Questões de Vestibular Comentadas sobre português

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Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375646 Português
Em um artigo da Redação do site UOL, lemos:


     “O Dia Mundial Sem Carro foi comemorado pela primeira vez em 1998, na França. Com o tempo, a mobilização se estendeu por países europeus e chegou a outros continentes. No Brasil, o evento ocorreu pela primeira vez em 2001.”

     Em entrevista ao UOL Ciência e Saúde, Lincoln Paiva (LP), coordenador no Brasil do Dia Mundial Sem Carro, afirma:

     “LP: O Dia Mundial Sem Carro é um dia para as pessoas pensarem em como elas poderiam contribuir com uma cidade mais sustentável sob o ponto de vista da mobilidade, não é um dia contra os automóveis. É possível planejar nossa mobilidade sem ter que depender do carro para tudo. Muitas pessoas utilizam o carro para fazer qualquer coisa, inclusive para realização de trajetos que poderiam ser feitos a pé. Outro fator é o status social: a maioria das pessoas tem o transporte público como coisa de pobre, o que não deveria ser uma verdade. O transporte coletivo serve para diminuir o trânsito da cidade; utilizado com inteligência, é possível melhorar a qualidade de vida das pessoas.”


Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ ultimas-noticias/2010/09/22/para-ambi.
UOL Ciência e Saúde pergunta: “Na sua opinião, a consciência para o problema e a busca por alternativas de mobilidade sustentável só vai ocorrer quando o uso do automóvel se tornar realmente inviável por causa do trânsito?
LP: Não, sempre haverá paliativos, alguém que vai querer lucrar com o trânsito e inventar algo para as pessoas fazerem quando estiverem no congestionamento, como aprender uma língua etc. Temos uma noção errada sobre mobilidade, é preciso entender que essa mentalidade é ultrapassada e que o trânsito é uma questão de escolha pessoal.”
Segundo o dicionário Aulete, sustentabilidade significa: “1. qualidade ou condição de sustentável; 2. Ecol. Econ. modelo de desenvolvimento que busca conciliar as necessidades econômicas, sociais e ambientais de modo a garantir seu atendimento por tempo indeterminado e a promover a inclusão social, o bem-estar econômico e a preservação dos recursos naturais.”
Disponível em: http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl= aulete_digital&op+imprimir&tipo=atualizado.
A partir da resposta de Lincoln Paiva, e levando em conta o conceito de sustentabilidade, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375645 Português
Em um artigo da Redação do site UOL, lemos:


     “O Dia Mundial Sem Carro foi comemorado pela primeira vez em 1998, na França. Com o tempo, a mobilização se estendeu por países europeus e chegou a outros continentes. No Brasil, o evento ocorreu pela primeira vez em 2001.”

     Em entrevista ao UOL Ciência e Saúde, Lincoln Paiva (LP), coordenador no Brasil do Dia Mundial Sem Carro, afirma:

     “LP: O Dia Mundial Sem Carro é um dia para as pessoas pensarem em como elas poderiam contribuir com uma cidade mais sustentável sob o ponto de vista da mobilidade, não é um dia contra os automóveis. É possível planejar nossa mobilidade sem ter que depender do carro para tudo. Muitas pessoas utilizam o carro para fazer qualquer coisa, inclusive para realização de trajetos que poderiam ser feitos a pé. Outro fator é o status social: a maioria das pessoas tem o transporte público como coisa de pobre, o que não deveria ser uma verdade. O transporte coletivo serve para diminuir o trânsito da cidade; utilizado com inteligência, é possível melhorar a qualidade de vida das pessoas.”


Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ ultimas-noticias/2010/09/22/para-ambi.
A partir da afirmação de Paiva, podemos dizer que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375644 Português
“– O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria como há muitos Severinos com mães chamadas Maria, fiquei sendo o da Maria do finado Zacarias [...]
[...]
Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue, que usamos tem pouca tinta [...]”
Disponível em: http://www.culturabrasil.pro.br/joaocabral demelonetoo.html.

Tomando a leitura e a interpretação dos fragmentos anteriores, e também as características da poesia modernista da Geração de 45, da qual João Cabral de Melo Neto é um dos expoentes, podemos dizer que:

I. A poesia de 45 caracteriza-se pela renovação estética.
II. O poema Morte e vida severina desenvolve temas relacionados ao social, à moral e ao político.
III. Embora o poema Morte e vida severina seja um auto de Natal de tradição ibérica, a métrica de seus versos não segue o modelo da tradição.

