Questões de Vestibular
Sobre processo de independência: dos movimentos nativistas à libertação de portugal em história
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A situação representada na charge resultou
Leia as informações para responder a questão:

(SOUSA, Maurício de. A Independência da Turma, 2001. In____História em Quadrões com a Turma da Mônica. SP: Globo, 2010, p. 50.)
Quando se fala em Independência do Brasil, quase todo mundo se lembra do painel Independência ou Morte, que retrata a cena de 7 de setembro de 1822, às margens do ribeirão do Ipiranga, em São Paulo. Esta obra foi pintada por Pedro Américo de Figueiredo e Melo, em Florença, na Itália, entre 1886 e 1888 [...]. Esta paródia de seu quadro mais famoso mostra um raro momento em que o Cebolinha toma o coelhinho Sansão da Mônica.
(SOUSA, Maurício. Ob cit. p. 50.)
A respeito da paródia feita por Maurício de Sousa do famoso quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, julgue os itens:
I. A paródia é uma crítica às tentativas, ao longo da história do Brasil, de se criarem heróis nacionais, mascarando as verdadeiras realidades ocultas por trás das versões oficiais dos fatos.
II. A obra de Maurício de Sousa é um desrespeito à história do Brasil, uma vez que o quadro original mostra a verdadeira história da independência, que, como nele demonstrado, não excluiu nenhum grupo social de sua realização.
III. Por ter acesso às novas gerações de leitores, a obra de Maurício de Sousa pode ser entendida como uma tentativa de preservar a memória iconográfica brasileira, garantindo que estas gerações tenham acesso a obras clássicas, adaptadas à sua realidade cultural.
Está (ão) correto (s):
(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República, 1985.)
As correspondências temporais entre os movimentos de independência das colônias americanas podem ser explicadas
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.
(COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138)
( ) O príncipe regente D. João assinou um decreto revogando o de sua mãe, dona Maria I, que proibia a instalação de manufaturas concorrentes à produção metropolitana. No mesmo decreto, D. João liberava a instalação de indústrias no Brasil e regulava a igualdade de tarifas alfandegárias para qualquer país estrangeiro, inclusive Portugal.
( ) Em 1817, a revolução desencadeada em Pernambuco mostrou que os limites da política joanina tenderiam a ser rompidos pelos brasileiros nos próximos anos. O movimento revolucionário, visando à independência, resultou da situação de crise econômica vivida pelo Nordeste.
( ) O velho sonho português de estender as fronteiras brasileiras até o Rio da Prata tornou-se realidade. As tropas luso-brasileiras dominaram Montevidéu, e a região foi anexada ao Brasil, passando a chamar-se Província Cisplatina. Ao conquistar sua independência, ganhou seu nome atual, Uruguai.
( ) Dentre as providências tomadas pela administração portuguesa no Brasil, teve considerável importância para o futuro cultural do país a vinda de uma missão de artistas franceses. Entre os artistas, veio o famoso pintor João Batista Debret, que retratou cenas do cotidiano brasileiro.
A sequência correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:

(Armelle Enders, A nova história do Brasil, p. 109)
Os dados do mapa mostram que a emancipação política do Brasil
I. O movimento intelectual chamado de Iluminismo teve grande influência na crise do Antigo Sistema Colonial, pois, além de criticar as bases do Antigo Regime, como o absolutismo monárquico e os privilégios da nobreza, condenava também o sistema colonial e o monopólio comercial.
II. Os conflitos na Europa decorrentes da expansão do império napoleônico estiveram na base desse processo, na medida em que Napoleão, tentando bloquear o acesso da Inglaterra ao mercado colonial ibérico, invadiu Espanha e Portugal, precipitando, assim, o processo de independência da América.
III. A vinda da corte portuguesa para o Brasil é considerada como um fator que retardou o processo de independência brasileiro, pois a presença do monarca lusitano na América estreitou ainda mais os laços entre Brasil e Portugal, tornando o primeiro ainda mais dependente do segundo.
IV. A Independência do Brasil foi marcada por um forte conflito entre o novo país e a sua antiga metrópole euro-peia, devido à rejeição das elites político-econômicas da antiga colônia portuguesa ao modelo agroexportador implantado pela coroa lusitana, baseado na grande propriedade da terra e na mão de obra escrava.
Estão corretas apenas as afirmativas
A Lei Eusébio de Queirós, aprovada em 04 de setembro de 1850, proibiu o tráfico interatlântico de escravos, o que resultou:
BETHELL, Leslie (Org.). História da América Latina: da Independência a 1870. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo/Imprensa Oficial do Estado; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2001. V. 3, p. 228-30.
De acordo com a ideia apresentada no texto, a independência do Brasil se relaciona com a
Relação da Francesia Formada pelos Homens Pardos da Cidade da Bahia no Ano de 1798. Autor anônimo. In: Saga. São Paulo: Abril Cultural, 1981. p. 269.
No contexto da Conjuração Baiana (1798), o texto pode ser associado
Tabelas sobre o tráfico de escravos

Tomando como referência a lei inglesa do Bill Aberdeen em
1845 e a Lei Eusébio de Queirós, em 1850, as tabelas acima
sugerem que
Príncipe regente, D. João VI, Rio de Janeiro, 7/3/1810. In: INÁCIO, I. C. & LUCA, T. R. de. Documentos de Brasil Colonial. São Paulo : Ática, 1983. p. 173.
A diminuição dos direitos de alfândega de que trata o texto, consequências dos Tratados de 1810, resultou no
