Questões de Vestibular UNCISAL 2019 para Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020

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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010853 Inglês
What you do first thing in the morning could put you well on your way if you get it right, according to the mountains of advice and research into how our bodies wake up. Here’s a roundup of the best advice on how to spend your first few hours of every day:

               Don’t drink coffee
          Our bodies naturally produce a hormone called cortisol, which makes us feel more awake. But the caffeine in coffee can interfere with our body’s cortisol production, and over time this can lead us to become more dependent on caffeine and produce less cortisol naturally — so save it until after around 10 a.m.
            Don’t stay in bed       Exercise is always part of the answer when the question is about being healthier/happier/more productive. But more specifically, pre-breakfast exercise can have its own benefits. A study in Belgium found that exercising before breakfast can help you lose weight by burning more fat than you would later on in the day.
         ...but do eat cake
        Saving the best until last: eat cake: a study of 193 obese adults found that eating cookies or chocolate as part of breakfast stems craving sweet foods later on in the day. In other words, incorporating cake into your morning routine can actually make you healthier for the rest of the day. It’s science; don’t question it.

Disponível em: www.indy100.com. Acesso em: nov. 2016 (adaptado). 

No trecho “stems craving sweet foods”, o termo “stems” significa  
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010854 Inglês
         When we think of deadly poisons, most of our minds will jump instantly to arsenic. George III of England, Napoleon Bonaparte and the Gaungxu Emperor of China are all thought to have died from its effects — either from a deliberate assassination or accidental exposure. Just 200 milligrams — around the weight of a raindrop — is enough to kill someone within two hours. The first sign is a metallic taste in your mouth, followed by vomiting and seizures, and death. It sounds horrific — but arsenic is positively innocuous compared to other substances.
         Consider tetrodotoxin (TTX), a poison found in puffer fish and blue-ringed octopuses that leaves you paralysed as your body goes through some agonising reactions. “Your lips and tongue will begin to burn, your mouth will erupt with saliva and you’ll get very sweaty,” Dominic Burgess from BritLab explains. “You’ll no longer be able to speak, swallow, seizures will begin and your body will slowly shut down — all while you are completely lucid but unable to move.” Death comes after six hours of symptoms and there is no antidote.
      Often these poisons are alarmingly close to home. One lethal chemical — cardiac glycoside digoxin — can be found in a common garden flower, while the deadliest can be seen in many hospitals; just 2 kg would be enough to wipe out the whole of the human race.

Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: out. 2016 (adaptado).

O objetivo do texto apresentado é
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010855 Inglês
The editor-in-chief of one of the world’s most prestigious medical journals has said doctors and medical professionals should engage in protests to address climate change. Richard Horton of The Lancet said that engaging in these protests is part of the duty of a doctor. He said that the General Medical Council (GMC) should be fully supportive of health professionals who engage in climate protests based on its own guidelines on the duties of a doctor. His statement comes after multiple health organizations have taken action on climate change in the United Kingdom. 

Disponível em: www.scientificamerican.com. Acesso em: out. 2019 (adaptado). 

O objetivo do texto anterior é  
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010856 Inglês
      “Isn’t Nancy through in the kitchen yet?” Mother said. “It seems to me that she has had plenty of time to have finished the dishes.”
       “Let Quentin go and see,” Father said. “Go and see if Nancy is through, Quentin. Tell her she can go on home.”
        I went to the kitchen. Nancy was through. The dishes were put away and the fire was out. Nancy was sitting in a chair, close to the cold stove. She looked at me.
       “Mother wants to know if you are through,” I said.
      “Yes,” Nancy said. She looked at me. “I done finished.” She looked at me.
       “What is it?” I said. “What is it?”
      “I ain’t nothing but a nigger,” Nancy said. “It ain’t none of it my fault.”



FAULKNER, W. That evening sun. A rose for Emily and other stories. Nova York: Random House Inc., 1931 (adaptado).


