Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Assinale a alternativa correta quanto à classificação gramatical da forma “estes” e seu valor semântico:


Tantã, da
autora Marie-Aude MURAIL, tradução de Rita Jover, publicado em São Paulo pela editora Comboio
de Corda, em 2009, p. 19-21.


Tantã, da
autora Marie-Aude MURAIL, tradução de Rita Jover, publicado em São Paulo pela editora Comboio
de Corda, em 2009, p. 19-21.
I – “Cobra” e “extremistas muçulmanos” II – “Corda” e “muçulmanos não-extremistas” III – “Cobra” “muçulmanos não-extremistas” IV – “Corda” e “extremistas muçulmanos”
I – Crianças do mundo islâmico apreciam histórias em quadrinhos. II – A maior parte das personagens femininas usarão véu nas histórias de Naif Abdulrahman al Mutawa. III – O presidente dos Estados Unidos é favorável ao projeto desenvolvido por Naif Abdulrahman al Mutawa. IV – O extremismo não é exclusivo de uma única religião ou etnia.
Leia com atenção o texto abaixo.
Cálice
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dor engolir a labuta?
Mesmo calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira tanta força bruta
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
(Chico Buarque e Gilberto Gil. 1978.)
O texto faz menção a um fenômeno importante na história do Brasil que marcou toda uma geração de artistas e intelectuais dos mais diversos segmentos (teatro, música, poesia, dança). Sobre o texto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Refere-se à censura que cerceava a manifestação de artistas e intelectuais contra a ditadura no Brasil.
( ) Refere-se ao forte viés devocional cristão que marcou a cultura brasileira nos anos 60 e 70 do século XX.
( ) É uma crítica à proximidade entre arte e política que se verificou nos anos 70 do século XX.
( ) Mostra o envolvimento e a politização de artistas nos anos 70 do século XX.
Marque a sequência correta.
Comparando-se os textos I , II e III, está correto o que se afirma em
( ) Tanto o texto I quanto o II mostram a mulher como parte da paisagem natural.
( ) Os textos I e III apresentam uma imagem objetiva e precisa da figura feminina.
( ) O texto II, da mesma forma que o I, evidencia uma imagem da mulher como ser transformador.
( ) Os textos I, II e III interrelacionam-se ao expressarem a figura feminina portadora de sensualismo.
A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a

LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo: Círculo do Livro, [s.d.]. p. 54.
Identifique com V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.
O poema comprova
( ) o uso de linguagem polissêmica.
( ) a ruptura com a linearidade do verso.
( ) o enfoque crítico de uma temática social.
( ) o sentimento de dúvida do sujeito poético decorrente do desejo não concretizado.
( ) a disposição das palavras construindo imagens fônica e visual significativas na tradução do tema.
A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a
Leia o texto a seguir

Leia as frases a seguir e assinale a opção correta.
I. O poema não transmite ao leitor uma sensação de tranquilidade, ternura.
II. O texto nos diz que o poeta quer levar desta vida muitas coisas materiais.
III. O soneto não faz referência à chuva.
I.
E uma vez, quando ajoelhados assistíamos à dança nua
[das auroras
Surgiu do céu parado como uma visão de alta serenidade
Uma branca mulher de cujo sexo a luz jorrava em ondas
E de cujos seios corria um doce leite ignorado.
Oh, como ela era bela! era impura — mas como era bela!
Era como um canto ou como uma flor brotando ou como um
[cisne
Tinha um sorriso de praia em madrugada e um olhar
[esvanecente
E uma cabeleira de luz como uma cachoeira em plenilúnio
MORAES, Vinícius de. O poeta. Antologia poética. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978. p. 25.
II.
A brisa teus negros cabelos soltou,
O orvalho da face te esfria o suor;
Teus seios palpitam — a brisa os roçou,
Beijou-os, suspira, desmaia de amor!
Teu pé tropeçou...
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
AZEVEDO, Álvares de. Sonhando. Lira dos Vinte anos. São Paulo: FTD, 1994. (Coleção Grandes Leituras).
III.

Assinale V ou F, conforme sejam as afirmações verdadeiras ou falsas.
Comparando-se os textos I , II e III, está correto o que se afirma em
( ) Tanto o texto I quanto o II mostram a mulher como parte da paisagem natural.
( ) Os textos I e III apresentam uma imagem objetiva e precisa da figura feminina.
( ) O texto II, da mesma forma que o I, evidencia uma imagem da mulher como ser transformador.
( ) Os textos I, II e III interrelacionam-se ao expressarem a figura feminina portadora de sensualismo.
A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a
I.
E uma vez, quando ajoelhados assistíamos à dança nua
[das auroras
Surgiu do céu parado como uma visão de alta serenidade
Uma branca mulher de cujo sexo a luz jorrava em ondas
E de cujos seios corria um doce leite ignorado.
Oh, como ela era bela! era impura — mas como era bela!
Era como um canto ou como uma flor brotando ou como um
[cisne
Tinha um sorriso de praia em madrugada e um olhar
[esvanecente
E uma cabeleira de luz como uma cachoeira em plenilúnio
MORAES, Vinícius de. O poeta. Antologia poética. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978. p. 25.
II.
A brisa teus negros cabelos soltou,
O orvalho da face te esfria o suor;
Teus seios palpitam — a brisa os roçou,
Beijou-os, suspira, desmaia de amor!
Teu pé tropeçou...
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
AZEVEDO, Álvares de. Sonhando. Lira dos Vinte anos. São Paulo: FTD, 1994. (Coleção Grandes Leituras).
III.

TEXTO:
Prezados senhores, somos todos
da mesma cepa se vistos de binóculo.
Mas não somos os mesmos.
Eu, com meus poemas indevassáveis
vós, com vossas gravatas coloridas /
eu, com esta consciência de mim
vós, com vossa mesa farta /
eu, buscando o sempre inatingível
vós, com vossas gravatas coloridas /
eu, meditando muito sobre vós
vós, com vossa mesa farta.
Não somos da mesma cepa, mas vistos
de binóculo somos os mesmos.
Eis uma grande injustiça.
BRASILEIRO, Antônio. Divisor de águas. Antologia poética. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 77
TEXTO:

LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres.
19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.
TEXTO:

LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres.
19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.


