Questões de Vestibular UNEB 2013 para Vestibular - Português/Inglês/Ciências

Foram encontradas 45 questões

Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393975 Inglês

JACKSON, Michael. Disponível em:<http://www.sing365.com/music/lyric.ns/We-Can-Change-The-World-lyrics-Michael-Jackson/>. Acesso em: 12 out. 2013.

According to the author of these lyrics, the only way to change this world is
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393976 Inglês


HEALTHY chocolate. Disponível em:<www.bbc.co.uk/wordservice/learningenglish/language/wordsinthenews>. Acesso em: 12 out. 2013. 

The alternative that best summarizes the main idea of this text is
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393977 Inglês


HEALTHY chocolate. Disponível em:<www.bbc.co.uk/wordservice/learningenglish/language/wordsinthenews>. Acesso em: 12 out. 2013. 

Fill in the parentheses with T (True) or F (False).

The text has answers to the following questions:

( ) What makes chocolate smooth and soft?

( ) Where did Stefan Bon work before going to Warwick?

( ) How can chocolate be made healthier?

( ) Why does agar help to keep the chocolate texture?


According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is

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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393978 Inglês

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MORGAN, Ron. Disponível em:<http://www.cartoonstock.com/>. Acesso em: 12 out. 2013.


Considering what the frog on the left says about the bugs, it’s correct to say that, now, it


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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393979 Inglês

Imagem associada para resolução da questão


MORGAN, Ron. Disponível em:http://www.cartoonstock.com/>. Acesso em: 12 out. 2013.



The word “enhancing” should be understood as
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393980 Geografia

Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.

Bairros como esse existem no mundo todo. [...]

Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

Considerando-se as informações contidas no texto e os conhecimentos sobre a organização do espaço mundial, é correto afirmar:
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393981 História

Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.

Bairros como esse existem no mundo todo. [...]

Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

As cidades, na história, tiveram seu desenvolvimento relacionado a diversos fatores socioeconômicos e geopolíticos, a exemplo das cidades
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393982 História

Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.

Bairros como esse existem no mundo todo. [...]

Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

A África é um continente marcado pelos contrastes e teve sua história intimamente relacionada ao desenvolvimento econômico da Europa, durante
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393983 História

Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.

Bairros como esse existem no mundo todo. [...]

Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

A origem das favelas está relacionada à pobreza e à desigualdade social, contudo, no caso específico do Rio de Janeiro, as favelas surgiram em função da
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393984 Sociologia

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Com base na análise da charge e nos conhecimentos sobre a organização do espaço mundial e brasileiro e a questão da cidadania, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.


( ) O sistema econômico se manteve intacto, interferindo, desde o período colonial, na construção da cidadania e, consequentemente, a única solução para mudar esse quadro seria a adoção de um novo sistema econômico.

( ) A cidadania objetiva, entre outros, a priorização do homem na sociedade, enquanto o sistema econômico empurra o homem para a sua periferia.

( ) O sistema econômico adotado no país impede a participação estatal no processo produtivo, razão pela qual ocorre a excludência.

( ) As interferências do sistema econômico nos direitos do cidadão só ocorrem nas regiões periféricas do país, pois nas regiões centrais o positivo processo produtivo inibe as desigualdades sociais.

( ) O capitalismo contemporâneo promove a exclusão e a desigualdade, retardando o processo de consolidação da cidadania plena.


A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a

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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393985 História
Em relação ao processo de industrialização, mundial e no Brasil, é correto afirmar:
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393986 Ciência Política

I.

Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).


II.


Quem acha que o Brasil de hoje é um país pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse, porém, era melhor que a China no quesito pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

Sobre as semelhanças e diferenças entre o Brasil e a China, ontem e hoje, é correto afirmar que
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393987 História

I.

Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).


II.


Quem acha que o Brasil de hoje é um país pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse, porém, era melhor que a China no quesito pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

O modelo soviético, adotado pela China, foi uma decorrência da adoção das ideias socialistas que
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393988 História

I.

Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).


II.


Quem acha que o Brasil de hoje é um país pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse, porém, era melhor que a China no quesito pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

As mudanças ocorridas na China se inserem em um contexto mais amplo de transformações ocorridas nas relações geopolíticas internacionais, a partir da segunda metade do século XX, a exemplo
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Q1393989 História

I.

Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).


II.


Quem acha que o Brasil de hoje é um país pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse, porém, era melhor que a China no quesito pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

A história do Brasil sempre esteve vinculada aos desdobramentos do desenvolvimento econômico e à conjuntura política mundial.

Dessa forma, pode-se afirmar que a influência dos ideais socialistas no país se fez sentir

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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393990 Ciência Política

I.

Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).


II.


Quem acha que o Brasil de hoje é um país pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse, porém, era melhor que a China no quesito pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

Em relação às críticas à propriedade privada, ao capitalismo e aos direitos sociais, pode-se afirmar que, no Brasil, ao longo de sua história,
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393991 Economia
Sobre os diversos planos econômicos implantados no Brasil, é correto afirmar que o
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393992 História
A ligação entre a participação política da sociedade brasileira à determinada conjuntura econômica pode ser observada
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393993 História
Os dados relativos a essa atividade [petrolífera] no Brasil apontam que ainda faltam ser explorados 90% das áreas com chance de descoberta do petróleo e gás natural. Até o fim desta década, a participação desse segmento no PIB nacional deve dobrar e chegar aos 20%. De fato, depois de quase seis décadas do início das atividades de exploração de gás e petróleo no Brasil, apenas 75% dos 7,5 milhões de km² de bacias sedimentares já foram pesquisados e, dessa área, só 4% estão submetidos à exploração. (GÁS E..., 2013. p. 15).

A criação da Petrobras se insere no contexto da relação entre o Estado e economia, cuja discussão se baseava no governo

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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393994 Geografia

Bilhões de pessoas devem a vida a uma única descoberta, feita há um século. Em 1909, o químico alemão Franz Haber, da Universidade de Karlsruhe, mostrou como transformar o gás nitrogênio — abundante, e não reagente, na atmosfera, porém inacessível para a maioria dos organismos — em amônia, o ingrediente ativo em adubos sintéticos. Vinte anos depois, quando outro cientista alemão, Carl Bosch, desenvolveu um meio para aplicar a ideia de Haber em escala industrial, a capacidade mundial de produzir alimentos disparou.

Nas décadas seguintes, novas fábricas converteram tonelada após tonelada de amônia em fertilizante e hoje se considera a solução Haber-Bosch uma das maiores dádivas da história da saúde pública. (TOWNSEND; HOWARTH, 2010. p. 44).


Com base na análise do texto e nos conhecimentos sobre o uso de fertilizantes na agricultura e suas implicações, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas. ( ) Um dos pilares da “Revolução Verde” é a utilização dos adubos químicos.


( ) O aumento da produtividade agrícola eliminou a fome endêmica na África e no Sudeste Asiático.

( ) O uso excessivo do nitrogênio tem contribuído para o aparecimento de zonas mortas, antes confinadas à América do Norte e à Europa, em outras regiões do Planeta.

( ) A utilização do nitrogênio em larga escala é aconselhável porque, quando as águas pluviais, carregadas de fertilizantes, chegam aos oceanos, ocorre o florescimento de plantas microscópicas, consumidoras de pouco oxigênio.

( ) O aumento da biodiversidade é uma das consequências do uso do nitrogênio, principalmente nos ecossistenas costeiros.


A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: D
24: D
25: A
26: B
27: D
28: B
29: D
30: A
31: D
32: E
33: C
34: E
35: A
36: C
37: E
38: E
39: A
40: C