Questões de Vestibular
Sobre modernismo em literatura
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Que período da literatura nacional representa a inversão dessa dinâmica e marca o momento em que, não somente os influxos internos subjugam os externos, mas também nos veremos, pela primeira vez, influenciando as literaturas estrangeiras (marcadamente a de Portugal)?

Com base no poema acima e considerando aspectos e obras característicos do movimento literário em que se enquadram os poemas de Manuel Bandeira, julgue os itens subsequentes.

Com base no poema acima e considerando aspectos e obras característicos do movimento literário em que se enquadram os poemas de Manuel Bandeira, julgue os itens subsequentes.
Assinale a alternativa correta que preenche a lacuna no texto a seguir.
“_____________________ é a tragédia de um homem que não compreende os códigos e os poderes do mundo em que vive. É motivado por uma ética incompreensível e insondável para um mundo em que os atos valem pelas vantagens que trazem. Contundente crítica à opressão do homem – que se dá não apenas pela exploração financeira, mas também pela supressão da individualidade.”
Quando a indesejada das gentes chegar (Não sei se dura ou caroável), Talvez eu tenha medo. Talvez sorria, ou diga: – Alô, iniludível! O meu dia foi bom, pode a noite descer. (A noite com os seus sortilégios.) Encontrará lavrado o campo, a casa limpa, A mesa posta, Com cada coisa em seu lugar.
Por um lado te vejo como um seio murcho Pelo outro como um ventre de cujo umbigo pende ainda [o cordão placentário
És vermelha como o amor divino
Dentro de ti em pequenas pevides Palpita a vida prodigiosa Infinitamente
E quedas tão simples Ao lado de um talher Num quarto pobre de hotel.
“Quando Chico Bento, depois daquela noite passada ali, no abandono da estrada, chamou a mulher Cordulina e, ajudando a levantar um dos meninos, foi andando em procura do povoado, em vão buscou, pelas voltas do caminho, sentando nalguma pedra, o vulto de Pedro. Na estrada limpa e seca só se via um homem com uma trouxinha no cacete, e mais à frente, dentro de uma nuvem de poeira um cavaleiro galopando.- Que besteira! Naturalmente ele já está no Acarape...”.
(http://falarachel.com.br/downloads/romance-1-o-quinze-diversidade-em-tempo-de-seca.pdf)
“Eu, desde guri conheci o lagoão já tapado pelos capins, mas o lugar sempre respeitado como um tremedal perigoso: até contavam de um mascate que aí atolou-se e sumiu-se com duas mulas cargueiras e canastras e tudo... Mais de uma rês magra ajudei a tirar de lá; iam à grama verde e atolavam-se logo, até a papada. Só cruzam ali por cima as perdizes e algum cusco leviano.”
(Contos gauchescos. Editora, Leitura XXI, 2011)

I – Um dos pontos em comum aos poetas da Geração de 45 e presentes no poema são as regras rigorosas na composição do verso. II – Uma das características da Geração de 45 presente no poema é a intuição e o sentimentalismo ingênuo predominante na rima dos versos. III – Intitula-se “A lição de pedra”, seu autor é Haroldo de Campos e sua característica é a superficialidade psicológica. IV – O poema é A educação pela pedra, título homônimo ao do livro, de autoria de João Cabral de Melo Neto, um dos nomes expressivos da Geração de 45, que devolve espaço ao regionalismo na literatura. V – O poema pertence à obra “Morte e vida Severina”, porque refere o Sertão e suas paisagens áridas, uma característica de Lígia Fagundes Telles.
I. Embora sua obra esteja quase sempre ligada aos aspectos realistas e naturalistas, Machado de Assis pôs em cena situações que desnudam os problemas intimistas e econômicos das grandes metrópoles. II. Uma característica importante a ser ressaltada na obra de João Cabral de Melo Neto é a experimentação com a fonética e fonologia, uma vez que brinca com a língua portuguesa, reinventando sons, ruídos e criando termos onomatopaicos. III. A matriz do mundo poético de Mário Quintana é a sua cidade natal, aquela Porto Alegre mítica e realíssima, onde o poeta viveu tão pouco tempo.
JOHNSON. R. Cinema e literatura. Macunaíma: do modernismo na literatura ao cinema novo. São Paulo: T.A.Queiroz, 1987 (adaptado).
Com base no fragmento acima do crítico de cinema Randal Johnson sobre o filme Macunaíma, NÃO é verdadeiro afirmar:
BRITO. J.B. Literatura no cinema. São Paulo: Unimarco, 2006.
Os diálogos entre literatura e cinema, frutos da reflexão de diversos pensadores, como o crítico de cinema paraibano João Batista de Brito, e da prática artística de inúmeros escritores e diretores, NÃO permitem concluir que
BOSI. A. Situação de Macunaíma. In: ANDRADE. M. Macunaíma. São Paulo: Scipione Cultural, 1997 (adaptado).
Com base no fragmento acima do crítico literário Alfredo Bosi é possível inferir que o Macunaíma de Mário de Andrade
MELO NETO. J.C. Da função moderna da poesia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998 (adaptado).
O fragmento acima permite concluir, corretamente, que