O número de famílias que não autorizam a doação de órgãos e...
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Ano: 2019
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Órgão:
UNCISAL
Prova:
CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010872
Português
O número de famílias que não autorizam a doação de
órgãos e tecidos de parentes com diagnóstico de morte encefálica
aumentou significativamente no Brasil. Em sete anos, a taxa de
recusa familiar dobrou, saltando de 22%, em 2008, para 44%, em
2015, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.
Países como Austrália e Reino Unido enfrentam situação
semelhante, que, aliada a falhas na identificação e notificação de
potenciais doadores, dificulta a realização de transplantes. Um
estudo conduzido por pesquisadores da Escola Paulista de
Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo buscou
mapear as razões da recusa familiar. O principal motivo
identificado pela pesquisa é que boa parte das famílias (21%) não
compreendeu o conceito de morte encefálica. Já 19% atribuíram
a decisão a crenças religiosas e outros 19% responsabilizaram a
falta de competência técnica da equipe hospitalar.
PIERRO, Bruno de. Doação de órgãos: a arte de dar más notícias. Revista Pesquisa FAPESP. Edição 237, nov. 2015. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: nov. 2016.
O texto precedente traz os resultados de uma pesquisa conduzida por uma universidade brasileira. Infere-se desse texto que a finalidade comunicativa do seu autor é
PIERRO, Bruno de. Doação de órgãos: a arte de dar más notícias. Revista Pesquisa FAPESP. Edição 237, nov. 2015. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: nov. 2016.
O texto precedente traz os resultados de uma pesquisa conduzida por uma universidade brasileira. Infere-se desse texto que a finalidade comunicativa do seu autor é