Questões de Vestibular Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237952 Português
Na linha 95, o entrevistado usa a expressão latina status quo: Ou seja, para o status quo, alguma coisa deu errado.


Releia atentamente esse excerto e marque o item que melhor traduz a expressão dentro do texto em análise.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237951 Português
Considerando a perspectiva do entrevistado, atente para o que se diz abaixo:

I. Nenhuma arte, por si só, é capaz de mudar a sociedade.

II. Um artista não deve viver em recolhimento, sem dar atenção aos problemas que o cercam.

III. O artista não deve ser passivo, pois é, por natureza, um questionador.

Está correto o que se diz em
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237950 Português
Atentando para a pergunta do entrevistador “É difícil publicar e circular livros que tratam do marginalizado?” (linhas 47-48) e para a resposta do entrevistado (linhas 49-56), considere as afirmações seguintes:

I. As expressões “o difícil é” (linha 49) e “O difícil mesmo é” (linha 50) marcam, na superfície textual, a coincidência entre a visão do entrevistado e a do entrevistador sobre a produção literária.

II. O entrevistado reformula a tese sugerida pelo entrevistador, negando o foco específico e apresentando elementos que mostram tratar- se de uma questão mais ampla.

III. Uma das possibilidades de leitura para a resposta do entrevistado é que “escrever um livro” envolve contar com mecanismos de distribuição e com público leitor.

Está correto o que se afirma em
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237949 Português
Dentre as ideias a seguir, assinale a única que está expressa no texto.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237948 Português
Atentando-se para as respostas de Sérgio Vaz às questões que lhe são dirigidas na entrevista, pode-se inferir corretamente que, para ele, sua obra
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237947 Português
Imagem 003.jpg

Reflita sobre o comercial do “Space Fox Trend”, calcado no provérbio “Pense duas vezes antes de agir”. Ele configura linguisticamente um détournement, caso específico de intertextualidade implícita, que altera ou adultera um texto-fonte, com algum propósito. Considere o que se diz sobre o détournement dessa propaganda e marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.

( ) O détournement que gerou o comercial da Volkswagen foi produzido por meio do acréscimo e da substituição de palavras.

( ) A descoberta ou o conhecimento do texto- fonte, no caso do détournement, é indesejável.

( ) O détournement presente no comercial do “Space Fox Trend” é do tipo lúdico: brinca com as palavras como um jogo infantil. É próprio para divertir crianças.

( ) O détournement do comercial da Volkswagen desautoriza o texto-fonte. É utilizado com o propósito de orientar o interlocutor para a construção de um outro sentido.

( ) No caso da propaganda em questão, o détournement leva o interlocutor a acreditar que o carro apresentado é tão bom que não se precisa pensar duas vezes para comprá- lo. Ele é tão especial que contradiz uma afirmação considerada verdade universal.

Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237945 Português
De acordo com a maioria dos críticos literários, os textos se estruturam sobre uma oposição básica do tipo tristeza / alegria; civilização / selvageria; passado / presente, etc. Assinale a oposição subjacente à materialidade linguística do texto em análise.
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237944 Português
A expressão no tempo (verso 18, linhas 27- 28) refere-se ao
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237943 Português
Releia com atenção o verso 13 (linhas 19- 20), atentando para o contexto em que se encontra: O abacate esmagado, pisado, me sujando toda. Observe o que se diz sobre ele.

I. Na medida em que retrata uma cena da realidade, autoriza uma leitura referencial.

II. Autoriza uma leitura mais profunda: o abacate seria algo ruim que teria levado a menina a ser castigada e que teria deixado uma marca de dor.

III. Os dois versos seguintes (linhas 21-23) corroboram essa segunda leitura.

É correto o que se afirma em
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237942 Português
Nos três versos finais do poema (linhas 27- 31), o sujeito lírico insinua, por parte dos adultos em relação às crianças, uma atitude
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237941 Português
Leia o que se diz sobre os versos 7 (linha 11) e 8 (linha 12): Eu voltava trocando as pernas bambas. / Meus medos crescidos, enormes...


I. Trocar as pernas bambas é um indício, não uma prova do medo que a menina sentia.

II. A pluralização do substantivo medo tem o efeito expressivo de tornar a sensação do medo quase física.

III. Há, entre os adjetivos crescidos e enormes, uma gradação ascendente, à qual a reticência parece dar continuidade.

Está correto o que se diz em
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Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237940 Português
Indique a opção em que se afirma algo verdadeiro sobre a expressão a criança indefesa (verso 18, linhas 27 e 28).
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Prova 001 |
Q237939 Português
Assinale a opção que apresenta o eixo sobre o qual se constrói o poema.
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Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2011 - UNB - Vestibular - Prova 1 |
Q237651 Português


Considerando os textos acima apresentados, o primeiro, um soneto árcade do Brasil Colônia, e o segundo, um poema da literatura brasileira contemporânea, julgue os itens de 110 a 115 e faça o que se pede no item 116, que é do tipo D.

Os poemas LXXIX e O espelho abordam tema semelhante de maneira bastante diferente. Considerando que o soneto de Cláudio Manoel da Costa foi escrito em 1768 e o poema de Orides Fontela, em 1986, redija um texto, na modalidade da língua escrita padrão, abordando as diferenças formais (verso, rima etc.) e temáticas (configuração do eu lírico diante do espelho) entre as duas obras.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2011 - UNB - Vestibular - Prova 1 |
Q237634 Português
Atualmente, um novo ciclo de expansão econômica avizinha-se da região Norte do Brasil. É esperada a intensificação dos impactos ambientais e sociais negativos nessa região, que tem sido alvo de profundas interferências em seus ecossistemas. Considerando essas informações, redija um texto, na modalidade da língua escrita padrão, acerca das consequências do crescimento econômico da região Norte para o meio ambiente e para a população. Em seu texto, utilize pelo menos três das seguintes palavras ou expressões: migrações, ocupações irregulares, poluição, perda de biodiversidade, conflitos sociais.
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Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2011 - UNB - Vestibular - Prova 1 |
Q237541 Português

Tendo como referências iniciais o texto e as figuras acima, julgue os itens de 1 a 6.


Um dos aspectos marcantes da filmografia de Glauber Rocha é a apropriação de convenções imagéticas e enunciativas do cordel, tais como as representações da seca, do misticismo e do cangaço inspiradas na cultura popular nordestina.
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Ano: 2011 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2011 - UDESC - Vestibular - Prova 2 |
Q231156 Português
O mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.
Em relação ao Texto 4, leia e analise as proposições que seguem.
I. Se a expressão “E isso com os dentes serrilhando" (linha 13) for substituída por E isso entre dentes, mantém-se o sentido original da oração.
II. As expressões “m'imbora" (linha 3), “cambriuzano" (linha 4), “damanhã" (linha 5), “im jejum" (linha 5) e “descurpe" (linha 6) são vocábulos que caracterizam somente o linguajar africano – a fala dos escravos.
III. Da expressão “e disse com todas as suas forças e todos os seus erres" (linhas 12 e 13) infere- se que a autora quis ressaltar o sotaque alemão do Dr. Büchmann.
IV. A oração destacada no período “eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar" (linha 14) sintaticamente é classificada como uma oração subordinada substantiva subjetiva.
V. O sentido do verbo passar (linha 14) é equivalente a tornar-se, portanto pode ser classificado como verbo de ligação, na oração.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2011 - UDESC - Vestibular - Prova 2 |
Q231155 Português
O mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.
Considerando o Texto 4, a obra O guarda-roupa alemão e as variações linguísticas, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2011 - UDESC - Vestibular - Prova 2 |
Q231154 Português
                                                      O espelho

[...]
Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho – anote-a – esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz – treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos de magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe... [...] ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. 50ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 122. 
Analise as proposições em relação à obra O guarda-roupa alemão, de Lausimar Laus, e assinale (V) para (verdadeira) ou F para (falsa).
( ) Para Ethel, seus genros e noras deveriam ser todos alemães, ela não admitia o casamento de seus(suas) filhos(as) com brasileiros(as).
( ) O romance apresenta um enredo constituído basicamente pelas lembranças de Homig, um solteirão, último da linhagem dos Ziegel; diante de “Kleid", Homig relembra a vida de seus antepassados.
( ) A obra é constituída por vários contos regionalistas permeados por uma única temática – a colonização alemã no sul de Santa Catarina.
( ) O romance evidencia um universo de personagens femininas, razão por que as mulheres são consideradas personagens planas na obra.
( ) Hilda, personagem da obra, era uma mulher que fugia aos padrões da época: era ousada, rebelde, montava cavalos, usava cabelos soltos. A leitura da obra leva o leitor a inferir que ela era assim por não ter sido batizada.

Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2011 - UDESC - Vestibular - Prova 2 |
Q231152 Português
                                                      O espelho

[...]
Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho – anote-a – esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz – treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos de magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe... [...] ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. 50ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 122. 
Com relação à leitura do Texto 3 e do conto O espelho, de Guimarães Rosa, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
5321: A
5322: A
5323: C
5324: D
5325: C
5326: B
5327: C
5328: B
5329: C
5330: A
5331: B
5332: C
5333: C
5334: C
5335: C
5336: C
5337: C
5338: B
5339: D
5340: E