Questões de Vestibular UNCISAL 2019 para Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020
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Don’t drink coffee
Our bodies naturally produce a hormone called cortisol, which makes us feel more awake. But the caffeine in coffee can interfere with our body’s cortisol production, and over time this can lead us to become more dependent on caffeine and produce less cortisol naturally — so save it until after around 10 a.m.
Don’t stay in bed Exercise is always part of the answer when the question is about being healthier/happier/more productive. But more specifically, pre-breakfast exercise can have its own benefits. A study in Belgium found that exercising before breakfast can help you lose weight by burning more fat than you would later on in the day.
...but do eat cake
Saving the best until last: eat cake: a study of 193 obese adults found that eating cookies or chocolate as part of breakfast stems craving sweet foods later on in the day. In other words, incorporating cake into your morning routine can actually make you healthier for the rest of the day. It’s science; don’t question it.
Disponível em: www.indy100.com. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
No trecho “stems craving sweet foods”, o termo “stems” significa
Consider tetrodotoxin (TTX), a poison found in puffer fish and blue-ringed octopuses that leaves you paralysed as your body goes through some agonising reactions. “Your lips and tongue will begin to burn, your mouth will erupt with saliva and you’ll get very sweaty,” Dominic Burgess from BritLab explains. “You’ll no longer be able to speak, swallow, seizures will begin and your body will slowly shut down — all while you are completely lucid but unable to move.” Death comes after six hours of symptoms and there is no antidote.
Often these poisons are alarmingly close to home. One lethal chemical — cardiac glycoside digoxin — can be found in a common garden flower, while the deadliest can be seen in many hospitals; just 2 kg would be enough to wipe out the whole of the human race.
Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: out. 2016 (adaptado).
O objetivo do texto apresentado é
Disponível em: www.scientificamerican.com. Acesso em: out. 2019 (adaptado).
O objetivo do texto anterior é
“Let Quentin go and see,” Father said. “Go and see if Nancy is through, Quentin. Tell her she can go on home.”
I went to the kitchen. Nancy was through. The dishes were put away and the fire was out. Nancy was sitting in a chair, close to the cold stove. She looked at me.
“Mother wants to know if you are through,” I said.
“Yes,” Nancy said. She looked at me. “I done finished.” She looked at me.
“What is it?” I said. “What is it?”
“I ain’t nothing but a nigger,” Nancy said. “It ain’t none of it my fault.”
FAULKNER, W. That evening sun. A rose for Emily and other stories. Nova York: Random House Inc., 1931 (adaptado).
As marcas linguísticas presentes nas falas ‘I done finished.’ e ‘It ain’t none of it my fault.’ da personagem Nancy revelam
A imagem anterior faz uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação. Qual das seguintes passagens também constitui uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação?
Na charge apresentada anteriormente, os pais repreendem o filho por acharem que ele usa excessivamente o computador para bater papo. Embora o menino discorde dos pais, há um elemento principal na charge que deixa claro que eles têm razão. Esse elemento é
Mas afinal a música cessou. Sinhá Rola chorava agora com simplicidade e lassidão e curvara-se sobre o encosto em forma de lira da banqueta onde estava sentada para se abandonar à dor misteriosa que a vencia toda. Celestina contemplou-a assim por muito tempo com os olhos velados de lágrimas, rememorou todas as tristezas passadas de sua vida tão monótona e humilde e viu em espírito o seu futuro apagado, eternamente votado à dependência e à obscuridade, todo feito de sacrifícios inúteis e devotamentos que ninguém compreenderia. Também ela, dentro de poucos anos, tornar-se-ia uma velha fraca e ridícula e o seu choro deveria ser qualquer coisa fora da moda, de antiquado e absurdo como aquele que tinha diante de si.
PENNA, Cornélio. A menina morta. Curitiba: RM Editores, 2010, p. 131-2.
No trecho anterior, do romance A Menina Morta, do escritor brasileiro Cornélio Penna, cuja primeira edição foi publicada em 1954, as situações descritas em cada um dos parágrafos, apesar de distintas, são comparáveis porque
Em São Paulo, crianças e jovens aprendem técnicas de respiração e concentração em aulas, palestras, workshops e treinamentos oferecidos por voluntários da Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz. Os ganhos são visíveis: maior capacidade de concentração e facilidade de aprendizagem. Chama a atenção dos voluntários a dificuldade que as crianças e os adolescentes têm para simplesmente relaxar.
LEAL, Gláucia. Meditação para usar na escola. Disponível em: http://www2.uol.com.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
Dalai Lama, famoso líder religioso budista, diz que, se ensinarmos a meditação a cada criança de oito anos, eliminaremos a violência em apenas uma geração. Somente por essa razão valeria a pena tentar a prática. Mas por que a meditação é tão potente?
O primeiro e imediato efeito da meditação nas crianças é acalmá-las, tranquilizá-las. As crianças, assim como os adultos, quando estão calmas, podem focar sua atenção no que quer que seja. Uma vez que a calma chega, o seguinte passo é o enfoque da atenção naquilo que se deseja. Isso pode ser, por exemplo, controlar uma emoção, fazer um exercício, ouvir uma explicação, dizer “não” a algo que possa ser perigoso.
Efetivamente, a meditação ajuda a “alongar” o “músculo” da atenção, e, desse modo, a pessoa fica mais consciente do que acontece dentro e fora dela mesma; do que deseja e do que não deseja; do que sente e do que não sente. E, também, do que desejam, sentem ou fazem os outros.
