Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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Disponível em: http://educacao.globo.com. Acesso em: 14 nov. 2018.
Na Grécia Antiga, a adoção da democracia resultou na
HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos: o breve século XX (1914 – 1921). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 43 (adaptado).
O tratado de paz ao fim da Primeira Guerra Mundial não teve o efeito esperado, porque privou a Alemanha e a Rússia do que ambas ainda consideravam ser seu por direito. Em 1930, as duas nações, achando-se prejudicadas, estavam prontas para recuperar territórios à força. Embora ideologicamente distantes, combinaram secretamente invadir a Polônia e dividi-la entre si.
BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento Educacional, 2008, p. 134 (adaptado).
Ao tratar da história do século XX, os autores dos textos anteriormente apresentados
ASSMANN, Aleida. Canon and archive. ERLL, Astrid e NÜNNING, Ansgar. Cultural memory studies: an international and interdisciplinary handbook. (Orgs.): Berlim: Walter de Gruyter, 2008, p. 97-8 (trecho traduzido e adaptado).
Com respeito à produção da memória por diferentes sociedades em diferentes épocas, um processo de esquecimento passivo, tal como descrito no trecho anterior, remete à
DAVIES, Norman. Europe: a history. London: Pimlico, 1997, p. 679 (tradução livre).
Além da “invenção de máquinas motorizadas”, outras inovações técnicas e/ou organizacionais características da primeira fase da Revolução Industrial (1760-1840) na Europa ocidental foram
As duas imagens
“Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis, todos são iguais para a solução de suas divergências privadas; quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição.”
(TUCÍDIDES. Discurso Fúnebre de Péricles, p.37 e 38)
Sobre a democracia ateniense definida no Discurso Fúnebre de Péricles, afirma-se:
I. O orador caracteriza a democracia ateniense como um regime de igualdade jurídica e social, pois as diferenças de riquezas entre os cidadãos não constituíam obstáculo para sua participação nos negócios do Estado.
II. Ao afirmar que é o “mérito” que “dá acesso aos postos mais honrosos”, Péricles dá uma definição de democracia ateniense que valorizava o indivíduo frente ao coletivo, especialmente aqueles que se destacavam dos demais por sua superioridade.
III. Ao definir o regime democrático, Péricles não aborda a questão da exclusão das mulheres, dos escravos e dos estrangeiros do direito à participação política, situação que limitava a democracia ateniense em comparação com os regimes atuais.
IV. Quando fala em “prestar serviços à cidade”, um dos elementos que Péricles não pode incluir nessa categoria é a eleição de representantes legislativos, na medida em que a participação política era direta.
Estão corretas apenas as afirmativas
— De volta à França, Bonaparte é visto como o salvador por toda uma facção, mas também por um grande número de capitalistas. Ele, por sua vez, prepara o golpe de Estado, um golpe de Estado militar que acontece no dia 18 Brumário do ano VIII (9 de novembro de 1799), após o que os deputados são afastados e ele assume o cargo de primeiro cônsul. Um poder que ele vai consolidar entre 1800 e 1804, até se tornar imperador.
— Então é o fim da Revolução?
— Não e sim.
(Michel Vovelle. A Revolução Francesa explicada
à minha neta, 2007. Adaptado.)
A ambiguidade da última frase é explicada pelo fato de que Napoleão Bonaparte
(Ciro F. S. Cardoso. O Egito Antigo, 1982. Adaptado.)
O texto ajuda compreender o motivo de, no Egito Antigo, as práticas religiosas
(Fernando Seffner. Da Reforma à Contrarreforma, 1993.)
Da afirmação, depreende-se que o calvinismo
(Maria Sonsoles Guerras. Os povos bárbaros, 1987. Adaptado.)
Apesar de “perigosa”, essa política do Império Romano apresentou, como vantagem,
Trecho do Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels – 1848
Sobre o contexto histórico e as propostas de Marx e Engels considere as seguintes afirmações:
I. O Manifesto do Partido Comunista foi escrito às vésperas das Revoluções de 1848, as quais abalaram os setores mais conservadores da Europa, preocupada em barrar o avanço das transformações iniciadas com a Revolução Francesa de 1789. II. Assim como em 1871 na Comuna de Paris; em 1848, a classe operária europeia tornara-se protagonista nos movimentos revolucionários críticos do modelo capitalista e da sua exploração do trabalho. III. Conhecida como a Primavera dos Povos, as Revoluções de 1848 uniram anarquistas, comunistas e socialistas em torno de um projeto essencialmente marxista, culminando em ações revolucionárias nas principais capitais europeias. IV. Na construção de sua teoria, Marx e Engels reapropriam-se criticamente da filosofia alemã, em especial Hegel, das reflexões dos socialistas utópicos, da teoria econômica inglesa e da prática política dos movimentos sociais e operários europeus.
“Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingira a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude.”
(SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. São Paulo: Unicamp, 1988. p.14)
Quanto aos humanistas, podemos dizer que
“(...) A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.
Fomos encontrá-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mortas, mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.”
(Carlos Drummond de Andrade. Carta a Stalingrado do livro Rosa do Povo”. Em Poesia e Prosa. Rio de janeiro, Editora Nova Aguilar, 1983)
O trecho acima relata, poeticamente, uma das maiores batalhas da Segunda
Guerra Mundial, a batalha de Stalingrado, em 1943, na União Soviética.
Stalingrado tornou-se sinônimo mundial do heroísmo e da luta pela pátria. A
respeito desse episódio histórico e suas consequências é correto assinalar que