Questões de Vestibular
Sobre análise sintática em português
Foram encontradas 490 questões

(LISPECTOR, Clarice. Aprendendo a viver, Rio de Janeiro. Rocco, 2004. pp. 47-48)
Com base no TEXTO 2, responda à questão



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em:
“É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social”. (l. 38-44)
Analise os aspectos linguísticos do fragmento em evidência e assinale V para as proposições verdadeiras e F, para as proposições falsas.
( ) “inacreditável” é um atributo do sujeito oracional, constituído de uma derivação, cujo prefixo apresenta ideia de negação, independente da expressa pelo sufixo.
( ) “que o Estado seja dotado de instrumentos” completa o sentido da forma verbal “pedir”, apresentando o comportamento dos jornais e jornalistas quanto à sua própria liberdade de expressão.
( ) “para”, em “para pedir”, e “para”, em “para cercear”, apresentam semânticas diversas.
( ) “já que” introduz uma consequência da falta de eficácia da Lei de Imprensa.
( ) “como”, em “como se expressa a dinâmica social”, retoma a palavra “maneira”, denotando uma circunstância de modo.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Leia o texto a seguir.




BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível
em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.
“É importante destacar que a configuração valorativa do ‘homem-massa’ não segue parâmetros sociais ou econômicos específicos, mas a análise da existência ou não de uma nobreza de espírito interior.” (l. 21-24)
Sobre o fragmento em evidência, é verdadeiro o que se afirma em
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Em “À medida que crescem, vão – espera-se – buscando formas mais sofisticadas e cerebrais” (linhas 55-57), a expressão destacada em negrito estabelece uma relação de proporção entre as ações expressas nas duas orações.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Em “Fábio disse que aprendeu a cozinhar” (texto 2, linha 90), além do fato de o discurso indireto ser marcado pelo verbo de dizer para anunciar a fala do outro, o período é constituído por uma oração subordinada substantiva objetiva direta, introduzida pela conjunção que.
TEXTO
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
A língua dispõe de recursos que permitem a retomada ou
a antecipação de informações a respeito de referentes dos
textos. A respeito disso, assinale o que for correto no
texto.
Em “Instalada no centro histórico de Ouro Preto
(MG) há 61 anos, a república PIF-PAF abriga”
(linhas 1-2), a oração reduzida de particípio apresenta
informações que permitem que o leitor situe,
temporal e espacialmente, a república PIF-PAF
mesmo antes da introdução desse referente no texto.
Leia os provérbios (itens A e B) e a citação (item C) abaixo.
A. “A palavra é prata, o silêncio é ouro.”
B. “Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem.”
C. “Há coisas que melhor se dizem calando.” (Machado de Assis)
Com base na leitura acima, assinale a proposição CORRETA.
Em cada um dos provérbios observa-se um paralelismo sintático, que ajuda a conferir
ritmo ao provérbio e favorece sua memorização.
No trecho: “Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental”, o segmento sublinhado tem a função de:
1) delimitar o contexto em que a afirmação pode ser considerada.
2) apresentar uma ressalva ao que foi dito anteriormente.
3) delimitar o âmbito onde o fato expresso encontra sustentação.
Está(ão) correta(s):
TEXTO:
O equívoco de uma nova lei de imprensa


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.
As palavras classificadas como advérbios agregam noções diversas aos termos a que se ligam na frase, demarcando posições, relativizando ou reforçando sentidos, por exemplo.
O advérbio destacado é empregado para relativizar o sentido da palavra a que se refere em:
O fim do marketing
A empresa vende ao consumidor
— com a web não é mais assim
Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do
marketing — produto, praça, preço e promoção — não funcionam
mais. O paradigma era simples e unidirecional: as
empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos;
fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos
anúncios. Nós controlamos a mensagem. A internet transforma
todas essas atividades.
(...)
Os produtos agora são customizados em massa, envolvem
serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos
consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores
hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos
estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas
concepções industriais na definição e marketing de produtos.
(...)
Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado,
os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais
desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à
medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas
que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores
vão oferecer vários preços por um produto, dependendo
de condições específicas. Compradores e vendedores
trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados,
e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos
e serviços.
(...)
A empresa moderna compete em dois mundos: um físico
(a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação
(o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não
devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso,
mas sim de uma grande comunidade online e com o capital
de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta.
Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida
no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a
marketface — a interface entre o marketplace e o marketspace.
(...)
Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram
“mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho
único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder.
As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo.
Os consumidores com frequência têm acesso a informações
sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles
que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem
o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas
por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião
pública” online.
Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.
(Don Tapscott. O fim do marketing. INFO, São Paulo,Editora Abril, janeiro 2011, p. 22.)
Nas orações que compõem os dois períodos transcritos, os termos destacados exercem a função de