Benefícios da meditação para as crianças. Disponível em: http://br.guiainfantil.com. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
Ao tratar de meditação como uma prática benéfica, os textos anteriores
DUCHAMP, Marcel (1867-1968). A fonte, 1917, ready-made: urinol de porcelana, 60 cm × 23,5 cm × 18 cm. Fotografia de Alfred Stieglitz (1864−1946). Disponível em: www.moma.org. Acesso em: nov. 2016.
Os ready-made são um novo gênero artístico e autônomo inventado por Marcel Duchamp, para o qual qualquer objeto pode ser declarado arte se estiver equipado com os atributos característicos de uma obra de arte.
ELGER, Dietmar. Dadaísmo. Colônia: Taschen, 2005, p. 80 (adaptado).
Ao propor A Fonte como obra de arte, Marcel Duchamp criou um dos conceitos mais significativos da modernidade: o ready-made. Transformado em procedimento artístico, esse conceito permitiu a Duchamp
VIEIRA, Antônio. O sermão do bom ladrão. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
Padre Antônio Vieira, clérigo jesuíta de origem portuguesa que viveu no Brasil no século XVII, proferiu inúmeros sermões que articulavam questões teológicas e políticas. Em O Sermão do Bom Ladrão — apresentado em 1655, em Lisboa —, para convencer sua audiência do ponto de vista defendido sobre a classe política, Vieira adota como estratégia
ALMEIDA, Arthur; ALMEIDA, Dulce; GRANDO, Beleni. As práticas corporais e a educação do corpo indígena: a contribuição do esporte nos jogos dos povos indígenas. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 32, n.º 2-4, Florianópolis, dez. 2010, p. 59-74 (adaptado).
Conforme o texto anterior, a corrida de toras é uma prática corporal cujos elementos são
Disponível em: www.inca.gov.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
A imagem anterior consiste em um texto publicitário, do Ministério da Saúde, que faz parte de uma campanha contra o tabagismo e visa influenciar o comportamento do leitor com relação ao cigarro. Nesse texto, o principal recurso de convencimento do leitor é a
Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas por ter ocupado um lugar que não era seu.
Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.
MEIRELES, Cecília. Um cão, apenas. Janela mágica. São Paulo: Ed. Moderna, 1983.
No fragmento da crônica de Cecília Meireles, o encontro com o cão provoca no narrador o sentimento de empatia que o leva a compreender
Disponível em: http://www2.camara.leg.br/participe. Acesso em: nov. 2016.
Com base no que se pode inferir desse contexto e nas características dos gêneros textuais digitais, um modo adequado e formal de participação de um cidadão junto à Câmara dos Deputados, por meio do portal dessa entidade na Internet, seria
Disponível em: http://super.abril.com.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
Atualmente, as tecnologias da comunicação e da informação interferem em vários campos da nossa vida diária. O texto anterior trata da interferência de um tipo de tecnologia em uma área específica da nossa vida social, relacionada às amizades. Que tecnologia é essa?
o cavalo e a carroça estavam atravancados no trilho e como o motorneiro se impacientasse porque levava os advogados para os escritórios desatravancaram o veículo e o animal disparou mas o lesto carroceiro trepou na boleia e castigou o fugitivo atrelado com um grandioso chicote
ANDRADE, Oswald de. Pau-brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1995 (adaptado).
Publicado por Oswald de Andrade, no livro Pau-brasil, em 1925, o poema Pobre Alimária é um dos mais emblemáticos do movimento modernista brasileiro. Nele, o poeta trata de aspectos do contexto histórico e social do Brasil daquela época, por meio da
— Onde é que a gente vai agora, vó? — Lá na padaria da praça comprar um pão gostoso. Silêncio pensativo no banco de trás. E então: — Perto da minha casa também tem uma padaria. Os pão lá é muito bom. Momentos de indecisão. Ignorar ou corrigir? Compulsivamente: — Sabe, meu querido, a gente fala assim: OS PÃES SÃO MUITO BONS. Um pão, dois PÃES. O pão é bom, os PÃES são bons. Novo silêncio pensativo no banco de trás. E então: — Quer dizer, vó, que PÃES é DOIS PÃO?
CARONE, Flávia de Barros. Ensinar gramática. Linha d’Água, n.º 5, 1988, p. 52.
Constitui exemplo de marca linguística característica da variedade coloquial do português presente no texto anterior o emprego
Embora já estivessem presentes na tradição pictórica ocidental, os objetos inanimados começaram lentamente a deixar de compor fundos de pinturas para se tornar um gênero independente apenas no final do século XVI. No século XVII, as naturezas mortas se tornaram célebres na Holanda, mas continuaram a ser percebidas como um gênero menor diante de pinturas religiosas, retratos e das chamadas “pinturas históricas”.
No século XX, o gênero natureza morta passou a receber a atenção de artistas
VERISSÍMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: https://novaescola.org.br. Acesso em: out. 2019 (adaptado).
O diálogo apresentado anteriormente ilustra, de forma divertida, a situação em que uma personagem tenta mostrar para a outra como usar a língua portuguesa segundo a norma padrão. Caso a personagem A, impaciente, desejasse responder à última fala da personagem B empregando a norma padrão da língua portuguesa, uma frase adequada para o contexto seria
PIERRO, Bruno de. Doação de órgãos: a arte de dar más notícias. Revista Pesquisa FAPESP. Edição 237, nov. 2015. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: nov. 2016.
O texto precedente traz os resultados de uma pesquisa conduzida por uma universidade brasileira. Infere-se desse texto que a finalidade comunicativa do seu autor é