Questões de Vestibular Sobre português
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Texto 5
É verdade esse bilete: memes e a disputa pela verdade
Rangel Ramiro Ramos

A fim de ficar em casa e assistir a sua série preferida, Gabriel Lucca, de 5 anos, escreveu um bilhete passando-se por sua professora e o entregou à sua mãe. Nele, o recado era de que não haveria aula no dia seguinte, e, para finalizar sua “arte", Gabriel pós-escreveu: “é verdade esse bilhete”. A mãe de Gabriel não se conteve e publicou, no dia 21 de agosto, uma foto do bilhete no Facebook.
Alguns dias depois, a frase “é verdade esse bilhete” já havia se tornado um bordão nacional. Artistas, empresas e internautas das mais variadas regiões do país começaram a escrever absurdidades assinando de brincadeira: “é verdade esse bilhete”. O meme “é verdade esse bilhete” – que, no universo memeal, pode ser entendido como um bordão ou uma catchphrase – popularizou-se por sua ironia, figura de linguagem de oposição, que segundo Chagas (2016) é característica dos memes de discussão pública. [...]
Disponível em: https://museudememes.com.br/e-verdade-esse-bilete-memes-e-a-disputa-pela-verdade. Acesso em: 18 jul. 2024.
Texto 6

Disponível em: https://museudememes.com.br/e-verdade-esse-bilete-memes-e-a-disputa-pela-verdade. Acesso em: 18 jul. 2024.
Texto 7
A TIM sabe que para mineiro qualquer lugar é perTIM. E tudo que tem tecnologia tem que ser perfeiTIM. E que quando ele liga, gosta de pagar um preço jusTIM Mineiro fala é assim. TIM: viver sem fronteiras...
Fonte: Revista Mais Propaganda. Belo Horizonte, ano 2, n. 23, 11 nov. 2011.
Por meio do anúncio, a empresa procurou gerar aproximação com os consumidores mineiros ao utilizar
Texto 5
É verdade esse bilete: memes e a disputa pela verdade
Rangel Ramiro Ramos

A fim de ficar em casa e assistir a sua série preferida, Gabriel Lucca, de 5 anos, escreveu um bilhete passando-se por sua professora e o entregou à sua mãe. Nele, o recado era de que não haveria aula no dia seguinte, e, para finalizar sua “arte", Gabriel pós-escreveu: “é verdade esse bilhete”. A mãe de Gabriel não se conteve e publicou, no dia 21 de agosto, uma foto do bilhete no Facebook.
Alguns dias depois, a frase “é verdade esse bilhete” já havia se tornado um bordão nacional. Artistas, empresas e internautas das mais variadas regiões do país começaram a escrever absurdidades assinando de brincadeira: “é verdade esse bilhete”. O meme “é verdade esse bilhete” – que, no universo memeal, pode ser entendido como um bordão ou uma catchphrase – popularizou-se por sua ironia, figura de linguagem de oposição, que segundo Chagas (2016) é característica dos memes de discussão pública. [...]
Disponível em: https://museudememes.com.br/e-verdade-esse-bilete-memes-e-a-disputa-pela-verdade. Acesso em: 18 jul. 2024.
Texto 6

Disponível em: https://museudememes.com.br/e-verdade-esse-bilete-memes-e-a-disputa-pela-verdade. Acesso em: 18 jul. 2024.
A intertextualidade é conceituada como a “influência de um texto sobre outro que o toma como modelo ou ponto de
partida, e que gera a atualização do texto citado”, de acordo com o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2009).
Considerando essa definição, é possível afirmar que o texto 6 propõe:

Texto 3
Bença (Djonga) Me dá (e vai) vovô, vovô (e vai) Me dê vovô (e vai), mamãe (e vai) Vó, como 'cê conseguiu criar três mulheres sozinha Na época que mulher não valia nada? Menina na cidade grande, no susto viúva E daquela cor que só serve pra ser abusada Você não costurou só roupa, né? Teve que costurar um mundo de trauma, abdicação, luta Pra hoje falar com orgulho que essa família não tem vagabundo Aprendi no seu colo Tenha medo de quem 'tá vivo e respeito por quem 'tá morto Ouvindo desde novo, 'cê já é preto Não, não sai desse jeito, se não eles te olha torto Fico pensando, uma cama pra quatro Ditadura na rua e o frio que trinca o corpo Onde mães fortes e generosas se criaram O que é dos outro não é meu, mas o que é meu 'tá aí pros outro Se precisar Na macumba ela é foda Dinheiro é pra quem precisa, aqui é só por caridade Pensando tudo que 'cê passou nessa vida E no fundo do seus olhos não consigo ver maldade Vejo gente criando problemas Pra competir quem sofre mais, porra, são covardes Olhe pras suas nega véia e entenda Que num é em blog de hippie boy que se aprende sobre ancestralidade Vai e vai Ganha esse mundo sem olhar pra trás e vai Só não esquece de voltar pra Vai e vai Ganha esse mundo sem olhar pra trás e vai Só não esquece de voltar [...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/djonga/benca/. Acesso em: 18 jul. 2024. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta trecho da música “Bença” com sentido conotativo.
Texto 2
Todo dia a mesma noite
Baseado na obra de Daniela Arbex, Todo Dia a Mesma Noite acompanha a tragédia real envolvendo o incêndio na Boate Kiss. Em 2013, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, um descuido de segurança acarretou um terrível incêndio que rapidamente tomou conta de todo o espaço da casa de festas. 242 jovens que estavam no local perderam a vida. A trama acompanha, partindo do momento do acidente, as histórias dos impactados por ela em diferentes pontos de vista, como o trabalho das equipes de resgate, as consequências para os sobreviventes e a negligência dos empresários da organização da boate. A minissérie ficcional enfatiza a luta das famílias das vítimas, que seguem em busca de justiça até hoje – uma década depois.

