Questões de Vestibular
Sobre processo de independência: dos movimentos nativistas à libertação de portugal em história
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CARVALHO, Jose Murilo. A Construção da Ordem/Teatro de Sombras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. p. 187-197.
As “forças sociais em gestação”, no contexto acima apontado, compreendiam
I. Uma parte dos conspiradores de Vila Rica desejava a constituição de um regime republicano no Brasil.
II. Os inconfidentes tinham por objetivo a diminuição da dependência de artigos importados, em prol do desenvolvimento de produtos manufaturados.
III. Os inconfidentes defendiam a expansão da lavoura e da pecuária, atividades que seriam importantes para um maior desenvolvimento da zona aurífera.
Está correto o que se afirma em
I. Do ponto de vista legal, este processo teve início com a Lei Eusébio de Queiroz e foi concluído, com a Lei Áurea.
II. Este foi um processo rápido, em virtude do interesse da sociedade brasileira na libertação dos escravos.
III. A Lei do Ventre Livre possibilitou a liberdade para os filhos de escravos nascidos a partir de 1871.
É correto o que se afirma em
Dois símbolos propostos nessa ocasião evidenciam aspectos dessa disputa entre as diferentes facções republicanas e estão reproduzidos a seguir.

Considerando as duas bandeiras propostas como símbolo nacional, é correto afirmar:
A aclamação no Rio de Janeiro, com a presença efetiva de D. Pedro, ocorreu em 12 de outubro de 1822, depois que o Senado da Câmara do Rio de Janeiro tomou para si a tarefa de congregar as adesões e investir D. Pedro na condição de rei constitucional. Conciliava-se, aí, a data do aniversário do imperador com o descobrimento da América, reforçando seus vínculos. [...]
A coroação de D. Pedro I acontece em 1º de dezembro de 1822, no Rio de Janeiro, depois de várias aclamações, das adesões das Câmaras, do início da guerra de Independência. [...] SOUZA, I.L.C. A independência do Brasil.
Considerando o texto, e com base em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.
Ao longo do século XVII, as atividades econômicas dos colonos da região de São Paulo assentaram-se numa ampla e sólida base de escravos índios, aprisionados nas frequentes expedições dos paulistas ao sertão. MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. p. 209.
Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas, sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Caminhos e Fronteiras. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975. p. 15.
Considerando os textos acima, assinale a alternativa correta acerca da relação entre entradas, bandeiras e escravidão indígena.
Maria Graham. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo, Edusp, 1990, p. 230 (publicado originalmente em 1824). Adaptado.
Esse trecho do diário da inglesa Maria Graham refere- se à sua estada no Rio de Janeiro em 1822 e foi escrito em 21 de janeiro deste mesmo ano. Essas anotações mostram alguns efeitos
1. Foram movimentos de resistência social, liderados pelos anarquistas de origem italiana. 2. Foram movimentos baseados na religiosidade popular, como reação à laicização do estado brasileiro imposta pela proclamação da República. 3. Foram movimentos religiosos liderados pela Igreja Católica, contrária às reformas políticas do estado brasileiro. 4. Foram movimentos relacionados à disputa pelo poder local e à luta pela terra, acirrados pelas reformas impostas pelo regime republicano.
Assinale a alternativa correta.
Para responder à questão, considere o poema abaixo.
Vila Rica, Vila Rica,
Cofre de muita riqueza:
Ouro de lei no cascalho,
Diamantes à flor do chão.
Num golpe só de bateia,
Nosso bem ou perdição.
(...)
Vila Rica, Vila Rica,
Forja de muito covarde:
Só o corpo mutilado
De um bravo e simples alferes
Te salva e te justifica
Vila Rica vil e rica.
(José Paulo Paes, Poesia completa. S. Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 91-92)
“Sem a derrama, o movimento esvaziavase. Para a população em geral, se a derrama não fosse imposta, não fazia grande diferença se Minas era ou não independente. O movimento era fundamentalmente motivado por interesses, não por ideais [...]. A prisão dos homens mais eminentes de Vila Rica provocou [...] alvoroço na cidade [...] e o Visconde de Barbacena foi obrigado a admitir que a tentativa de manter sigilo sobre o processo seria inútil”.
LEMINSKI, Cristina. Tiradentes e a conspiração de Minas Gerais. São Paulo: Scipione, 1994. p. 59-64.
O movimento do século XVIII abordado nesse fragmento textual relaciona-se com a
A partir da frase anterior, entende-se que a independência brasileira de 1822, representou:

O texto trata da Revolução pernambucana de 1817. Com relação a esse acontecimento é possível afirmar que os insurgentes
Considerando-se esse contexto, é CORRETO afrmar que
Castro Alves do Brasil, para quem cantaste? (...) Cantei para aqueles que não tinham voz. Minha voz bateu em portas até então fechadas para que, combatendo, a liberdade entrasse.
Castro Alves do Brasil, hoje que teu livro puro torna a nascer para a terra livre, deixam-me a mim, poeta da nossa América, coroar a tua cabeça com os louros do povo. Tua voz uniu-se à eterna e alta voz dos homens. Cantaste bem. Cantaste como se deve cantar.
(NERUDA, Pablo. Canto Geral. São Paulo: Difel, 1979, p.121-2.)
O livro mencionado no poema, principal trabalho de Castro Alves, trata de um tema de grande importância na História do Brasil. Castro Alves usou essa temática para