Das afirmações acima:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375642 Português
“Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disso.”
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 1993. p.54. (Fragmento).

A partir da leitura do fragmento acima, e também com base em toda a obra Vidas secas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375641 Português
Metáfora Composição: Gilberto Gil - 1982
“Uma lata existe para conter algo Mas quando o poeta diz: 'Lata' Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo Mas quando o poeta diz: 'Meta' Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso, não se meta a exigir do poeta Que determine o conteúdo em sua lata Na lata do poeta tudonada cabe Pois ao poeta cabe fazer Com que na lata venha caber O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta Deixe a sua meta fora da disputa Meta dentro e fora, lata absoluta Deixe-a simplesmente metáfora"
Disponível em: http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/487564/.


Na música Metáfora, de Gilberto Gil, há, entre outras coisas, a definição de metáfora, uma figura de linguagem que também é encontrada na alternativa:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375639 Português
Leia o fragmento pertencente ao poema José, de Carlos Drummond de Andrade. A seguir, observe o quadro O Grito do pintor norueguês Edvard Munch, e responda ao que se pede:

“E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta, e agora, José?
Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? [...]”
Imagem associada para resolução da questão


As duas obras de arte, o poema e a tela, embora pertençam, respectivamente, à Literatura e à Pintura, trazem à tona questionamentos semelhantes, como:

I- A questão das emoções humanas mais profundas frente ao mundo.
II- A possibilidade de a arte discutir o estar no mundo.
III- A angústia como sentimento inerente ao ser humano.


Das afirmações acima:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375638 Português
Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


    “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
    [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
     [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
    [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
Segundo o cientista Klaus Lackner: “O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas.”

Ao argumentar sobre a viabilidade da produção de árvores artificiais, o cientista busca:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375637 Português
Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


    “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
    [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
     [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
    [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
Pela leitura dos fragmentos dessa reportagem, podemos depreender que o assunto nela tratado refere-se à relação homem e meio ambiente, fato que também faz parte de uma das seguintes obras da Literatura Brasileira:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375636 Português
Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


    “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
    [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
     [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
    [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
A oração “que podem ajudar no combate ao aquecimento global” deve ser classificada como:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364584 Português
Apesar de sua origem remontar a grupos étnicos específicos da África, na Bahia, o candomblé se caracterizou por um movimento crescente de mistura cultural, étnica, racial e social. Isso começou entre os próprios africanos de diferentes etnias. Documentos relativos ao fim do século XVIII e à primeira metade do século XIX, ainda que escassos, sugerem a formação de identidades étnicas a partir dessa mistura. Em 1785, por exemplo, seis africanos foram presos em um calundu na vila de Cachoeira, no Recôncavo, onde danças, batuques e cantos eram frequentes. Foram identificados por uma testemunha africana no inquérito policial como dois “marris”, dois “jejes”, um “dagomé” e um “tapá” (termo yorubá que se usava, na Bahia, para designar os nupes, povo da África ocidental. (REIS, 2005, p. 28).
De acordo com o texto, o candomblé, uma das expressões religiosas do Brasil, caracteriza-se por ser
Alternativas
Q1355541 Português

Imagem associada para resolução da questão


MOISÉS. Festa da globalização. Disponível em: <http://marxismo.files.wordpress.com/2007/06/globalizacao.jpg>. Acesso em: 5 dez. 2010.


A charge em destaque

Alternativas
Q1355497 Português
Imagem associada para resolução da questão

Em relação à tira, pode-se afirmar:

I - A professora se insere numa esfera ideológica, causando ao seu interlocutor um “silenciamento” momentâneo, e impede a construção de sentido ao que lhe foi atribuído.
II - O humor da tira se estabelece na quebra de expectativa, em relação à negociação da aluna a respeito da punição.
III - A tira retrata a submissão da aluna, que aceita o modelo de aprendizagem que a professora impõe.

Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Alternativas
Q1350260 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Os versos apontam a presença do tema “aurea mediocritas”, a exaltação do equilíbrio entre o conhecimento e a intelectualidade, o ideal de vida tranquila, sem exageros, pregado pelos ideais árcades, embora também indiquem aspectos inerentes à transformação do poeta.
Alternativas
Q1350255 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
Na “Carta de Caminha”, a literatura é de teor informativo, cujas finalidades práticas visavam à transmissão de informações sobre a terra, para facilitar a exploração mercantil de suas potencialidades pela metrópole, bem como sobre o homem selvagem, com o intuito de propagar a fé cristã no novo mundo.
Alternativas
Q1350252 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
De modo geral, na carta ao rei de Portugal, Pero Vaz de Caminha, o escrivão da Armada Portuguesa, mostra o reconhecimento de qualidades dos selvagens, que podem ser traduzidas como sociabilidade, pacificidade, desconfiança, inteligência, saúde, vigor físico, simplicidade e inocência.
Alternativas
Q1350059 Português

Leia atentamente o soneto a seguir.


Grinaldas e véus brancos, véus de neve,

Véus e grinaldas purificadores,

Vão as Flores carnais, as alvas Flores

Do sentimento delicado e leve.


Um luar de pudor, sereno e breve,

De ignotos e de prônubos pudores,

Erra nos pulcros, virginais brancores

Por onde o amor parábolas descreve...


Luzes claras e augustas, luzes claras

Douram dos templos as sagradas aras,

Na comunhão das níveas hóstias frias...


Quando seios pubentes estremecem,

Silfos de sonhos de volúpia crescem,

Ondulantes, em formas alvadias...

(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)

Vocabulário

ignotos: ignorados; desconhecidos.

prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.

pulcros: belos; formosos.

parábolas: narrações alegóricas.

aras: pedras de altar.

pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.

silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.

alvadias: brancas; alvas.


Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e Sousa e nele se encontram as principais características da poesia simbolista brasileira. Com relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto, assinale a alternativa correta.

O soneto apresenta na primeira estrofe o uso constante das aliterações, como a repetição do l e v e sua combinação com as vogais (al, flo, li, le, va, ve, vão), sugerindo musicalidade e leveza. 
Alternativas
Q1350055 Português
Assinale a alternativa correta
Triste fim de Policarpo Quaresma é um romance de memórias, narrado em primeira pessoa, na voz da personagem título, recurso que permite ao autor o extravasamento de todo seu ressentimento contra a sociedade, uma vez que os sentimentos patrióticos vislumbrados em Quaresma se assemelham aos do escritor.
Alternativas
Q1350051 Português
Assinale a alternativa correta
Na composição do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, observa-se, a partir de uma perspectiva irônica, muito das cenas de violência estúpida e de injustiça que o autor, Lima Barreto, testemunhou durante a Revolta da Armada, em 1893.
Alternativas
Q1350046 Português

Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.


Como eu te amo

(...)

Assim eu te amo, assim; mais do que podem

Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale

Cantar a voz do trovador cansada:

O que é belo, o que é justo, santo e grande

Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,

Por quanto já sofri, por quanto ainda

Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.

O que espero, cobiço, almejo, ou temo

De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas

Com quanto amor eu te amo, e de que fonte

Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!

Esta oculta paixão, que mal suspeitas,

Que não vês, não supões, nem te eu revelo,

Só pode no silêncio achar consolo,

Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.

(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)

Gonçalves Dias é considerado pela crítica um poeta culto, porque traduz os seus sentimentos através de tropos e figuras de palavras. Confirma-se essa ideia nos versos: “Com quanto amor eu te amo, e de que fonte/ Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!”.
Alternativas
Q1349815 Português
Assinale o que for correto em relação ao livro de Rubem Fonseca, O cobrador. (FONSECA, R.. O cobrador. São Paulo: Companhia das Letras, 1989) 
Um traço marcante na obra de Rubem Fonseca é a banalização da morte, como se pode ver neste trecho: “Esses motoristas de ônibus são todos uns assassinos, disse o perito, ainda bem que o local está perfeito, dá pra fazer um laudo que nenhum rábula vai contestar” (“Livro de ocorrências”, p. 113). No excerto, o narrador, ao focalizar o perito, mostra sua preocupação exclusiva com a adequação do local para a elaboração de um laudo técnico, sem qualquer lampejo de sentimento em relação à morte do ser humano.
Alternativas
Respostas
5621: B
5622: E
5623: D
5624: C
5625: A
5626: E
5627: D
5628: A
5629: D
5630: B
5631: D
5632: A
5633: C
5634: C
5635: C
5636: C
5637: E
5638: C
5639: C
5640: C