As marcas linguísticas presentes nas falas ‘I done finished.’ e ‘It ain’t none of it my fault.’ da personagem Nancy revelam
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010857 Português
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A imagem anterior faz uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação. Qual das seguintes passagens também constitui uma crítica ao uso dos sistemas de comunicação e informação? 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010858 Português
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Na charge apresentada anteriormente, os pais repreendem o filho por acharem que ele usa excessivamente o computador para bater papo. Embora o menino discorde dos pais, há um elemento principal na charge que deixa claro que eles têm razão. Esse elemento é 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010859 Português
       Agora podia-se distinguir que o trêmulo dos finais dos versos era um começo de soluço reprimido, mas a cantora repetia e procurava dar-lhes a mais doce e viva expressão como se falasse a alguém invisível que estivesse ao seu lado, de olhos fitos nela com ternura, profundos e compreensivos, sem que pudesse falar outra linguagem a não ser a do seu olhar, sem poder tocá-la com as mãos muito frias, presas ao peito para poder melhor resistir à tentação. Todo o corpo frágil da senhora estremecia, teso e ao mesmo tempo febril, e acompanhava com graça os braços e as mãos, que corriam com os dedos muito altos o teclado, e arrancavam notas cristalinas das cordas já frouxas e gastas. Fazia cantar toda a sala em suave meio-tom, como se fosse grande caixa de ressonância de enorme instrumento e sua voz trinada também se incorporava em um só todo sonoro, de doçura e velhice.
       Mas afinal a música cessou. Sinhá Rola chorava agora com simplicidade e lassidão e curvara-se sobre o encosto em forma de lira da banqueta onde estava sentada para se abandonar à dor misteriosa que a vencia toda. Celestina contemplou-a assim por muito tempo com os olhos velados de lágrimas, rememorou todas as tristezas passadas de sua vida tão monótona e humilde e viu em espírito o seu futuro apagado, eternamente votado à dependência e à obscuridade, todo feito de sacrifícios inúteis e devotamentos que ninguém compreenderia. Também ela, dentro de poucos anos, tornar-se-ia uma velha fraca e ridícula e o seu choro deveria ser qualquer coisa fora da moda, de antiquado e absurdo como aquele que tinha diante de si.

PENNA, Cornélio. A menina morta. Curitiba: RM Editores, 2010, p. 131-2.

No trecho anterior, do romance A Menina Morta, do escritor brasileiro Cornélio Penna, cuja primeira edição foi publicada em 1954, as situações descritas em cada um dos parágrafos, apesar de distintas, são comparáveis porque 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010860 Português
        Vários estudos científicos têm comprovado que a meditação favorece a capacidade de aprendizagem e concentração, além de favorecer a percepção das próprias emoções e ajudar a lidar com elas. A prática usada há centenas de anos favorece a sensação de bem-estar e tem se mostrado uma poderosa ferramenta no combate de depressão, ansiedade, hiperatividade, dor crônica, inflamações e até mesmo no combate ao envelhecimento das células.
      Em São Paulo, crianças e jovens aprendem técnicas de respiração e concentração em aulas, palestras, workshops e treinamentos oferecidos por voluntários da Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz. Os ganhos são visíveis: maior capacidade de concentração e facilidade de aprendizagem. Chama a atenção dos voluntários a dificuldade que as crianças e os adolescentes têm para simplesmente relaxar.

LEAL, Gláucia. Meditação para usar na escola. Disponível em: http://www2.uol.com.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).

       Dalai Lama, famoso líder religioso budista, diz que, se ensinarmos a meditação a cada criança de oito anos, eliminaremos a violência em apenas uma geração. Somente por essa razão valeria a pena tentar a prática. Mas por que a meditação é tão potente?
       O primeiro e imediato efeito da meditação nas crianças é acalmá-las, tranquilizá-las. As crianças, assim como os adultos, quando estão calmas, podem focar sua atenção no que quer que seja. Uma vez que a calma chega, o seguinte passo é o enfoque da atenção naquilo que se deseja. Isso pode ser, por exemplo, controlar uma emoção, fazer um exercício, ouvir uma explicação, dizer “não” a algo que possa ser perigoso.
      Efetivamente, a meditação ajuda a “alongar” o “músculo” da atenção, e, desse modo, a pessoa fica mais consciente do que acontece dentro e fora dela mesma; do que deseja e do que não deseja; do que sente e do que não sente. E, também, do que desejam, sentem ou fazem os outros.

Benefícios da meditação para as crianças. Disponível em: http://br.guiainfantil.com. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).

Ao tratar de meditação como uma prática benéfica, os textos anteriores
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010861 Artes Visuais
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DUCHAMP, Marcel (1867-1968). A fonte, 1917, ready-made: urinol de porcelana, 60 cm × 23,5 cm × 18 cm. Fotografia de Alfred Stieglitz (1864−1946). Disponível em: www.moma.org. Acesso em: nov. 2016. 

