Questões de Vestibular Sobre história
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“Os meus universitários não poderiam estar longe do burburinho. Conta Cristina que numa passeata, na Avenida Sete, Rua Chile, Praça da Sé, ao passar pela Praça Municipal chega a polícia para dispersá-los. Ela corre para uma das ruas transversais e, de repente, um policial a intimida com um fuzil em riste. Noutra ocasião, sempre movimento de rua, na Avenida Sete, exatamente na Ladeira de São Bento, chega a polícia montada. Não sei como souberam. A turminha joga milhares de bolinhas de gude nas patas dos cavalos que começam a escorregar e sem estabilidade, os policiais caem. Os estudantes aproveitam e correm para o Mosteiro de São Bento que os abriga.”
MELLO, Lúcia Guedes. Sobradão. Salvador, Omar G, 2002. p. 287.
A ditadura militar no Brasil teve o seu início:
SILVA, Daniel B. Domingues da. Brasil e Portugal no Comércio atlântico de escravos: um balanço histórico e estatístico. In. GUEDES, Roberto (org.). África – Brasileiros e Portugueses. Rio de Janeiro, Mauad X, 2013 p.53-54.
No início do século XVII, o tráfico de escravos da África para o Brasil passou a ser regular e tinha intima relação com as economias desenvolvidas no Brasil colonial. Com base nos dados apresentados, é possível afirmar que:
I – Pelos dados apresentados, o porto do Rio de Janeiro já era o mais concorrido para o desembarque de pessoas na condição de escravos, podendo evidenciar a maior atividade econômica desta região, como, por exemplo, a economia aurífera ou do ouro.
II – A cidade do Salvador, com base nos dados apresentados, mantinha o segundo lugar no trato de escravos podendo evidenciar a continuidade da importância da economia do açúcar e do tabaco.
III – Pernambuco, pelos dados do Voyages, aparecia com 12% dos navios embarcados revelando a falência da economia açucareira e aurífera daquela região.
IV – A presença de diversos portos no trato ou tráfico de escravos evidencia o quanto a economia do escravismo e da escravidão estavam disseminadas na Idade Moderna.
Marque a alternativa que apresenta as preposições verdadeiras:
Da ilha amazônica de Marajó ao interior do Piauí, os padres da Companhia possuíam extensas fazendas de gado e de cavalos. No Amazonas, as flotilhas de canoas dos jesuítas aportavam todos os anos em Belém com invejáveis quantidades de cacau, cravo-da-índia, canela e salsaparrilha, cultivados às margens dos principais afluentes do grande rio. A Companhia possuía direitos e privilégios que incluíam a total isenção em Portugal e no Brasil de taxas alfandegárias para todos os seus produtos.
(Daniel Alden. “O período final do Brasil colônia: 1750-1808”.
In: Leslie Bethell (org.) História da América Latina:
A América Latina Colonial, vol. II, 1999. Adaptado.)
O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I, expulsou a
Companhia de Jesus de Portugal e do Brasil em 1759. A sua
decisão visou, entre outros objetivos,
(Philip Jenkins. Breve historia de Estados Unidos, 2017. Adaptado.)
O excerto descreve as relações comerciais no Império Britânico em meados do século XVIII, referindo-se
(Marina de Mello e Souza. Além do visível: Poder, Catolicismo e Comércio no Congo e em Angola (Séculos XVI e XVII), 2018. Adaptado.)
O episódio é relatado pelo padre Serafim de Cortona em um documento escrito em 1658 sobre Njinga, rainha de territórios do interior da África. Para o sacerdote,
(Jacques Le Goff. Por amor às cidades, 1998.)
O direito de banalidade derivava
O período mais produtivo da Época de Ouro da MPB coincide, basicamente, com o Estado Novo (1937-1945), implantado por Getúlio Vargas. Não é uma simples coincidência. Em 1937, Vargas criou o Ince (Instituto Nacional de Cinema Educativo), o SNT (Serviço Nacional de Teatro) e o INL (Instituto Nacional do Livro). De outro lado, Vargas também operava, com mão de ferro, o famigerado DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda).
(José Arbex Jr. e Maria Helena V. Senise. Cinco séculos de Brasil, 1998. Adaptado.)
Durante o Estado Novo,
Observe as obras que representaram, posteriormente aos fatos, os processos de independência da Venezuela e do Brasil.

Nessas representações, pode-se observar
O avanço das culturas sul-americanas nas zonas tropicais africanas conhece três etapas. Num primeiro tempo, a América exporta mandioca através da Guanabara e do litoral vicentino. Numa segunda etapa, a mandioca, o milho, a batata-doce e frutas sul-americanas passam a ser plantados nas terras africanas. Num terceiro tempo, tais culturas espalham- -se pelos sertões africanos. O uso do milho e da mandioca como ração dos povos da região permitiu que os guerreiros negreiros dilatassem suas áreas de captura. Roças de mandioca e milho são abertas nas áreas de parada e descanso dos bandos, facilitando o transporte terrestre de um maior número de cativos do sertão.
(Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes, 2000. Adaptado.)
O historiador
Leia o excerto sobre a preparação dos rapazes na Grécia Antiga para exercer seu papel de cidadão e pai de família. Dois tipos de iniciação persistiam nas épocas clássica e helenística em Atenas. A primeira, de origem mais arcaica, era a apresentação do adolescente à fratria1 paterna, inicialmente em um sacrifício oferecido pelo pai aos deuses Zeus e Atena. A segunda, provavelmente estabelecida na época clássica, era o serviço militar, chamado efebia. Ambas tinham igual importância para os gregos do período, e era indispensável que o jovem passasse pelas duas.
(Maria Beatriz Florenzano. Nascer, viver e morrer na Grécia Antiga, 1996. Adaptado.)
1 fratria: grupo de pessoas que acreditavam ter o mesmo ancestral.
De acordo com o excerto, tornar-se cidadão em Atenas dependia
A charge intitulada “O espeto obrigatório”, publicada em 1904, contextualiza a vacinação da população.

A charge
Observe a tabela com as cinco principais causas de morte registradas em Sheffield (Inglaterra), entre 1837 e 1842.

O total de mortes atestadas nesse local e nesse período foi
de 11944. É possível afirmar que parte importante dessas
mortes associa-se