Questões de Vestibular Sobre literatura

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Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383494 Literatura
Sobre as características da prosa de ficção de José Alencar, presentes em Til, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383493 Literatura
Sobre as características do Romantismo, escola literária à qual pertence o romance Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383492 Literatura
Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383491 Literatura
Assinale a opção que apresenta uma informação incoerente com os fatos narrados em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360943 Literatura
Sobre Aluísio Azevedo e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).
I. Como um jornalista, Aluísio ia aos locais onde pretendia ambientar seus romances, conversava com as pessoas que inspirariam suas personagens, procurando reproduzir a realidade que retratava. II. Seus temas favoritos, focados na realidade cotidiana, foram o anticlericalismo, a luta contra o preconceito racial, o adultério, os vícios e a vida do povo humilde. III. Sua obra poética denuncia as mazelas de uma América Latina pobre e eivada de corrupção.
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360942 Literatura
Assinale a única alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360941 Literatura
Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.
I. Joaquim Manoel de Macedo, adepto do Realismo, é descritivo e dramático na apresentação de suas histórias, que são sempre marcadas por traços românticos e naturalistas. II. A obra urbana de José de Alencar segue o padrão do típico romance de folhetim, retratando a alta sociedade fluminense do Segundo Reinado, com tramas que envolvem amor, segredos e suspense. III. Francisco Lobo da Costa, identificando-se com Alphonsus de Guimaraens, cede a voz narrativa de sua obra aos deuses do Olimpo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q1357883 Literatura
As opções abaixo apresentam opiniões de alguns críticos sobre diferentes escolas literárias. Marque aquela que NÃO se relaciona ao comentário.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q1357880 Literatura
Com base no conto Balada das mocinhas do Passeio, de Dalton Trevisan. Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355796 Literatura

SONETO DE SEPARAÇÃO (Vinícius de Moraes)


De repente do riso fez-se o pranto

Silencioso e branco como a bruma

E das bocas unidas fez-se a espuma

E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento

Que dos olhos desfez a última chama o drama


De repente, não mais que de repente

Fez-se de triste o que se fez amante

E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente

Texto 2:

“Diziam os antigos que ali encostado havia um lagoão mui fundo onde até jacaré se criava. Eu, pelos capins, mas o lugar sempre respeitado como um tremedal perigoso: até contavam de um mascate que aí atolou-se e sumiu-se com duas mulas cargueiras e canastras e tudo...”

O texto acima refere-se a obra denominada:
Alternativas
Q1341130 Literatura
Instrução: Leia o texto para responder à questão.

    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava-se justamente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, – um simples lenço! – e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam-se, hoje são precisos os próprios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor-me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daquelas não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou-me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amorosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.

(Machado de Assis, Dom Casmurro.)
O texto traz características da narrativa
Alternativas
Q1268567 Literatura
PADRÃO
O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.
A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão signala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é portuguez.
E a cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar. (PESSOA, 2005, p. 79).


 Sobre esse poema de Fernando Pessoa, é correto afirmar:
“O mar sem fim é portuguez” é um verso com teor místico e característica nacionalista.
Alternativas
Q1268566 Literatura
PADRÃO
O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.
A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão signala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é portuguez.
E a cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar. (PESSOA, 2005, p. 79).


 Sobre esse poema de Fernando Pessoa, é correto afirmar:
O poema é ilustrativo do sentimento de derrota em relação à expansão marítima de Portugal no século XV.
Alternativas
Q1268565 Literatura
Sete anos de pastor Jacob servia

Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando-se com vê-la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assim negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida,

começa de servir outros sete anos,
dizendo: — Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida! (CAMÕES, 2005, p. 44).


 Sobre esse poema de Luís de Camões, é correto afirmar:
Constância do amor e brevidade da vida são, no poema de Luís de Camões, reflexões do pastor Jacob em face do seu destino.
Alternativas
Q1268564 Literatura
Sete anos de pastor Jacob servia

Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando-se com vê-la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assim negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida,

começa de servir outros sete anos,
dizendo: — Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida! (CAMÕES, 2005, p. 44).


 Sobre esse poema de Luís de Camões, é correto afirmar:
Aforma verbal “servia” relacionada com a ação de Jacob em função de Raquel pode remeter à vassalagem amorosa comum nas cantigas de amor medievais.
Alternativas
Q1268563 Literatura
Sete anos de pastor Jacob servia

Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando-se com vê-la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assim negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida,

começa de servir outros sete anos,
dizendo: — Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida! (CAMÕES, 2005, p. 44).


 Sobre esse poema de Luís de Camões, é correto afirmar:
O tema do poema é bíblico e refere-se ao amor de Jacob por Raquel, filha de Labão, descrito no Gênesis.
Alternativas
Q1268562 Literatura


 Sobre o poema O Laço de Fita, de Castro Alves, é correto afirmar:

“Mas ai! findo o baile, despindo os adornos/ N'alcova onde a vela ciosa... crepita,/ Talvez da cadeia libertes as tranças...” são versos que sugerem possível relação íntima e afetiva entre os amantes.
Alternativas
Q1268561 Literatura


 Sobre o poema O Laço de Fita, de Castro Alves, é correto afirmar:

A morte do eu lírico representa outro aprisionamento, visto que decreta a total impossibilidade de realização do sentimento amoroso.
Alternativas
Q1268560 Literatura


 Sobre o poema O Laço de Fita, de Castro Alves, é correto afirmar:

Prisão – revelada na submissão do eu lírico à mulher – e liberdade – elevação proporcionada pelo sentimento amoroso – é uma antítese constante no poema.
Alternativas
Q1268559 Literatura


 Sobre o poema O Laço de Fita, de Castro Alves, é correto afirmar:

Desejo de elevação é uma característica do Romantismo presente nesse poema.
Alternativas
Respostas
1021: E
1022: C
1023: A
1024: A
1025: D
1026: A
1027: C
1028: B
1029: D
1030: C
1031: D
1032: C
1033: E
1034: C
1035: C
1036: C
1037: C
1038: E
1039: C
1040: C