Questões de Vestibular Sobre português

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Q4038060 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
No primeiro parágrafo, o termo “feed” está destacado em itálico por se tratar de uma palavra 
Alternativas
Q4038059 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
No título do texto, o verbo “matar” é empregado com sentido
Alternativas
Q4038058 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
De acordo com o antropólogo David Nemer, a geração de imagens por meio de IA reforça desigualdades porque, entre outras razões,
Alternativas
Q4038057 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
O texto destaca o fato de a IA ser usada para 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381631 Português
Reportando-se à regência verbal, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381629 Português
Referindo-se à tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Narração consiste na exposição de ideias, razões, predominam os conceitos abstratos, muitas vezes fora das esferas do tempo e do espaço. Não há, portanto, em princípio, uma progressão temporal entre os enunciados, mas relações de natureza lógica, (causa e efeito, uma premissa e uma conclusão). ( ) Podemos destacar quatro maneiras de organizar um discurso: narração, descrição, dissertação e argumentação. ( ) Descrição é a modalidade de texto que trata das características de uma pessoa, de um objeto, de uma paisagem ou de uma simples situação, em determinado período de tempo. É o tipo de texto que lida com detalhamento, pormenores do elemento que retrata. ( ) A estrutura argumentativa: ao argumentarmos, expomos o assunto de modo pessoal, (nosso ponto de vista ou tese), podendo também utilizar outros pontos de vista a respeito do mesmo tema, (ideia principal). Assim, no intuito de defendermos nossa tese, oferecemos argumentos que a apoiem. Para isso, estruturamos nossas ideias em uma sequência lógica, progressiva e correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381628 Português
Aludindo-se à concordância verbal, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381627 Português

Imagem associada para resolução da questão


De acordo com a tirinha, no primeiro quadrinho, (Por que); no segundo, (ninguém); no terceiro, (e), no quarto (além disso), são respectivamente: 



Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381626 Português
Quanto à estrutura das palavras, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) As várias palavras formadas de um mesmo radical são denominadas palavras cognatas ou simplesmente cognatos. ( ) Há palavras formadas apenas de radical. É o caso dos nomes terminados em vogal tônica ou em consoante. Exemplos: sofá, amor, café, animal, dor, paz. ( ) Há dois tipos de desinências: nominais e verbais. ( ) Há dois tipos de afixos: prefixos e sufixos.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381625 Português
Quanto à formação das palavras, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I. A- Derivação Prefixal ou por Prefixação. B- Derivação Sufixal ou por sufixação. - Derivação Prefixal e Sufixal. D- Derivação Regressiva.
Coluna II. 1- Ocorre com acréscimo de sufixo à palavra primitiva. 2- Ocorre com acréscimo de prefixo e sufixo. 3- Ocorre com acréscimo de prefixo à palavra primitiva. 4- Ocorre com redução da palavra primitiva, pela retirada de sua parte final.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381624 Português

A PRECE. 


A tarde ia morrendo. O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios. A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores. Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada, enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia. Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda e ceder à doce influência da tarde. Fonte: https://www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/textos-escolhidos

Ainda no texto, “A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores.”
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381623 Português

A PRECE. 


A tarde ia morrendo. O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios. A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores. Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada, enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia. Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda e ceder à doce influência da tarde. Fonte: https://www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/textos-escolhidos

No período do texto, “O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas...”, temos a figura de linguagem:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381622 Português

A PRECE. 


A tarde ia morrendo. O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios. A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores. Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada, enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia. Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda e ceder à doce influência da tarde. Fonte: https://www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/textos-escolhidos

De acordo com o texto, pode-se compreender que a palavra “alcatifa” significa:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381621 Português

A PRECE. 


A tarde ia morrendo. O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios. A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores. Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada, enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia. Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda e ceder à doce influência da tarde. Fonte: https://www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/textos-escolhidos

No período do texto “e deitava-se sobre as grandes florestas...”, temos uma oração:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381620 Português

A PRECE. 


A tarde ia morrendo. O sol declinava no horizonte e deitava-se sobre as grandes florestas, que iluminava com os seus últimos raios. A luz frouxa e suave do ocaso, deslizando para verde alcatifa, enrolava-se como ondas de ouro e de púrpura sobre a folhagem das árvores. Os espinheiros silvestres desatavam as flores alvas e delicadas; e o ouricuri abria as suas palmas mais novas, para receber no seu cálice o orvalho da noite. Os animais retardados procuravam a pousada, enquanto a juriti, chamando a companheira, soltava os arrulhos doces e saudosos com que se despede do dia. Um concerto de notas graves saudava o pôr-do-sol e confundia-se com o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda e ceder à doce influência da tarde. Fonte: https://www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/textos-escolhidos

Leia o fragmento e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381619 Português

Vozes veladas, veludosas vozes,

Volúpias dos violões, vozes veladas,

Vagam nos velhos vórtices velozes

Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.”

(Cruz e Sousa).

O terceiro verso, “Vagam nos velhos vórtices velozes”, o verbo está conjugado:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381618 Português

Vozes veladas, veludosas vozes,

Volúpias dos violões, vozes veladas,

Vagam nos velhos vórtices velozes

Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.”

(Cruz e Sousa).

No primeiro verso da estrofe, “Vozes veladas”, tais palavras têm a função respectivamente de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-RJ Prova: MSConcursos - 2025 - SESI-RJ - Curso de Ensino Médio do SESI |
Q4381617 Português

Vozes veladas, veludosas vozes,

Volúpias dos violões, vozes veladas,

Vagam nos velhos vórtices velozes

Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.”

(Cruz e Sousa).

Há repetição de uma mesma consoante numa sequência linguística, como ocorre com v e l. Assim, temos uma figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207495 Português
Leia a tirinha a seguir.
54.png (432×143)
(Adaptado de https://toonut.com. Acesso em 15/05/2025.)

A tirinha, em seu sentido geral, faz uma crítica à
Alternativas
Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207464 Português
Leia a citação a seguir, extraída do conto “Pera, uva ou maçã?”, publicado no livro Morangos mofados, de Caio Fernando Abreu, e assinale a alternativa correta sobre o excerto.
Foi então que vi aquelas ameixas e achei tão bonitas e tão vermelhas que pedi um quilo e era minha última grana certo porque meus pais não me dão nada e daí eu pensei assim se comprar essas ameixas agora vou ter que voltar a pé para casa mas que importa volto a pé mesmo pode ser até que acorde um pouco e aquela coisa lá longe volte pra perto de mim e então eu vinha caminhando devagarinho as ameixas eu não conseguia parar de comer sabe já tinha comido acho que umas seis estava toda melada quando dobrei a esquina aqui da rua e ia saindo um caixão de defunto do sobrado amarelo na esquina certo acho que era um caixão cheio quer dizer com defunto dentro porque ia saindo e não entrando certo e foi bem na hora que eu dobrei não deu tempo de parar nem de desviar daí então eu tropecei no caixão e as ameixas todas caíram assim paf! na calçada e foi aí que eu reparei naquelas pessoas todas de preto e óculos escuros e lenços no nariz e uma porrada de coroas de flores devia ser um defunto muito rico certo e aquele carro fúnebre ali parado e só aí eu entendi que era um velório.
(ABREU, C. F. Morangos Mofados. 9ª. ed. São Paulo: Companhia das Letras, p. 105-106, 2015.)
Alternativas
Respostas
41: A
42: B
43: C
44: C
45: C
46: B
47: A
48: A
49: D
50: A
51: A
52: A
53: C
54: B
55: C
56: D
57: C
58: D
59: C
60: B