       Os ready-made são um novo gênero artístico e autônomo inventado por Marcel Duchamp, para o qual qualquer objeto pode ser declarado arte se estiver equipado com os atributos característicos de uma obra de arte.

ELGER, Dietmar. Dadaísmo. Colônia: Taschen, 2005, p. 80 (adaptado).

Ao propor A Fonte como obra de arte, Marcel Duchamp criou um dos conceitos mais significativos da modernidade: o ready-made. Transformado em procedimento artístico, esse conceito permitiu a Duchamp 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010862 Português
        O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno: os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo: os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes que tudo via com mais aguda vista que os outros homens viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos... Quantas vezes se viu em Roma a enforcar o ladrão por ter roubado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo, um cônsul, ou ditador por ter roubado uma província?... De Seronato disse com discreta contraposição Sidônio Apolinário: Nom cessat simul furta, vel punire, vel facere. Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo para roubar ele só! Declarando assim por palavras não minhas, senão de muito bons autores, quão honrados e autorizados sejam os ladrões de que falo, estes são os que disse, e digo levam consigo os reis ao inferno.

VIEIRA, Antônio. O sermão do bom ladrão. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).

Padre Antônio Vieira, clérigo jesuíta de origem portuguesa que viveu no Brasil no século XVII, proferiu inúmeros sermões que articulavam questões teológicas e políticas. Em O Sermão do Bom Ladrão — apresentado em 1655, em Lisboa —, para convencer sua audiência do ponto de vista defendido sobre a classe política, Vieira adota como estratégia 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010863 Antropologia
As práticas corporais são entendidas como elementos da cultura corporal de cada povo, portanto assumem sentidos e significados de acordo com o contexto social no qual são vivenciadas. Nas diferentes sociedades indígenas, essas práticas estão relacionadas às cosmologias que orientam suas visões de mundo. A corrida de toras, por exemplo, é uma prática corporal que está associada a um rito. Conforme os ritos, variam as formas das toras, os grupos que disputam a corrida, bem como o percurso.

ALMEIDA, Arthur; ALMEIDA, Dulce; GRANDO, Beleni. As práticas corporais e a educação do corpo indígena: a contribuição do esporte nos jogos dos povos indígenas. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 32, n.º 2-4, Florianópolis, dez. 2010, p. 59-74 (adaptado). 


Conforme o texto anterior, a corrida de toras é uma prática corporal cujos elementos são
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010864 Português
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Disponível em: www.inca.gov.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado). 


A imagem anterior consiste em um texto publicitário, do Ministério da Saúde, que faz parte de uma campanha contra o tabagismo e visa influenciar o comportamento do leitor com relação ao cigarro. Nesse texto, o principal recurso de convencimento do leitor é a 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010865 Português
      Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
       Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
       Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas por ter ocupado um lugar que não era seu.
       Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.


MEIRELES, Cecília. Um cão, apenas. Janela mágica. São Paulo: Ed. Moderna, 1983.


No fragmento da crônica de Cecília Meireles, o encontro com o cão provoca no narrador o sentimento de empatia que o leva a compreender 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010866 Português
A seguir, é apresentado trecho do portal da Câmara dos Deputados na Internet em que há uma série de links para a participação dos cidadãos nas atividades daquela casa legislativa, assim como algumas formas de se compartilhar o conteúdo da página com outras pessoas.  


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Disponível em: http://www2.camara.leg.br/participe. Acesso em: nov. 2016. 

Com base no que se pode inferir desse contexto e nas características dos gêneros textuais digitais, um modo adequado e formal de participação de um cidadão junto à Câmara dos Deputados, por meio do portal dessa entidade na Internet, seria 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010867 Português
Qual é a primeira coisa que você faz quando entra na Internet? Checa seu email, dá uma olhadinha no Twitter, confere as atualizações dos seus contatos no Facebook? Há diversos estudos comprovando que interagir com outras pessoas, principalmente com amigos, é o que mais fazemos na Internet. Só o Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários, que juntos passam 700 bilhões de minutos por mês conectados ao sítio — que chegou a superar o Google em número de acessos diários. A Internet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade. E está transformando nossas relações: tornou muito mais fácil manter contato com os amigos e conhecer gente nova. 