Observando que o gênero do texto 2 é uma sinopse, é objetivo do autor:
Texto 1

A partir da leitura do texto do quadrinho e dos recursos verbais e não verbais que constituem esse gênero textual, é
CORRETO afirmar que:
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2006. p.40.
De acordo com o texto, é correto afirmar que, no período colonial brasileiro, as sociedades pertencentes ao tronco linguístico Tupi
Impossível compor um poema a essa altura da evolução [da humanidade. Impossível escrever um poema – uma linha que seja – de [verdadeira poesia.
O último trovador morreu em 1914. Tinha um nome de que ninguém se lembra mais.
Há máquinas terrivelmente complicadas para as [necessidades mais simples.
Se quer fumar um charuto aperte um botão. Paletós abotoam-se por eletricidade. Amor se faz pelo sem-fio. Não precisa estômago para digestão.
Um sábio declarou a O Jornal que ainda falta muito para atingirmos um nível razoável de cultura. Mas até lá, felizmente, estarei morto.
Os homens não melhoraram e matam-se como percevejos. Os percevejos heroicos renascem. Inabitável o mundo é cada vez mais habitado. E se os olhos reaprendessem a chorar seria um segundo [dilúvio.
(Desconfio que escrevi um poema.)
Carlos Drummond de Andrade. Alguma Poesia, 1930.
Entre o primeiro e o último verso, há uma aparente contradição, que, todavia, não se sustenta porque
Clarice Lispector. “Insônia infeliz e feliz”. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Considerando as características do trecho apresentado, podese afirmar que ele pertence a uma crônica, pois
Uma vida inteira pela frente. O tiro veio por trás.
Cíntia Moscovich, Os cem menores contos brasileiros do século (organização: Marcelino Freire).
Embora seja um texto composto por apenas duas linhas, é possível caracterizá-lo como uma narrativa. Nesse texto, essa caracterização deve-se ao fato de que ele apresenta
CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 3ª ed. revista e ampliada. São Paulo: Duas Cidades, 1995.
Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que Antonio Candido defende que o acesso a bens como a literatura e a música
I - A “herança” do Vô Vicêncio permitiu que Luandi comprasse uma casa para acolher sua mãe e sua irmã, Ponciá.
II - Nêngua Kainda representa uma voz ancestral que orienta as personagens na realização de seus destinos.
III- A trajetória de Ponciá se completa quando reencontra sua mãe e seu irmão.
Quais estão corretas?




Assinale a alternativa correta sobre a tipologia textual dominante de cada um dos textos da prova.
( ) A expressão de alimento (l. 58) desempenha a função sintática de complemento nominal.
( ) A expressão por seus cabelos, braços e colo (l. 67-68) desempenha a função sintática de agente da passiva.
( ) A expressão os nossos sonhos (l. 87) desempenha a função sintática de objeto direto.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.
1 - Palavra empregada como adjetivo. 2 - Palavra empregada como advérbio. 3 - Palavra empregada como substantivo.
( ) mero (l. 13). ( ) rápido (l. 20). ( ) bem (l. 49). ( ) gigantes (l. 83). ( ) rápido (l. 85).
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
I - As formas ali (l. 06), Ali (l. 49) e ali (l. 57) fazem referência ao espaço onde morava e circulava a narradora-personagem com a sua mãe.
II - A repetição da palavra martelando (l. 07), seguida de reticências, expressa a ideia de que determinado pensamento comparecia repetidamente na mente da narradora-personagem.
III- As formas verbais no pretérito perfeito e no pretérito imperfeito marcam ações pontuais e ações contínuas, respectivamente.
Quais estão corretas?
I - A sequência expressa, nos contextos, o modo como a narradora-personagem tematiza diferentes relações entre ela e a sua mãe, com os consequentes sentimentos que emergem dessas relações.
II - A sequência expressa diferentes sentidos por ser uma pergunta antecedida, em alguns contextos de ocorrência, por diferentes nexos e por se relacionar a momentos distintos da narrativa.
III- A sequência expressa, em todos os contextos de ocorrência, o desconhecimento da narradorapersonagem sobre características de sua mãe e o consequente sentimento de culpa sobre esse desconhecimento.
Quais estão corretas?



