g/mol) com um rendimento de 65%.

                                 Imagem associada para resolução da questão                                       
Disponível em: http://qnint.sbq.org.br/qni/popup_visualizarMolecula.php?id=s-8vaLIMvEcKje92Uy3Cfc8eNyEiSRdkk4cMCg- owU3EzY8naVq8xJfzI9iazVJSF2Bvg7he8U2DEISQ_ hG5UQ#:~:text=Ele%20pode%20ser%20sintetizado%20atrav%C3%A9s,p%2Daminofenol%20(3). Acesso em: 3 out. 2022.


Considerando que uma indústria farmacêutica precisa preparar um lote com 1 milhão de comprimidos com 750 mg de paracetamol, qual é a massa de p-aminofenol, em kg, que deve ser utilizada para a produção dessa quantidade de comprimidos?
Alternativas
Respostas
4721: B
4722: A
4723: E
4724: B
4725: C
4726: E
4727: A
4728: D
4729: E
4730: D
4731: E
4732: A
4733: D
4734: C
4735: D
4736: B
4737: E
4738: C
4739: B
4740: C