Disponível em: http://super.abril.com.br. Acesso em: nov. 2016 (adaptado). 

Atualmente, as tecnologias da comunicação e da informação interferem em vários campos da nossa vida diária. O texto anterior trata da interferência de um tipo de tecnologia em uma área específica da nossa vida social, relacionada às amizades. Que tecnologia é essa? 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010868 Literatura
Pobre Alimária

o cavalo e a carroça estavam atravancados no trilho e como o motorneiro se impacientasse porque levava os advogados para os escritórios desatravancaram o veículo e o animal disparou mas o lesto carroceiro trepou na boleia e castigou o fugitivo atrelado com um grandioso chicote 

ANDRADE, Oswald de. Pau-brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1995 (adaptado).

 Publicado por Oswald de Andrade, no livro Pau-brasil, em 1925, o poema Pobre Alimária é um dos mais emblemáticos do movimento modernista brasileiro. Nele, o poeta trata de aspectos do contexto histórico e social do Brasil daquela época, por meio da
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010869 Português
Ensinar gramática

— Onde é que a gente vai agora, vó? — Lá na padaria da praça comprar um pão gostoso. Silêncio pensativo no banco de trás. E então: — Perto da minha casa também tem uma padaria. Os pão lá é muito bom. Momentos de indecisão. Ignorar ou corrigir? Compulsivamente: — Sabe, meu querido, a gente fala assim: OS PÃES SÃO MUITO BONS. Um pão, dois PÃES. O pão é bom, os PÃES são bons. Novo silêncio pensativo no banco de trás. E então: — Quer dizer, vó, que PÃES é DOIS PÃO? 

CARONE, Flávia de Barros. Ensinar gramática. Linha d’Água, n.º 5, 1988, p. 52. 


Constitui exemplo de marca linguística característica da variedade coloquial do português presente no texto anterior o emprego 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010870 Português
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Embora já estivessem presentes na tradição pictórica ocidental, os objetos inanimados começaram lentamente a deixar de compor fundos de pinturas para se tornar um gênero independente apenas no final do século XVI. No século XVII, as naturezas mortas se tornaram célebres na Holanda, mas continuaram a ser percebidas como um gênero menor diante de pinturas religiosas, retratos e das chamadas “pinturas históricas”.
No século XX, o gênero natureza morta passou a receber a atenção de artistas 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010871 Português
Personagem A — Me disseram… Personagem B — Disseram-me.  A — Hein?  B — O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.  A — Eu falo como quero. E te digo mais… Ou é “digo-te”?  B — O quê?  A — Digo-te que você…  B — O “te” e o “você” não combinam.  A — Lhe digo?  B — Também não. O que você ia me dizer?  A — Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?  B — Partir-te a cara.  A — Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.  B — É para o seu bem. 

VERISSÍMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: https://novaescola.org.br. Acesso em: out. 2019 (adaptado). 

O diálogo apresentado anteriormente ilustra, de forma divertida, a situação em que uma personagem tenta mostrar para a outra como usar a língua portuguesa segundo a norma padrão. Caso a personagem A, impaciente, desejasse responder à última fala da personagem B empregando a norma padrão da língua portuguesa, uma frase adequada para o contexto seria

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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010872 Português
O número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica aumentou significativamente no Brasil. Em sete anos, a taxa de recusa familiar dobrou, saltando de 22%, em 2008, para 44%, em 2015, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Países como Austrália e Reino Unido enfrentam situação semelhante, que, aliada a falhas na identificação e notificação de potenciais doadores, dificulta a realização de transplantes. Um estudo conduzido por pesquisadores da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo buscou mapear as razões da recusa familiar. O principal motivo identificado pela pesquisa é que boa parte das famílias (21%) não compreendeu o conceito de morte encefálica. Já 19% atribuíram a decisão a crenças religiosas e outros 19% responsabilizaram a falta de competência técnica da equipe hospitalar. 

PIERRO, Bruno de. Doação de órgãos: a arte de dar más notícias. Revista Pesquisa FAPESP. Edição 237, nov. 2015. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: nov. 2016. 

O texto precedente traz os resultados de uma pesquisa conduzida por uma universidade brasileira. Infere-se desse texto que a finalidade comunicativa do seu autor é 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: D
5: A
6: D
7: E
8: A
9: C
10: A
11: C
12: E
13: E
14: E
15: C
16: D
17: D
18: A
19: E
20: D