Questões de Vestibular
Sobre análise sintática em português
Foram encontradas 495 questões
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo, Rio de Janeiro. Nova Fronteira 1984. p. 217)
Com base no TEXTO 2, responda à questão.


Tantã, da
autora Marie-Aude MURAIL, tradução de Rita Jover, publicado em São Paulo pela editora Comboio
de Corda, em 2009, p. 19-21.


Tantã, da
autora Marie-Aude MURAIL, tradução de Rita Jover, publicado em São Paulo pela editora Comboio
de Corda, em 2009, p. 19-21.
Leia o texto a seguir



▪️ As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca!
▪️ Quando o Bicho Papão vai dormir, ele deixa a luz acesa com medo de Chuck Norris.
▪️ Duas coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do Zé Mayer.
▪️ O Criança Esperança é uma ação da Globo para pagar pensão para todos os filhos de Zé Mayer.
Frases veiculadas na internet.
A oração “... para pagar pensão para todos os filhos de Zé Mayer.” (Quadro com frases sobre José Mayer e Chuck Norris) estabelece relação de consequência com a oração “O Criança Esperança é uma ação da Globo ...” (Quadro com frases sobre José Mayer e Chuck Norris).


▪️ As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca!
▪️ Quando o Bicho Papão vai dormir, ele deixa a luz acesa com medo de Chuck Norris.
▪️ Duas coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do Zé Mayer.
▪️ O Criança Esperança é uma ação da Globo para pagar pensão para todos os filhos de Zé Mayer.
Frases veiculadas na internet.
A expressão “Ao contrário.” (linha 49) é utilizada para contrapor eventos opostos: a fama de “pegador” de Zé Mayer se esvanecer e o fato de o personagem de Zé Mayer já estar envolvido com três mulheres logo no início da novela Viver a vida.


▪️ As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca!
▪️ Quando o Bicho Papão vai dormir, ele deixa a luz acesa com medo de Chuck Norris.
▪️ Duas coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do Zé Mayer.
▪️ O Criança Esperança é uma ação da Globo para pagar pensão para todos os filhos de Zé Mayer.
Frases veiculadas na internet.
No período “... ele é tão macho que não chora nunca.” (Quadro com frases sobre José Mayer e Chuck Norris), estabelece-se uma relação fato-consequência.


Disponível em <http://veja.abril.com.br/especiais/homem_2004/p_010.html>.
No texto, podem ser encontradas várias construções comparativas, como, por exemplo, “... já se mostram mais à vontade ...” (linha 14), “... estão mais atentos aos movimentos internos de suas companheiras ...” (linhas 19-20), “... a maioria dos homens (...) sente-se mais viril.” (linhas 36-37). Esse recurso linguístico é utilizado para contrapor o comportamento do novo homem ao do homem tradicional.


Leia o texto 04 e responda à questão.

Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.
I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos. II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência. III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal. IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Leia o enunciado a seguir e responda à questão.
“Um comediante popular, como Tom
Cavalcante, costuma dizer que a diferença
está no uso da voz, não na idade da piada.”
(linhas 16-18)
Pode-se afirmar que no enunciado:
I - Há um discurso direto explicitado pelo autor que cita uma informação, introduzida por um verbo “dicendi”.
II - Existe um verbo de elocução que introduz uma oração completiva precedida de um conectivo integrante.
III - Há um enunciado completivo, antecedido por uma locução verbal, cujo verbo principal introduz um discurso apelativo.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
Grafe (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre essas relações.
( ) O verbo maldizer, no texto, maldizia, mantém com o substantivo prefeito a mesma relação sintática que mantém com o substantivo instante. ( ) A oração que não conseguiu consertar a usina apresenta um pormenor, uma informação adicional sobre o prefeito, mas exprime também uma relação de causa. ( ) A oração em que resolvera morar naquele fim de mundo delimita ou restringe o substantivo instante. ( ) A expressão referencial (n)aquele fim de mundo retoma o referente de Forquilha, acrescentando um juízo de valor a seu respeito, e determina a situação do falante em relação à coisa mencionada.
A sequência correta é
I. Em “Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções...”, as formas verbais destacadas podem ser substituídas pela forma verbal “há” preservando-se a correção gramatical.
II. O pronome “esta” em “É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo?” exerce a função de termo que retoma uma ideia já enunciada.
III. Em “logicamente afirmada como fato intelectual” – os termos grifados participam da mesma classe gramatical.
IV. No período “A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos...”, estalece-se uma relação de oposição entre as duas orações.
Estão corretas:


TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).

