Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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“O certo é que, ao contrário do que a literatura colonialista acostumou a opinião pública europeia a pensar, a África não era uma terra “selvagem”, refratária ao progresso e aos valores da civilização. Um exemplo encontra-se no reino Bamun, situado na atual República dos Camarões”.
MACEDO, J.R. História da África. São Paulo: Contexto, 2019, pp. 132-135).
Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir sobre o reino Bamun.
( ) A islamização do reino permitiu melhores condições de resistir ao avanço cristão europeu. ( ) O rei Njoya (1875-1933), durante seu reinado, conseguiu, por meio de ações diplomáticas, evitar que Bamun sucumbisse aos interesses colonialistas britânicos. ( ) Foi abolida a religião nacional e foram proibidas a leitura dos livros sagrados e a entrada de missionários alemães no reino. ( ) A abertura da economia permitiu a introdução de tecnologia e da indústria.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
(Edmund Wilson. Rumo à estação Finlândia, 2013.)
O excerto refere-se à análise feita por Lenin, líder do Partido Bolchevista, do movimento social que derrubou o czar Nicolau II, em março de 1917. No seu entender, havia
Shylock
Ainda um mau negócio para mim! Um falido, um pródigo, que mal se atreve a mostrar a cabeça no Rialto! Um mendigo que habitualmente vinha exibir-se na praça!... [...] Gostava de chamar-me de usurário. [...] Gostava de emprestar dinheiro por cortesia cristã.
(William Shakespeare. O mercador de Veneza, 2013.)
As palavras de Shylock sobre Antônio revelam
(Jacques Le Goff. O Deus da Idade Média, 2017.)
O processo de cristianização dos povos que ocuparam a Europa Ocidental com o fim do Império Romano do Ocidente implicou
(Ernst H. Gombrich. A história da arte, 1993.)
O diálogo intercivilizacional entre o Egito e as cidades-Estado gregas na Antiguidade foi
(Paul Kriwaczek. Babilônia: a Mesopotâmia e o nascimento da civilização, 2018.)
O excerto faz uma comparação entre a sociedade da Suméria e a do Egito da Antiguidade, acentuando, entre elas,
(Marco A. de Moraes e Paulo S. S. Franco. Geopolítica, 2014. Adaptado.)
Com impactos sociais, políticos e econômicos que perduram até os dias atuais, o processo de colonização tratado no excerto ocorreu
(Fonte: http://www.starnews2001.com.br/galeria.htm)
Forno crematório, no campo de Auschwitz. Isso fazia parte da "solução final”.
(Fonte: http://www.starnews2001.com.br/galeria.htm)
As imagens acima fizeram parte de um período em que um regime violento provocou um grande confronto militar, mudando a conjuntura internacional depois que se encerrou.
Assinale a opção pertinente, respectivamente, à denominação do regime, do confronto militar e da conjuntura internacional após o conflito.
BRUIT, Héctor H. Bruit. O Imperialismo. Atual Editora. SP. 2a edição. 1987. P.14.
A Alemanha, sob a liderança do chanceler Otto Von Bismarck, sentindo-se prejudicada na divisão colonial africana, propôs às demais potências imperialistas europeias que se reunissem numa conferência internacional, que acabou se realizando entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885, a Conferência de Berlim.
As nações participantes da Conferência possuíam várias pretensões sobre o continente africano, destacando-se:
O historiador grego Heródoto, que visitou o Egito no século V a.C., o chamou de uma ‘dádiva do Nilo’, isto é, ‘um presente’ do Nilo. Essa frase pode passar a impressão de que, na construção da sociedade egípcia, os ‘atributos da natureza’ foram mais importantes que o trabalho dos egípcios. No entanto, para muitos historiadores, trabalho e organização foram os ingredientes principais da civilização egípcia. O rio, em si, (...) ao mesmo tempo que fertilizava, inundava.”
PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações. São Paulo. Atual Editora. 1994. p. 67.
A partir das informações presentes no texto, pode-se afirmar como característica da organização econômica da milenar civilização egípcia o fato de:
A recuperação econômica japonesa após a II Guerra Mundial é um fato que merece atenção e análise até os dias de hoje. Além da derrota na guerra, o país perdeu territórios que tinha colonizado, como da Coreia, Manchúria e de parte da China, e ainda teve duas cidades completamente dizimadas com bombas atômicas. Diante dessa realidade, o povo japonês tinha de lidar com a humilhação pública de ter sido derrotado, algo que conta muito para os costumes do país. Assim, era preciso que a economia voltasse rapidamente a crescer.
Fonte: www.coisasdojapao.com (adaptado). Acesso em 2020.
Um dos principais fatores que marcaram a recuperação japonesa após a Segunda Guerra Mundial foi:
Entre as principais características da Segunda Revolução Industrial estão:

Policiais londrinos protegendo-se da Gripe Espanhola, em 1918.

Cuidados para combater a Gripe Espanhola.
(Extraído: https://osdivergentes.com.br/orlando-brito/trespandemias)
A pandemia provocada pela Gripe Espanhola, eclodida no ano de 1918, e responsável pela morte de mais de 20 milhões de pessoas, esteve relacionada ao seguinte contexto histórico:
(BRUIT, Héctor H. O Imperialismo. Atual Editora. 2a edição. SR 1987. p. 34 .)

Atom ada de BacNinh, na China, pelos franceses em 1884. Wikipédia.
Em meados do século XIX, o vasto território chinês e seu império milenar quase completamente isolado do mundo foram “abertos” às nações imperialistas, atraídas por suas imensas potencialidades. Pode ser assinalada como uma potencialidade chinesa: